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Uma otima materia publicada em http://www.sistemasdearmas.cjb.net/
Programa FX-2
Em 2006 foi anunciado que a FAB vai reabrir a concorrência do Programa FX. Agora parece que a FAB vai adquirir a aeronave direto do comprador e sem abrir concorrência. Parece que os preferidos são caças bimotores como o Su-35 russo e o Rafale francês. O Su-35 tem o problema de não ser usado pela Força Aérea Russa (mas o motor, armas e aviônicos sim e em outras aeronaves) enquanto o Rafale tem um preço bem amargo apesar dos valores mais recentes serem bem menos salgados que os concorrentes (Eurofighter, F-15 e JAS-39 Gripen).
A experiência em combate BVR (treinamento e exercícios obviamente) com o F-5EM deve influenciar em muito os requisitos da nova aeronave. Os pilotos com esta experiência, como acontece com os estrangeiros, certamente vão pedir um caça com um radar e mísseis com o maior alcance possível. Os outros requisitos são manobrabilidade, persistência de combate (alcance e quantidade de mísseis), guerra eletrônica e aviônicos de última geração.
Em combate aéreo a aeronave deve ser adequada para realizar missões de interceptação, superioridade aérea e escolta. Para realizar missões de interceptação o novo FX precisa ter capacidade de acelerar e subir rápido, bom raio de ação para boa cobertura e bons sensores de detecção. Para realizar superioridade aérea precisa de capacidade BVR, grande manobrabilidade, persistência de combate, boas armas de curto alcance, capacidade de reabastecer e rearmar rápido e resistência de combate. Para realizar superioridade aérea em território inimigo deve ter bons sistemas de auto-proteção para se proteger também de mísseis SAM. Para realizar escolta precisa de boas ECM para se defender de mísseis SAM, bom alcance para acompanhar os pacotes de ataque, bons sensores pois pode não ter apoio externo. Os F-5 ainda serão bons com combate aéreo aproximado se receberem um míssil de quinta geração como o Python 5.
No caso do Su-35 as vantagem são a persistência de combate devido a grande autonomia e grande quantidade de mísseis. Se a versão do motor escolhida for a AL-41 pode se considerar a capacidade de supercruzeiro na persistência de combate. Os russos já oferecem seus caças com radares de varredura eletrônica ativa enquanto os concorrentes usam varredura eletrônica passiva ou convencional. A versão de dois lugares terão ótima capacidade para serem usadas como mini-AWACS junto com o radar de varredura eletrônica ativa e ainda mantem a capacidade de combate completa. As opções de armamento do Flanker são bem variadas em termos de alcance e não tem muito limite de tamanho. Se vier com um bom sistema de guerra eletrônica poderá preencher todos os requisitos de interceptação, escolta e superioridade aérea. O lado ruim do Flanker é o conceito de manutenção considerado inferior ao ocidental, apesar dos russos estarem mudando e se aproximando das capacidades dos caças ocidentais neste quesito. Se a FAB cobrar a integração de aviônicos do padrão BR (usados no A-29 e F-5EM) os custos e disponibilidade não serão mais problemas.
O Rafale tem a vantagem de ser um projeto mais recente com custos de operação provavelmente inferiores ao Flanker. Os aviônicos são no estado de arte com um radar de varredura eletrônica passiva, IRST e sistemas de interferência eletrônica avançados. As opções de mísseis BVR são relativamente poucas com o MICA EM e IR e o Meteor. Para diminuir os custos de aquisição a FAB pode pedir a exclusão do IRST (OSF) e dos sistemas de guerra eletrônica sofisticados.
As táticas de combate aéreo descritas anteriormente sugerem que as armas do novo FX devem ser bem variadas. Os mísseis de terceira geração como o MAA-1 Piranha ainda poderão ser usadas para alguns cenários como aeronaves de segunda linha e alvos pegos de surpresa. Em alerta em tempo de paz não é necessário voar com muitos mísseis devido a ameaça esperada. Estes mísseis ainda não estão absoletos e são baratos. O futuro míssil de combate aéreo será o A-Darter a não ser que seja cancelado.
Os mísseis de médio alcance devem ser bem variados, com guiamento por radar ativo, infravermelho e até semi-ativo para permitir a criação de várias táticas. Se for possível até com guiamento por radar passivo. Devem estar disponíveis em grande quantidade.
Os mísseis de longo alcance são caros e são realmente pouco usados. O Meteor, a versão ramjet do R-77 e o R-37M devem ser as únicas opções no futuro, além do AIM-120D se for disponibilizado pelos EUA. No caso do R-37M apenas o Flanker poderá ser capaz de disparar. Pelo menos uma aeronave em um elemento ou esquadrilha deve levar mísseis de longo alcance.
O novo FX deve ser capaz de levar todos estes mísseis citados e em grande quantidade para conseguir vencer no cenário BVR. A configuração vai depender da função da aeronave. Alguns vão ser usados como mini-AWACS, outros serão alas apenas para apoiar, outros serão os snipers para engajar a longa distância e outros serão otimizados para combate aproximado. O objetivo é criar incerteza nos pilotos adversários.
http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/aam/aamrafale.jpg
O Rafale não participou da primeira concorrência do Programa FX por ter um custo muito alto. Agora a Dassault baixou o preço para ficar competitivo com o governo francês assumindo os custos do desenvolvimento da aeronave.
http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/aam/aamsu27.jpg
A nova versão do Flanker será o Su-35BM que deve voar ainda em 2007. A nova aeronave não receberá canards, terão asas com novas superfícies de sustentação, estabilizadores menores e será duas toneladas mais leve com o uso de materiais compostos na estrutura. O IRST pode ser usado como alerta de disparo de mísseis no setor frontal. Mesmo se tiver tecnologia ultrapassada pode detectar o calor do motor dos mísseis facilmente. A foto acima é da versão Su-27SMK
gato_ar
07-Mar-2007, 18:17
Ya voté por el Flanker. Mi fondo de pantalla es un SU-35.
Será lo mejor del barrio. Brasil se lo merece. También la Argentina. Si pudiéramos estandarizar un mismo avión de combate para Brasil y Argentina, bajarían los costos de mantenimiento, e incluso los de adquisición.
Saludos
gato
Ya voté por el Flanker. Mi fondo de pantalla es un SU-35.
Será lo mejor del barrio. Brasil se lo merece. También la Argentina. Si pudiéramos estandarizar un mismo avión de combate para Brasil y Argentina, bajarían los costos de mantenimiento, e incluso los de adquisición.
Saludos
gato
Ojalá nuestros políticos, de los 2 países, tengan te oído estimado amigo.
Por favor... O Su-35 é um projeto morto e sem futuro.
Lobo_Guara
11-Mar-2007, 18:37
Por favor... O Su-35 é um projeto morto e sem futuro.
Concordo plenamente AMX e o atestado de óbito foi emitido a partir do recente anúncio feito pela agência de notícias ITAR-TASS do lançamento do projeto do novo caça de 5ª geração que substituirá o SU-27 na Força Aérea Russa, com isso o SU-35 certamente será esquecido.
