Ver la Versión Completa : Mectron
Mectron es la "missile house" brasileña.
Para los que no conoscen los productos y proyectos de esta empresa de alta tecnologia nacional.
http://i136.photobucket.com/albums/q165/raulpmicena/MectronP.jpg
Mectron es la "missile house" brasileña.
Para los que no conoscen los productos y proyectos de esta empresa de alta tecnologia nacional.
http://i136.photobucket.com/albums/q165/raulpmicena/MectronP.jpg
Apreciado amigo Marino, excelente la infografia posteada, y tengo curiosidad acerca de los programas ACAUAN (del cual recién me entero, seria interesante ver mas detalles al respecto) y de los programas MAR-1, especificamente en los requerimientos del sistema de armas (que necesita tener la aeronave portadora para utilizarlo), MAA-1B (¿novedades?) y el misil MAN.
Saludos y gracias de antemano!
Estimado amigo
Es normal que no existan muchas informaciones oficiales publicadas.
Pero voy intentar postear lo que consiga.
Primero sobre el MAR-1.
Es uno misil ya en testes y comprado por Brasil y Paquistan (100 unidades).
http://img212.imageshack.us/img212/9822/rac07hh7.jpg
http://defesabrasil.com/site/images/stories/noticias/mectron/mar-1/galeria/rac08-10.jpg
Es uno misil tático del tipo aire-superfície, de mediano alcance, con guiamento pasivo por radar, para ataque a sistemas de defensa anti-aéreas basadas en tierra o en plataformas marítimas.
http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2008/10/f-5em-3.jpg
Hay que tener en cuenta que para entender todo programa de misiles de Brasil, hay que conoscer la Mectron.
Aqui un PDF en ingles de esta empresa:
http://www.anodaciencia.com.br/multimidia/multimidia_20071218153857.pdf
Sobre el ACAUAN, se trata de un KIT de guiado de bombas, como el PAVEWAY gringo.
No tengo fotos del mismo, pero debe ser utilizado en las nuevas bombas de penetración de 500 kg y 1000 kg fabricadas en Brasil.
http://www.defesanet.com.br/laad07/imagens/ab/cta-bpen_1000.jpg
Cuanto al MAA-1B, en la página 38 del PDF que posteei arriba, podemos mirar a sus características.
Es un misil de cuarta generación, a cual se seguirá el A-Darter de 5ª generación, un proyecto de Brasil y Sur Africa.
Es un desarrollo hecho a partir del MAA-1.
Aqui un filme interessante donde aparece alguna cosa sobre el MAA-1:
http://br.youtube.com/watch?v=6phwzzPj8pM
En este sitio, si haces click a derecha sobre las fotos chicas, podemos mirar a un mock up del misil:
http://www.defesanet.com.br/laad07/3_cta_mectron.htm
Sobre el MAN, es un misil anti-navio, de la classe del exocet block-2.
Mire que escrevi "classe", y no una cópia del exocet.
Este es el proyecto más recente de todos, con la firma de contrato hecha por la Armada, Mectron y Avibrás a pocos meses.
Para este misil, tenemos un prazo de 5 años de desarrollo.
No hay, por supuesto, fotos del mismo.
http://i144.photobucket.com/albums/r199/SRFA/mar-1-1.jpg
http://i144.photobucket.com/albums/r199/SRFA/mar-1-3.jpg
http://i144.photobucket.com/albums/r199/SRFA/mar-1-2.jpg
http://img26.imageshack.us/img26/6028/dscf3943a.jpg
http://img26.imageshack.us/img26/8683/dscf3945.jpg
Sobre las bombas inteligentes:
http://www.defesabrasil.com/laad2009/index.php?option=com_content&view=article&id=68:mectron-e-britanite-apresentam-primeira-bomba-guiada-nacional&catid=39:noticias&Itemid=78
http://i144.photobucket.com/albums/r199/SRFA/mectronprogmisseis.jpg
Noticias interesantes sobre el MAA-1B:
03/11/2008
IAE faz ensaio do míssil MAA-1B Piranha II
http://www.iae.cta.br/IAEMidia/03.11.08.maa-1b-teste.jpg
Nesta semana, no dia 3 de novembro, foram realizados, nas instalações da empresa Avibrás os ensaios de queima em banco de 3 motores do míssil MAA-1B, concluindo-se assim mais uma etapa bem sucedida do processo de desenvolvimento do motor-foguete do míssil, realizado pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Mectron e Avibrás.
Os motores ensaiados são modelos funcionais utilizados para comprovação de requisitos.
O evento contou com a presença do Diretor do IAE, Coronel Pantoja, do Comandante do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), Tenente-Brigadeiro Rolla, do Presidente da Avibrás, engenheiro Sami, do engenheiro Silvino da Mectron e demais autoridades envolvidas na missão.