Lobo_Guara
11-Mar-2007, 18:40
Novo caça Sukhoi começa produção
Indústria russa anuncia o substituto do SU-27
08.03.2007
Segundo informações da agência de notícias russa ITAR-TASS, terá finalmente começado o processo que conduzirá à produção do primeiro caça russo de 5ª geração.
Segundo as fontes russas, a produção do que será provavelmente o primeiro protótipo de avião, será feita pela NAPO, nas instalações de Komsomol-am-Amur..A NAPO pertence ao consórcio Sukhoi.
Os problemas económicos por que a industria russa passou durante os anos 90, levaram a que os trabalhos de desenvolvimento tenham chegado quase a parar, mas a alta do preço do petróleo e a disponibilidade de dinheiro fresco por parte do governo russo, levou a que os projectos há muito tempo congelados voltassem agora a ressurgir.
Neste contexto é também na fábrica de Komsomol-am-Amur que se tem vindo a construir desde 2006, e em pequena escala, o caça bombardeiro SU-34, também ele uma versão muito modificada do SU-27, e que se destinava inicialmente à função de bombardeiro naval baseado em terra.
Embora se continue a promover as aeronaves mais antigas para venda no mercado internacional, o novo avião deverá substituir as aeronaves da família SU-27/SU-30, que estão a completar trinta anos desde que voaram pela primeira vez na Rússia, e que deverão estar próximas dos 40, quando o novo avião estiver operacional.
Foram divulgadas também intenções de substituir o mais ligeiro MiG-29, embora neste caso, os custos provavelmente venham a impedir essa substituição de ser posta em prática.
Existe muita especulação sobre as características da aeronave, mas a informação mais concreta afirma que se tratará de uma derivação do avião experimental SU-47 Berkut, com a adição de alterações decorrentes da análise das tendências da tecnologia e de estudos mais recentes que pretendem englobar os estudos russos no sentido de procurar produzir um avião com menor «assinatura» perante os radares, na linha do que os americanos fizeram com o F-22.
Desde a primeira guerra do golfo, que os russos têm procurado desenvolver, ou copiar a tecnologia que permite às aeronaves Stealth dos Estados Unidos iludir um grande numero de radares e evadir-se ou despistar mísseis anti-aéreos.
Durante o conflito no Kosovo, quando uma aeronave Stealth americana que voava a baixa altitude, foi abatida pelas defesas anti-aéreas sérvias, os russos mostraram-se imediatamente interessados em recolher amostras dos materiais que cobriam o avião.
Os russos poderão assim ter pelo menos parcialmente, desenvolvido a capacidade de ocultar uma aeronave, e esta capacidade é vista como muito importante, pois neste aspecto o caça SU-27 é conhecido por ter uma assinatura inconfundível nos radares de um potencial inimigo.
A aeronave, também deverá aproveitar os estudos e desenvolvimentos russos na área da manobrabilidade, incorporando os mais sofisticados e modernos motores com vectorização de impulso, que lhe darão uma capacidade acrescida quando for necessário iludir adversários ou mísseis a curta distância..
O programa porém, não será rápido. Há muitos custos envolvidos, e grande parte dos engenheiros russos que existiam há 15 anos, já não estão ao serviço ou abandonaram a indústria por falta de opções. A Rússia já estabeleceu negociações com a Índia para o possível desenvolvimento conjunto do novo caça, e a promessa é uma das principais argumentações comerciais dos russos, para obter novas encomendas no mercado indiano.
Se o programa decorrer como é normal, sem atrasos, a primeira aeronave poderá voar em 2009/2010, e as primeiras unidades poderão ser declaradas operacionais entre 2014 e 2016.
Fonte: www.areamilitar.net
Yo vote por el Rafale, es lo que la Fuerza Aerea y la Aviaciòn Naval Brasileña se merece. Typhoon no, es muy caro.
Preguntas: ¿El Mirage 2000-5/9 no encaja entre las opciones? ¿Y si fuera fabricado localmente? ¿O simplemente no ha sido tomado en cuenta?
Un joint-venture entre Brasil (upgrade de su flota actual y mas unidades), Argentina (usuario historico del la familia Mirage que necesita un nuevo caza) y el Peru (upgrade de flota actual y porque no, expansiòn de la misma).
Seria el caza estandar sudamericano, Peru veria modernizada su flota, Argentina tendria al digno reemplazo que sus Mirage III merecen y Brazil incremetaria el know-how que ya posee su industria aeronautica y daria pie para proyectos mas ambiciosos en el futuro, como revivir al SAIA-90 (un concepto avanzadisimo en mi opiniòn) y asi reducir la depedencia del armamento exterior y fomentar la I+D en nuestros paises.
Gracias por las respuestas de antemano.
Saludos!
rotito71
12-Mar-2007, 06:51
Estimado Ian!
Tengo entendido de que el Mirage 2000 ya no se encuentra en fabricación. O mejor dicho, Dassault ya lo tiene borrado de su programa de producción. Ello significa, que habría que entrar a fabricarlo de la nada, sin el apoyo técnico de la empresa, por lo cual los costos se van a las nubes. Creo que el ideal es ir por algo mas nuevo y mas actuál. Al igual que Chile, mas vale tener poco, pero tecnológicamente avanzado.
Salu2
Si, verdad.
Francia ya no fabrica más los Mirage, optando por cerrar la linea de producción para priorizar al Rafale.
Los Mirage eran tan buenos aviones que los países optaban por continuar a comprar ese modelo. Fue una questión empresarial, mirando al futuro producto.
Esteee... Yo escribi claramente "fabricado localmente". Se que Francia no lo fabrica mas y se que fue para darle empuje al Rafale... Una muy mala jugada comercial en mi opinión, segun me comentaba el forista Mingo en Las Palmas el dia de la exhibicion de los Vipers. Y yo coincido con el.
Yo me referia que Brazil adquiera la linea de producción del Mirage 2000, que es un caza magnifico, de los mejores que hay en el mundo. Dassault metio la pata con furia al sacarlo de producción.
Ese es exactamente mi punto.
Gracias por las respuestas de antemano!
Saludos!
Estimado Ian
La linea del Mirage ya no está más disponible, lamentablemente.
LLegaran a ofrecer a Brasil un Mirage con los sistemas del Rafale y a un costo un poco menor.
Hoy dia el precio ofrecido por el Rafale ya es menor que aquel pretendido por los franceses para vender los Mirage "vitaminados".
Creo que la FAB, tarde o temprano, sigue por ese camino.
Saludos
MAVERICK
14-Mar-2007, 00:51
Mmmmh, nuevo en q sentido rottitto? Digamos q el F-16 es mas antigua q el M2000 por el hecho q entro 7 años antes en servicio. Ahora si te refieres a version o standar a adquirir, el M2000-5 Mark5 es el simil y con mejor radar q el Black 50 y equivalente al Block 60/62.
Pero en mucho tienes razon en señalar q la linea de produccion del M2000 ya se cerro y dudo mucho la la vuelvan a abrir sin pedidos jugosos (por encima de los 60 cazas) o, en cristiano, q valgan la pena. El M2000 en Brasil no es el caza definitivo ni pretende serlo, es mas bien algo asi como un puente entre los q ya se estan retirando y el nuevo por venir... de ahi la importancia del FX Brasileiro.
Yo le doy el voto al Rafale. Por el simple hecho q el concepto es casi 2 decadas mas actual q el de la familia Flanker (hoy por hoy los mejores cazas del mundo), ademas... en 10 años el Flanker ya sera desplazado en la medida q nuevos cazas demuestren sus superioridad, entre ellos el Rafale.
Mav 8)
Lula diz que governo retomará compra de caças, suspensa logo após a posse
BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta segunda-feira da cerimônia de entrega dos dois primeiros aviões Mirage 2000-C/B usados, de um total de doze unidades adquiridos pela Força Aérea Brasileira (FAB) da. França, que chegarão ao país até o fim de 2008. Em seu discurso, o presidente disse que os Mirage reforçarão o domínio do espaço aéreo brasileiro, mas afirmou que o governo desenvolverá o projeto F-X, suspenso no início de seu mandato.
A suspensão da compra foi um dos primeiros atos de Lula ao assumir o governo. No dia 2 de janeiro de 2003, o presidente suspendeu a licitação, que havia sido aberta em agosto de 2001, argumentando que precisava do dinheiro para o programa Fome Zero.
Esses avanços já são muito significativos para a Aeronáutica, mas outros certamente estão por vir. Com os Mirage, eliminamos uma lacuna em nosso dispositivo de defesa aérea espacial, mas o planejamento estratégico de nosa defesa inclui a chegada futura do F-X, imprescindível elemento de avanço tecnológico para a Força Aérea - disse Lula.
A cúpula da Força Aérea espera que a negociação para compra dos novos caças seja retomada nos próximos anos. Segundo nota do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, "o pensamento da alta administração da FAB é retomar tão logo seja possível o processo do projeto F-X, a fim de possibilitar a incorporção e operação de uma nova aeronave de defesa aérea".
Segundo a Aeronáutica, a compra dos Mirage 2000-C não faz parte do projeto F-X, que previa a aquisição de doze aviões de avançada tecnologia. Para a Aeronáutica, a aquisição dos aviões franceses responde a uma necessidade emergencial. As duas aeronaves foram incorporadas ao 1º Grupo de Defesa Aérea (GDA), que fica em Anápolis (GO), a cerca de 150 quilômetros de Brasília.
O custo total da compra das 12 aeronaves é de cerca de 80 milhões de euros, incluindo a aquisição de suprimento e treinamento de pilotos e mecânicos brasileiros na França. Os aviões vão substituir os caças F-103 Mirage III, desativados em dezembro do ano passado e que estavam em operação desde a década de 70. Segundo a Aeronáutica, os novos caças adquiridos têm vida útil até 2025. Pelo cronograma de entrega, outros dois aviões chegarão em outubro, mais quatro em 2007 e mais quatro em 2008.
Na solenidade, o presidente subiu num dos aviões e pediu informações técnicas ao major Marcelo Grolla, piloto de um dos caças, e posou para fotos com boné do GDA. Lula estava acompanhado do ministro da Defesa, Valdir Pires, do chanceler Celso Amorim e do Comandante da Aeronáutica, Luiz Carlos Bueno. O astronauta Marcos Pontes também compareceu na solenidade, mas ficou em segundo plano. No fim da solenidade, o presidente abraçou e tirou fotos com funcionários do GDA e seus familiares.
Orçamento da Defesa pode subir para R$ 10 bi
País corre risco de perder liderança militar na região
Daniel Rittner
O governo concluiu um audacioso plano de reaparelhamento das Forças Armadas em que prevê investimentos de até R$ 16 bilhões para a aquisição e modernização de equipamentos militares. O plano pressupõe a ampliação do orçamento anual do Ministério da Defesa para R$ 10 bilhões - o que inclui despesas de custeio - e define prioridades na compra de armamentos.
Está prevista, por exemplo, a retomada do Projeto F-X, de aquisição de novos caças para a Aeronáutica, com despesa de US$ 1,1 bilhão entre 2008 e 2012. Trata-se de um investimento superior aos US$ 700 milhões estimados anteriormente para a compra dos aviões, que foi interrompida oficialmente em fevereiro de 2005.
Na licitação, quatro grupos chegaram à fase final do processo: o consórcio franco-brasileiro Embraer-Dassault, a americana Lockheed, o grupo anglo-sueco Saab e o russo Sukhoi. Na análise técnica-operacional da Força Aérea Brasileira (FAB), o Sukhoi-35 despontou como favorito, mas a concorrência foi colocada na geladeira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sua primeira semana de governo e encerrada formalmente em 2005.
Agora, o F-X deverá ser retomado, sem a necessidade de uma licitação formal. Os russos continuam com alguma chance, mas uma nova geração de caças ganhou escala industrial nos últimos anos e tornou defasadas a maioria dos aviões oferecidos anteriormente. O preferido de boa parte da cúpula da Aeronáutica é o francês Rafale, da Dassault, cujas unidades de série só começaram a ser entregues em 2004. Hoje custam em torno de US$ 70 milhões por avião. Uma alternativa ao Rafale, também considerada pela FAB mas com menos entusiasmo, é o Eurofighter Typhoon, fabricado por um consórcio europeu - Reino Unido, Alemanha, Itália e Espanha.
http://www.areamilitar.net/noticias/noticias.aspx?nrnot=371
Brasil estuda opções para novos caças
De Rafale a Typhoon passando pelo Su-27
08.05.2007
Quando nos anos 70 o Brasil adquiriu 12 caças Mirage-IIIE, a FAB era juntamente com a Força Aérea Argentina a força aérea com os equipamentos mais modernos no continente. O tempo entretanto foi passando e a idade dos Mirage-III brasileiros foi aumentando inexoravelmente. Velhos de idade e obsoletos do ponto de vista tecnológico os Mirage eram já um perigo para a segurança dos pilotos.
A sua substituição começou a ser cogitada ainda nos finais dos anos 90, mas o processo lento e longe de ser prioritário foi-se arrastando. E arrastou-se tanto que os Mirage-III chegaram a um ponto em que já não podiam voar, deixando a defesa aérea brasileira restringida a velhas aeronaves F-5, a maioria delas não modernizadas.
O projecto FX, acabou naufragando, vitima quer dos atrasos, quer das criticas de muitos sectores àquele que era visto como o principal concorrente: o fabricante do caça Mirage-2000, proposto pela EMBRAER.
Com o cancelamento do programa FX, a Força Aérea Brasileira embarcou num programa de emergência destinado a resolver o problema da falta dos Mirage-III (já dados de baixa) optando pela aquisição provisória de uma dúzia de aeronaves Mirage-2000C, que não sendo aeronaves modernas, são no entanto mais sofisticadas que os vetustos Mirage-IIIE que já nem voavam.
Mais recentemente, o Brasil demonstrou interesse em continuar o processo de modernização da Força Aérea com projectos para a aquisição de aeronaves modernas.
A diferença do actual processo para o anterior, tem a ver com a qualidade dos concorrentes. Parece haver predisposição das autoridades militares brasileiras para aumentar os gastos militares pelo menos no que respeita a programas que são vistos como tendo prioridade.
Internamente, têm sido feito comentários por políticos em Brasília sobre a obsolescência do material das forças brasileiras, que se arrisca a ser um factor de desprestigio para o país, principalmente quando na América Latina outros países aparecem como compradores de novos equipamentos militares que deixam o Brasil numa posição que embora não seja de subalternidade, por causa da dimensão do país, permitem a países como Chile ou Venezuela disputar a primazia em termos de superioridade tecnológica.