Fuente: http://www.iae.cta.br/IAEMidia/03112008_IAE_faz_ensaio_missil_MAA1B_PiranhaII.php
Asi que al parecer el misil ya esta entrando en su fase final de desarrollo, tal es asi que Pakistan ha expresado su interes en el mencionado misil, tras haber sido aprobada la venta de 100 MAR-1 ARMs por la Camara de Comercio Exterior (CAMEX) de Brasil y ahora estarian interesados en adquirir el MAA-1B:
Segundo a Folha, Paquistão quer comprar mísseis MAA-1B da Mectron
Paquistão negocia míssil com empresa de SP
Igor Gielow
A empresa paulista Mectron negocia com o governo do Paquistão o fornecimento de um novo lote de mísseis, de um modelo diferente do que foi comprado em negócio polêmico fechado no fim do ano passado. A eventual concretização da negociação ainda embrionária promete nova saia-justa para o governo brasileiro contornar, uma vez que a Índia já protestou veementemente contra a primeira venda. Desde a partilha pós-colonial em 1947, Índia e Paquistão são arquirrivais e já travaram três grandes guerras e inúmeros conflitos menores.
Para complicar, o ministro Nelson Jobim (Defesa), principal defensor do negócio de 2008, desembarca na Índia no começo de dezembro justamente para contatos com os militares do país.
Toda venda militar brasileira precisa ser aprovada pelo Itamaraty e, depois, pelo Ministério da Defesa. Na ocasião do primeiro lote de mísseis, cem unidades do modelo MAR-1 por 85 milhões, o então número dois da diplomacia, o hoje ministro de Assuntos Estratégicos Samuel Pinheiro Guimarães, se opôs ao negócio porque iria ferir suscetibilidades dos indianos. A Índia é considerada parceira estratégica do Brasil em fóruns como o Ibas (Índia-Brasíl-África do Sul), e o momento então era diplomaticamente sensível. O centro financeiro indiano de Mumbai havia acabado de ser atacado por terroristas de origem paquistanesa, numa série de ações que deixou quase 200 mortos.
O governo brasileiro foi o avalista do negócio da Mectron, concedendo um seguro de crédito de 25 milhões de euros por meio do Banco do Brasil. A coincidência da aprovação logo após os ataques gerou um duro pedido de explicações da Embaixada da Índia. A posição de Jobim, de que vetar o negócio implicaria acusar o governo paquistanês pelos ataques, prevaleceu. Posteriormente, um grupo de diplomatas indianos foi recebido na Defesa e recebeu explicações consideradas satisfatórias por eles de que nenhuma tecnologia sensível seria repassada.
Negociações
O novo negócio, conforme a Folha apurou, começou a ser discutido numa visita de representantes da Mectron ao Paquistão há mais de três meses. Há um intercâmbio constante de técnicos brasileiros e militares paquistaneses, por conta do contrato do MAR-1, então a visita passou despercebida. Paquistão e Ministério da Defesa não falam sobre o assunto, mas a Folha apurou que o governo brasileiro não foi avisado ainda da negociação. A Mectron, procurada pela reportagem, afirmou que não poderia falar sobre seus negócios -de resto, uma praxe no delicado campo em que atua.
A venda agora não seria dos MAR-1, mísseis que buscam destruir alvos que emitem sinais de radar, como baterias antiaéreas. Desta vez, o Paquistão mostrou interesse nos mísseis ar-ar, para combate aéreo.
A Mectron já fabrica o MAA-1 Piranha, míssil básico da aviação de caça brasileira, mas o modelo é de uma geração já obsoleta. Logo, a opção deverá recair sobre o MAA-1B, o Piranha-2, cujo desenvolvimento está em etapa final. Como no caso do MAR-1, um eventual contrato poderá fornecer o impulso final para a confecção em escala industrial do míssil.
A empresa, surgida dos escombros do parque bélico nacional nos anos 90, é um centro de excelência em engenharia. Será uma das principais beneficiárias de repasse de tecnologia caso a Força Aérea feche a compra dos seus novos caças.
No Itamaraty, há a preocupação em não melindrar os parceiros indianos -em termos econômicos, o volume comercial com Nova Déli pode chegar aos US$ 10 bilhões em 2010, enquanto com Islamabad não chega a US$ 500 milhões.
Objetivamente, os mísseis não mudam o equilíbrio de forças entre os rivais. O que detém os países de ir à guerra hoje, a qual seria ganha de forma convencional pela militarmente superior Índia, é o fato de ambos terem armas nucleares.
Fuente: http://www.aereo.jor.br/2009/11/09/segundo-a-folha-paquistao-comprara-maa-1b-da-mectron/
Ojala se de ese contrato (aunque a la India no le hace gracia el asunto) se concrete porque seria el espaldarazo final al proyecto MAA-1B. A mi en lo personal me encantaria verlo en el Mirage 2000P. Una infografia muy buena sobre los principales misiles de MECTRON:
http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/11/Folha-infográfico-mísseis-Mectron.JPG
Saludos!
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