A pressa que algumas autoridades militares brasileiras parecem ter, pode ter um nome: Hugo Chavez.
O presidente da Venezuela, embora afirmando ser um correligionário político do presidente brasileiro, entrou num processo de modernização das forças armadas da Venezuela, que acabará por colocar aquela força numa situação de vantagem no norte do continente sul americano.
É uma questão de prestigio, e o Brasil está sendo passado para trás...» afirmado alguns militares, que aproveitam a situação para marcar as suas posições na sempre complicada tarefa de fazer passar leis ou aprovar gastos para as Forças Armadas.
Segundo as informações que se podem colher de várias fontes da imprensa brasileira, e no que diz respeito ao processo de rearmamento com mais visibilidade (a futura compra de novas aeronaves de combate), as negociações que tiveram lugar entre o Brasil e a França para analisar a possibilidade de aquisição do caça Rafale não foram naturalmente concluídas mas estão bem encaminhadas. A Força Aérea Brasileira, tem montada toda a sua estrutura nacional de manutenção e revisão de aeronaves de primeira linha, baseada nas necessidades dos antigos Mirage-III e a passagem para o caça provisório Mirage-2000 vem reforçar ainda mais essa organização, pelo que a compra do Rafale seria deste ponto de vista a solução mais simples.
Parece também ser relativamente ponto assente que os Mirage-2000C adquiridos pelo Brasil não deverão sofrer nenhum tipo de alteração significativa, passando à activa praticamente como chegam da França.
A Força Aérea não quer investir nesse caça, porque o investimento poderia ser interpretado pelo poder politico como transformação do Mirage-2000 num caça definitivo, coisa de que a FAB não quer nem ouvir falar.
Por esta razão a proposta francesa para fornecer mais uma dúzia de Mirage-2000C para complementar os 12 que foram adquiridos não tem sido muito bem recebida pelos militares da aeronáutica. A ideia é de que quanto mais Mirage-2000 vier, mais tempo o avião vai ficar na activa.
Outro dos problemas que a FAB tem para resolver, é o programa de modernização do caça ligeiro F-5, programa que está a progredir lentamente. A progressão lenta dos trabalhos e a rápida evolução que o equilíbrio de forças está a sofrer na América Latina, está a transformar o «novo» F-5M brasileiro numa aeronave ultrapassada quando em comparação com os restantes aviões de combate da América Latina, especialmente no Chile e na Venezuela.
Urgência
Sabe-se que do ponto de vista tecnológico, e porque não parece haver nenhuma intenção de adquirir mais Mirage-2000 nem de os modernizar, o pequeno F-5M é na realidade o caça mais sofisticado do Brasil.
Isto torna ainda maior a necessidade de apressar a compra de uma nova aeronave. Além dos franceses, com o seu Rafale, estão também na corrida outros aviões.
Em primeiro plano aparecem os novos caças Eurofighter/Typhoon e Saab Grippen,mo sendo os que estão mais avançados em termos tecnológicos.
Eles têm capacidade para utilizar os mais recentes equipamentos, radares e mísseis «BVR». Destes três o Grippen é o menos preferido, porque ele é segundo muitos analistas muito pequeno e padece de um problema de autonomia num país onde a capacidade de chegar a lugares distantes é primordial.
Num segundo plano aparecem ainda com possibilidades aeronaves americanas (F-18 e F-16 nas suas versões mais recentes) e também o caça russo Su-27, numa das suas versões mais recentes conhecida como Su-35.
Rejeitando os americanos
Embora extremamente sofisticados, os caças americanos já não são recentes e os problemas com a utilização de equipamentos americanos sob condições impostas por Washington, é normalmente rejeitado pelos militares.
As recentes negociações entre os Estados Unidos e o Brasil, que deixaram inquieto Hugo Chavez e irritado Fidel Castro, podem eventualmente trazer novidades, tudo dependendo da vontade que Washington tiver em enviar uma mensagem clara a Hugo Chavez, sobre quem é que os americanos consideram que é a potência de referência no continente.
Nesse contexto, rumores sobre a possibilidade de venda de uma aeronave como o moderníssimo caça Stealth F-35 são provavelmente apenas isso, mas não deixam de demonstrar que existe por parte de Brasília alguma abertura relativamente às relações com os Estados Unidos, provavelmente condicionada pelas posições assumidas pela Venezuela.
O Su-27/Su-35 por seu lado, é visto por muitos como impressionante pelas suas prestações, mas também é antigo e complexo de utilizar e principalmente de manter.
Os seus planos de revisão, reparação e substituição de peças parecem ser completamente diferentes daquilo a que a FAB está habituada. As manutenções são diferentes e os ciclos de manutenção também, porque é difícil fazer pequenas manutenções no enorme caça, que em alguns casos precisará ser desmontado mesmo para fazer pequenas substituições que nos Mirage por exemplo seriam questão de rotina simples e paragem por um dia.
Os russos determinam intervalos muito maiores entre grandes revisões e os seus padrões só agora estão a ser modificados. Os aviões deles, foram feitos para uma realidade muito diferente, em que as questões de custos não eram as mais importantes. A adaptação dos aviões russos aos padrões das forças aéreas ocidentais é por isso vista como complexa. Os russos estão a tentar mudar as coisas e afirmam que nas últimas versões dos seus caças Su-27, como o Su-35 a manutenção vai obedecer a novos padrões porque o Su-35 já foi pensado para realidades diferentes. O problema é que quem receber esse primeiro avião, vai ser a cobaia.
E os militares gostam de jogar pelo seguro.
Seja qual for a escolha, a futura aquisição que o Brasil deverá fazer, deverá recolocar a Força Aérea Brasileira como a força aérea de referência no continente sul americano.
Feldmarschall von Einsamk
09-May-2007, 14:40
Soluçao para um futuro Proximo, é comprar os Mirage-2000/5 que forem saindo do serviço na AdlA, O Rafale pode vir a ser construido aqui se o numero de aeronaves for maior que 40
Lobo_Guara
09-May-2007, 15:51
Soluçao para um futuro Proximo, é comprar os Mirage-2000/5 que forem saindo do serviço na AdlA, O Rafale pode vir a ser construido aqui se o numero de aeronaves for maior que 40
Concordo com a tua opinião de adquirir mais Mirrage 2000, principalmente se acompanhado de um processo de modernização para elevá-los a um nível próximo do que era proposto para o Mirrage 2000BR, isso possibilitaria a particpação da Embraer no processo e custaria a metade do que seria gasto com a aquisição de aeronaves novas também poderia envolver um número maior de aeronaves do que as 12 ou 24 previstas para o FX possibilitando um resultado em termos estratégicos até superior do que a compra de uma dúzia de aernaves no estado-da-arte. Quanto ao aspecto tecnológico, penso que o brasil deveria analisar com maior carinho a possiblidade de voltar a participar de um projeto multinacional como o que originou o AMX, neste caso, tendo em vista a necessidade de futuramente substituir os F-5 e A-1, seria oportuno considerar alguns projetos atualmente em curso como o MAKO da EADS, o caça leve indiano Tejas fabricado pela indústria HAL (Hindustan Aeronautics) ou mesmo o caça de ataque leve sul koreno A-50 da RoKAF. Uma iniciativa nesse sentido agora possibilitaria o engajamento da industria nacional no projeto, desenvolvimento de novas tecnologias e capacidades no país e sobretudo autonomia para a FAB, sem contar nas possibilidades de exportação haja vista a existência de demanda por caças leves que em muitas vezes pode comuprir de forma satisfatória todas as missões realizadas por caças mais robustos, exemplo disso foi o sucesso de vendas do F-5. Assim a FAB poderia a partir de 2015 operar dois caças o Mirrage 2000 Mod. para as missões de superiorirdade e um caça leve moderno de forma complementar, para então somente a partir de 2025 iniciar a substituição dos Mirrage 2000 por algo muito superior e com uma participação direta da indústria nacional. Até lá, segundo as projeções e se nada der muito errado, o Brasil estará entre os 5 países mais ricos e consequentemente mais importantes do mundo.
Feldmarschall von Einsamk
18-May-2007, 13:35
O Mako seria perfeito, mas enquanto nao tem encomendas, nem pode ser cogitado
:cry: :cry: :cry: :cry:
Na FAB, o Programa FX foi identificado oficialmente pelo Brig. Pertusi, chefe da 3ª Subchefia do Estado Maior da Aeronáutica, em sua palestra no Seminário de Defesa, como sendo a “prioridade número um” da força a partir de agora. Diferentemente da outra vez, agora a compra do novo caça será “direta”, sem um processo aberto de propostas enviadas pelos interessados
FONTE: ALIDE
Feldmarschall von Einsamk
24-May-2007, 22:16
Isso é o que eles falam, Mas pelo que parece, so tem vindo Transporte
E eu que pensava que a espinha dorsal de uma força aerea fosse os Caças
:lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
Lobo_Guara
08-Nov-2007, 10:53
Projeto FX-2
Gilberto Amaral
O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, recebeu sinal verde do presidente Lula para tirar da gaveta em janeiro, o projeto FX-2, e comprar 36 caças para a Força Aérea Brasileira, ao custo de US$ 2,2 bilhões. O projeto original, o FX-1, planejado no governo Fernando Henrique Cardoso, previa uma compra mais modesta, de US$ 700 milhões.
Fonte: JB ONLINE - 08/11/2007
Esa noticia vino junto con a del descubrimiento de reservas de petróleo que van poner Brasil, en el mismo nivel de exportador, que los países árabes y Venezuela. Por lo tanto, los treinta y seis nuevos cazas, al parecer, tendrán a partir de ahora una importancia bien menor que tendrían antes. Pienso que novedades en futuro próximo, serán bien interesantes...
Saludos
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Una mano sua faciebat opus et altera tenebat gladium
CHUNCHO
27-Aug-2008, 22:10
Brazil Offered F-16s, Not F-35s
Aug 27, 2008
Graham Warwick
Lockheed Martin has offered Brazil a tailored version of the F-16 instead of the F-35 Joint Strike Fighter originally specified in the request for information (RFI) issued in July, a move that suggests the U.S. is not quite ready to offer its latest fighter beyond the JSF partner nations and close allies.
The F-16BR is one of six contenders for the F-X2 program. Brazil also requested information on the Boeing F/A-18E/F Super Hornet, Dassault Rafale, Eurofighter Typhoon, Saab Gripen and Sukhoi Su-35, with the field expected to be narrowed to two or three candidates ahead of a contract award early next year.
Brazil requested information on the F-35, but Lockheed says it responded “with a ‘best value’ solution of the Advanced F-16 ... tailored to meet the requirements outlined in the RFI.” The F-16BR configuration has been developed “to satisfy the originating requirements, inventory and delivery dates, offset and industrial cooperation ... with the most advanced and capable F-16 available.”
The Brazilian air force has a $2.2 billion budget for an initial batch of up to 36 aircraft for delivery beginning in 2015, but could eventually require up to 120 new fighters to replace its fleets of Dassault Mirage 2000s and upgraded Northrop F-5Ms and Embraer/Alenia A-1Ms.
Analysts at Washington-area consultancy Forecast International say that although Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva likely has been stirred by Venezuela’s military buildup, he also recognizes a need to rectify his country’s deficient level of armaments and boost Brazil’s position in the region. In an Aug. 26 statement, the analysts said da Silva has increased pressure to make funds available for two ambitious military programs previously sidelined due to funding problems, the F-X2 and new nuclear submarines.
Nuclear sub
In February, Brazil announced that it and Argentina will develop the nuclear reactor for the new sub while France will provide the basic design. Design and construction of the hull alone will take 12-14 years, according to the analysts, with the overall program not yielding “tangible” results until 2020-2024.
Meanwhile, Brazilian officials also are crafting a new strategic plan due out Sept. 7 that eyes long-term economic and military benefits. Plans are expected to shift defense priorities away from the southern borders to the Amazon region in the north, the Atlantic coast and air space, according to Rebecca Barrett, Forecast International analyst. It also will focus on a rapid-deployment model, with modular regional brigades that could quickly reach an area of contention.
Also expected to be outlined is the government’s interest in including technology transfer in future procurements.
Fuente: Aviationweek (http://www.aviationweek.com/aw/generic/story.jsp?id=news/BRAZIL082708.xml&headline=Brazil%20Offered%20F-16s,%20Not%20F-35s&channel=defense)
Leyendo la web encontre que la FAB habria seleccionado a 3 empresas como las finalistas para el programa FX-2: Boeing, Dassault y SAAB, cada uno presentando respectivamente al F/A-18, Rafale y Gripen NG.
Los cazas rechazados serian el Eurofighter Typhoon, los cazas de Lockheed-Martin F-16 y F-35, y el Sukhoi Su-35.
¿Los amigos brasileños saben algo mas al respecto?
Saludos.
Esto es correcto amigo Ian.
La FAB anunció formalmente la short list con las 3 aeronaves que escribiste, como resultado de un RFI enviado a los fabricantes.
Ahora los 3 que permanecen en la "contenda" tendrán un prazo para enviar sus RFP.
La cosa camina bién.
Solo complementando: la Boeing ofrece el Super Hornet F-18E.
Abrazo
CesarAugusto
06-Oct-2008, 12:59
En fidae escuche que los rusos habian visto bastante dificil el ganar el programa brasileño dado que los requerimientos de informacion tecnica eran simplemente demasiado altos, se requeria basicamente entregar todo lo concerniente a sensores, sistemas de control de vuelo y tecnologias sensibles, recuerdese que ellos postularon con el Su-35 caza aun en desarrollo y que comparte tecnologias con los modelos de proxima generacion, consideraron que desprenderse de esa informacion podria ser hasta cierto punto riesgoso y por eso no ofertaron entregar parte de la informacion requerida, entiendo que Dassault y Saab si estan dispuestos, aunque tambien con ciertas limitaciones, lo de Boeing es hasta cierto punto sorprendente considerando que EEUU no va a acceder a entregar mucha informacion tecnica, talvez su potencial aprovechamiento embarcado sea una ventaja digna de tener en cuenta, ademas que es un avion con una buena relacion costo-capacidad y esta en produccion masiva hoy en dia.
El detalle es que Brasil invierte en equipo pero aprovecha para adquirir tecnologia y conocimiento que luego sirve para la industria aeronautica local, en ese sentido es una buena estrategia, aunque claro necesitan montos de inversion inmensos, que parece que los tienen. Queda claro que de concretarse esta adquisicion sea cual fuere el ganador sera el caza mas moderno de Sudamerica (en su entrega el 2014).
Saludos
Cesar
CHUNCHO
06-Oct-2008, 16:43
Es cierto lo que dices Cesar, por la condicion de Brasil de obtener transferencia tecnologica en la compra de su nuevo caza es que como tu mencionas Rusia parece que se tiro para atraz, lo mismo que Lockheed Martin con el F-35, por eso que ofrecio un F-16Br, que no le agrada mucho a Brasil por lo ya antes mencionado (nada o muy limitada transferencia tecnologica) .
CHUNCHO
21-Nov-2008, 19:56
La FAB acorto su lista para la opcion de escoger el nuevo caza brasilero, saco de la lista al Su-35, el F-16Br y el Typhoon. Quedan en contienda el Dassault Rafale, el Gripen NG y el Super Hornet... se pone interesante.
Huaso Invitado
22-Nov-2008, 00:08
Chuncho...te refieres a que quedan en la lista de la FAB F-16Br, Typhoon y el Su-35??? o Super Hornet y el Gripen NG???
Ya que yo tenía etendido que originalmente el F-16, fue uno de los primeros de quedar fuera...luego se fueron juntos el F-35, Typhoon y el Su-35...para sorpresa de muchos.
Qudando sólo Super Hornet y el Gripen NG...para la competencia...
CHUNCHO
22-Nov-2008, 00:26
Asi es, a eso me referia, ya hice la nota mas clara.
Huaso Invitado
22-Nov-2008, 01:17
Asi es, a eso me referia, ya hice la nota mas clara.
Disculpa Chuncho...me parece que sólo restan, si queda fuera el Rafale...Super Hornet y el Gripen NG...estan en competencia!!!!...el Su-35, está fuera hace rato.
Artículo publicado en el periódico "Folha de São Paulo" sobre el FX brasileño.
Muchas cosas son questionables, pero presenta una visión de la prensa sobre el proceso.
Perdón por los errores de castellano causados por traducción automática.
Embraer es favorecida por la FAB en la disputa de cazas
Empresa recibirá traspaso tecnológica exigida por la Aeronáutica del fabricante que conseguir el contrato de abastecimiento Gobierno brasileño modela la adquisición de 36 aviones de combate, al coste estimado de US$ 2 mil millones; el negocio debe ser cerrado hasta marzo. Para evitar el problema que trabó la disputa en 2002, la FAB (Fuerza aérea Brasileña) prohibió que los competidores del programa F-X2, para el abastecimiento de 36 aviones de combate, firmasen acuerdos de exclusividad con empresas brasileñas. El negocio de estimados US$ 2 mil millones, sobrevivirse a la crisis internacional, debe ser cerrado hasta marzo.
Independientemente del vencedor de la disputa, un grupo de empresas capitaneado por el fabricante de aviones Embraer será el principal favorecido con la compra, ya que irá a participar del programa y recibirá la trasferencia tecnológica exigida por la FAB en su pedido de propuesta -de lo cual la Hoja tuvo acceso a detalles. Boeing (EE UU), Saab (Suecia) y Dassault (Francia) firmaron memorandos de entendimiento con cerca de cuatro empresas nacionales que participarán de la adaptación del caza a Brasil: Embraer, Aeroeletrônica (que hace aviônicos), Atech (sistemas electrónicos) y Mectron (fabricante de misiles).
La echada de la FAB, además de fomentar la industria nacional, visó evitar la situación que, aliada a otros factores, derrumbó la misma competencia en 2002. En aquella disputa, la francesa Dassault estaba asociada a la Embraer en la oferta del Mirage-2000. La FAB rechazó el avión, proyecto viejo e inadecuado. La disputa quedó entre el Sukhoi-35 (Rusia) y el Gripen (Suecia).
El pequeño caza sueco, aunque fuese inferior al ruso en performance, condujo a mejor porque su fabricante, la Saab, ofreció un amplio paquete comercial. Ganó, pero no llevó: como la integración del nuevo aparato sólo podría ser hecha en la Embraer y la empresa estaba asociada a un otro competidor, el negocio trabó.
La FAB y la Embraer no hacen comentarios sobre la F-X2.
Integración es el conjunto de medidas para hacer un avión ser adecuado a la misión que le será dada en el país. Es decir, él es adaptado al sistema de comunicación usado por la FAB, a los misiles que irá a cargar y por así en delante. Esa integración es el corazón de la llamada traspaso de tecnología hecha directamente en el producto. Un simulador de todos los sistemas de avión tiene que ser usado para eso. Es ahí que los ingenieros trabajan en el software que administra la aeronave y, con los llamados códigos-fuente en mano, pueden desarrollar parámetros para diversas misiones de combate.
Existe un cierto fetiche cuando las autoridades hablan en “exigir la apertura de los códigos-fuente”, como si eso fuese a garantizar el descubrimiento de la pólvora a los nativos. Es más complejo: sin todo el sistema para “rodar” el software, de nada adelanta tener los códigos. Es eso lo que el simulador garantiza. Pero ahí es que empiezan algunas diferencias importantes entre los competidores de la F-X2, ya que desde el punto de vista de performance militar el RFP (sigla inglesa de pedido de propuesta) es generoso y establece sólo criterios mínimos, superables por los tres aviones.
Hay tres escenarios para la FAB hacer su elección.
El americano F/A-18 Súper Hornet, de la Boeing, es un avión listo, con más de 350 unidades volando. Aunque los “códigos-fuente seamos abiertos”, como bravateiam los brasileños, no habrá un traspaso tecnológica de la confección de sus sistemas. Los ingenieros brasileños que trabajen, aunque un simulador sea montado en Brasil, aprenderán la operarlo, pero no la desarrollarlo. Para compensar eso, a Boeing puede ofrecer otros traspasos. Según la Hoja apuró, la Embraer pidió en su contacto con el gigante americana detalles sobre como proyectar piezas de materiales compuestos, como fibra de carbono. Ellos son el futuro de la aviación, por sean más ligeros y durabais. Fabricarlos no es difícil; dibujar las piezas y repararlas es el complicado. El F-18 es considerado por pilotos lo mejor de la disputa, pero hay el temor de vetos futuros que puedan el dejar inoperante.
Favoritismo
En el caso del Rafale, la situación es diversa. El avión está listo, pero la versión F3 ofrecida es un desarrollo que está en circulación. Rápido, el traspaso tecnológica en el trabajo sobre el software podría ser más provechosa. Además, la Dassault puede ofrecer compensaciones semejantes a las de la Boeing, como en el área de fusión de dados de los diversos sistemas de avión. Todo eso puede ser usado en aviones civiles. De resto, el Rafale sigue siendo el favorito desde el punto de vista político, aunque sea considerado un avión caro y tenga un problema de escala industrial -sólo Francia lo opera.
Ese favoritismo político, dada la inclinación del Ministerio de la Defensa a cerrar acuerdos con París, sufrió un golpe. En la “sociedad estratégica” firmada entre Brasil y Francia, las cazas quedaron de fuera. Eso porque la FAB ya tocaba el proceso, pero el hecho encendió una luz amarilla en la Dassault, que teme haber perdido puntos ya que Brasil gastará mil millones con submarinos y helicópteros franceses.
Finalmente, hay el Gripen NG, la nueva generación del caza que casi ganó la F-X original que fue mejorado y es, hasta por ser menor y monomotor, más barato. Como es un avión que todavía no existe, todo el desarrollo puede ser hecho en conjunto con la Embraer y otras empresas brasileñas. Paradójicamente, el problema es ese: siendo un proyecto, no está probado y es sujeto a retrasos.
Sea cuál fuere el escenario, os lucros tecnológicos directos o indirectos quedarán con la Embraer y, en menor escala, con las otras fornecedoras. Máximo de coste que tendrán será lo de entrenar personal en el exterior. Y el que la FAB gana? El caza, que es lo que le interesa, y una industria de soporte que pueda garantizarle la manutención de los aviones que pretende comprar y usar en los próximos 30 años.
Para competidores, negocio ayuda a mantener alternativas a EE UU
Los competidores franceses y suecos de el F-X2 apuntan la necesidad de mantener un polo de tecnología militar alternativo a EE UU como puntos fuertes de sus ofertas. “Para nosotros es importantísimo ese negocio, ya que enfrentamos la intención americana de destruir la industria de aviación militar europeia”, afirmó Jean-Marc Merialdo, director de la francesa Dassault en Brasil.
El suyo Rafale enfrenta problemas de escala industrial, que perdió todas las disputas de las cuales participó. “La falta de éxito transcurre de razones políticas. Después del 11 de Septiembre, como si sabe, Francia fue crítica a la política americana. Eso tuvo un coste”, afirmó. Sin escala, el producto y su manutención quedan caras. El Rafale unitariamente cuesta algo cerca de 60 millones de euros, lo que ya es alto. Pero avión no es electrodoméstico, no se paga el precio de cara, y sí la logística envuelta. Australia, por ejemplo, pagó US$ 200 millones por la unidad de sus F-18 -cuatro veces más que el precio “de anaquel”.
Para franceses, proyecto es vital para el futuro de su programa
Hoy favorita políticamente en la disputa de la F-X2, la francesa Dassault afirma que el negocio es de “suma importancia” para el futuro del programa del caza multifunción Rafale-F3. “Traspaso de tecnología no ocurre del día para la noche, es una sociedad de largo plazo. Y, para nosotros, es importantísimo ese negocio, ya que enfrentamos la intención americana de destruir la industria de aviación militar europeia”, afirmó Jean-Marc Merialdo, director de la Dassault en Brasil.
El Rafale enfrenta problemas de escala industrial. Hasta aquí, sólo Francia opera el modelo, y él perdió todas las disputas internacionales para las cuales fue seleccionado. “La falta de éxito transcurre de razones políticas. Después del 11 de Septiembre, como si sabe, Francia fue crítica a la política americana. Eso tuvo un coste”, afirmó. Además, hay la presencia maciza del programa americano de el F-35, con promesas de ventajas a los compradores -los EE UU quieren que el avión sea patrón de los países de la Otan (alianza militar occidental). Sin escala, el producto y su manutención quedan caras. El Rafale unitariamente cuesta cerca de 60 millones, lo que ya es alto -y el coste puede ser mayor, la depender de la logística.
Suecos usan discurso político y apuestan en precios menores
El puesto de venta de la sueca Saab para su caza Gripen NG a Brasil es casi tercermundista. Dice ofrecer el producto más barato y no-alineado, en el caso con uno de los miembros permanentes del Consejo de Seguridad de la ONU (EE UU con la F-18 y Francia con el Rafale). “Hay que romper el monopolio de los fabricantes de caza del Consejo de Seguridad, y Suecia es la única a ofrecer una opción independiente”, dijo Bob Kemp, vicepresidente para marketing de la Gripen International, subsidiaria de la Saab y de la británica BAE Systems que vende el caza. La afirmación pierde fuerza, sin embargo, confrontada con el hecho de que cerca de un tercio del Gripen es hecho de componentes americanos. Kemp se defiende. “No es tecnología sensible, esa es dominada por Suecia, cerca de un tercio de avión. El otro tercio es europeo. Y, en el contrato, Suecia garantiza el abastecimiento de piezas siempre”, afirma.
Y cuánto vale? “Nosotros estimamos algo entre 50% del precio de nuestros competidores”, dice Kemp, citando como referencia una propuesta abierta hecha a Dinamarca: cerca de US$ 70 millones por cada uno de los 48 aviones solicitados, con toda la logística y lo entrenamiento. Kemp minimiza el hecho de que el Gripen NG no existe en la práctica. Y defiende que su mayor desventaja -ser monomotor- resultará en precio más bajo de operación: la hora-vuelo en un Gripen, dice, es de US$ 3.000, contra US$ 14 mil de sus dos competidores. Él minimiza el hecho de lo Gripen NG ser un avión de demostración con varias evoluciones sobre el Gripen C/D existente. “Somos capaces de cumplir los plazos.”
Miedo de restricciones es obstáculo para americanos
Superar el miedo natural de los brasileños de comprar un equipamiento que puede sufrir restricciones de uso en el futuro. Ese es el principal obstáculo que a Boeing, mayor empresa aerospacial del mundo, tiene con suyo Súper Hornet en la F-X2. Hay varios casos en que el Congreso o lo gobierno norteamericanos determinaron embargos a la venta de componentes militares después de haber suministrado el producto principal, causando la inutilização progresiva dieses. Los cazas F-16 de Venezuela son sólo el ejemplo más reciente - el país tuvo que buscar una alternativa, comprando material ruso.
Pero según Bob Gower, vicepresidente de la Boeing responsable por el programa de la F-18, eso será diferente en el caso de su avión ser seleccionado porque la oferta está siendo hecha bajo el llamado FMS (sigla inglesa para Venta Militar Extranjera), un programa en el cual el garantizador del proceso es el gobierno norteamericano. “El Súper Hornet ofrecido a Brasil tiene la autorización y apoyo del gobierno de EE UU”, dijo Gower. Pero hay riesgo de veto futuro? “Eso es una venta gobierno-gobierno, rápido a Boeing no puede ofrecer garantías contractuales. Pero nosotros reconocemos la preocupación de Brasil, y a Boeing deberá proponer un programa de soporte y manutención totalmente autonómico, y así la disponibilidad y confiabilidad del sistema estará bajo control de la FAB.”
Desembolso en 2014 minimiza efectos de la crisis
Aunque la crisis internacional sea una amenaza a la F-X2, la FAB cuenta con el hecho de que ningún desembolso va a ser hecho hasta 2014, cuando quiere recibir el primero de los 36 aviones. La configuración pedida, de 28 cazas de un lugar y ocho con dos, puede cambiar. Los bipostos son una tendencia mundial, pues permiten que el segundo piloto se concentre en los sistemas de armas, mientras el primero pilota.
El coste estimado de la compra, de US$ 2 mil millones, debe ser pagado en cerca de seis años. La FAB pretende substituir todos sus aviones de combate (Mirage-2000, F-5 y AMX) por el nuevo caza. Eso da más de cien aeronaves, lo que parece irreal con el presupuesto militar brasileño -en 2007, casi 80% de los R$ 30 mil millones de las tres Fuerzas fue comido por pensiones y sueldos.
En su pedido, la FAB requisitou una estimativa de coste con los sistemas de armas que cada avión puede operar. A rigor, los tres modelos usan cualquier armamento occidental, bastando configurá-los para tanto. La única exigencia fue la posibilidad de usar misiles nacionales, como los aire-aire producidos por la Mectron.
Quizás ya previendo el coste elevado, la FAB mandó uno adendo al pedido de propuesta hay dos semanas reduciendo algunas cantidades. En promedio, ella estima comprar 20 unidades de cada sistema: misiles BVR (para alcanzar blancos además del alcance visual), misiles aire-aire de corto alcance y bombas inteligentes. Esa compra es hecha directamente de los proveedores de armas.
La decisión final empieza a ser tomada el 2 de febrero, cuando los competidores entregan sus propuestas, que serán evaluadas y clasificadas. En caso de necesidad, la FAB tira dudas. Tras ese momento, viene la hora crucial, cuando las empresas presentan el Vaho, sigla inglesa para “mejor y última oferta”. A partir de ahí, la FAB hace su informe y lo presenta para el Ministerio de la Defensa, que toma la decisión en consulta con el Altiplano.
Fuente: Folha de São Paulo
CHUNCHO
03-Feb-2009, 22:06
Updates and Key Events
Feb 2/09: Bids are in. Boeing confirms that it has submitted a bid involving 36 F/A-18 Super Hornet Block IIs, with the APG-79 AESA radar.
Gripen International confirms a bid involving 36 JAS-39NG aircraft, with longer range, AESA radars, and other enhancements. Their release adds that Brazil will have “direct involvement in the development, production and maintenance of the platform but it will also generate transfer of key technology including access to Gripen source codes.”
It is presumed that Dassault also submitted a 36-plane bid for its Rafale fighter.
CesarAugusto
04-Feb-2009, 00:25
Si bien se presume que la crisis economica no afectaria directamente a los fondos relacionados con este programa, de todas maneras algo tiene que ver porque es una inversion de grandisima magnitud para sudamerica, adquirir 36 cazas top nuevos con transferencia tecnologica no es barato, por alli y Brazil puede reducir su requerimiento a 28 o 32 naves totales, mantener la posibilidad de armar dos escuadrones pero reducir un poco los costos relacionados del programa, incluso renunciando a la adopcion de alguna parte de tecnologia que puede no ser util o necesaria de cara a otros proyectos de la industria aeronautica brasileña.
Creo que todo el asunto esta perfilado para que gane el Rafale, esa digamos es la predisposicion, ahora que si los precios escalan a niveles prohibitivos pues tendrian que explorar mas de lleno las otras alternativas y en el asunto de transferencia tecnologica, performance, futuro, asociacion industrial y hasta costos el Gripen NG seria una muy interesante alternativa, la verdad en la medida que no hallan mas pedidos de F-16 a Lockheed y se demore y encaresca mas el F-35 se crea una ventana de oportunidad linda para el caza sueco, que en su version NG tiene caracteristicas tecnicas muy interesantes (por ejemplo estan demostrando la capacidad de poder desplazarse en velocidad supersonica sin meter post-combustion, algo muy util si lo vas a usar como interceptor), no se hasta que punto la transferencia de tecnologia y know how sea posible en el caso del Super Hornet, ademas es una nave desarrollada bajo requerimientos especificos de embarque en CVNs, no digo que sean malos pero tienen ciertos condicionantes que en Brazil no existen.
Ojo que la adquisicion FAB puede influenciar y mucho a los paises de la region, ese modelo tendria digamos cierta ventaja en cuanto a costos, asimilacion, soporte tecnologico, etc, posiblemente paises como Ecuador, Chile, Peru, Argentina, etc podrian ver como un "plus" en sus requerimientos que esas naves operen en Brasil y que se tenga tan a la mano soporte tecnico del modelo, algunos paises de los mencionados puede que no necesiten adquirir cazas antes del 2020, pero es probable que todos tengan que hacer compra de al menos un escuadron de cazas modernos antes del 2025 asi que mercado habria.
Saludos
Cesar
Arquitecto
11-Feb-2009, 16:55
Como buenos campeones en vale todo, los Brasileros vuelven a dar muestras de una gran flexibilidad, pues el programa FX-2 ahora es FX-2.5 dandole cabida nuevamente al SU-35 y Eurofighter.
Como comprenderan los anteriores 3 postores finalistas estan completamente desconcertados asi como el planeta entero.
Esos si que son lobbistas y no los chancays de medio como Romulo y Canaan....jajaja
Caro Arquitecto, hasta ahora nada ha cambiado.
La FAB ha recibido los RFP de las 3 aeronaves que permanecen en la licitación. Solo estos RFP están siendo analizados.
El único site que insiste en esta versión, de la inclusión de otras aeronaves, es Defesanet, que tiene que ser lido con cuidado, pues es el mismo site que ha escrito que el vuelo de los F-16 en la data pátria de Chile era un aviso a Brasil.
Saludos
Wolfman
08-Jul-2009, 00:06
Saab to Open Brazilian Base to Help Air Force Deal
07 July 2009
Saab is ready to set up a manufacturing centre in Brazil for the Gripen fighter to help it secure a $1.8bn deal for 36 warplanes from the Brazilian Air Force.
Saab intends to shift 50% of its Gripen fighter jet production to Brazil to beat competition and increase market share for its flagship product, Bloomberg reports.
The 36 planes required by the air force will replace a batch of aging Mirage jets, and Brazil is expected to purchase up to 120 planes in future.
While the Brazilian Air Force has already awarded the final assembly work to Embraer, the purchase order will be awarded in August.
Saab abrirá fábrica brasileña para ayudar a ganar el contrato de la Fuerza Aérea
07 de julio de 2009
Saab está listo para establecer un centro fabril en Brasil para el avión caza Gripen para ayudarle a asegurar un trato de $1,8 mil millones por 36 aviones de combate de la Fuerza Aérea Brasileña.
Saab tiene la intención de trasladar el 50 % de su producción del caza Gripen a Brasil para ganar el concurso y el aumento de la cuota de mercado para su producto de buque insignia, Bloomberg hace un informe.
Los 36 aviones requeridos por la fuerza aérea sustituirán una hornada de aviones a reacción Mirage envejecidos, y se espera que Brasil compre hasta 120 aviones en el futuro.
Mientras la Fuerza Aérea Brasileña ha concedido ya el trabajo de manufactura final a Embraer, la orden de compra será concedida en agosto.
El Rafale sigue siendo el favorito. Boeing ya anunció la oferta de construir F18 en Brasil de resultar seleccionados. Ahora Saab anuncia su intención de fabricar hasta el 50% de sus aviones en Brasil de ser los ganadores. Mientras tanto las presiones políticas continúan enrareciendo este dilatado preceso.
http://www.airforce-technology.com/news/news59053.html
Wolfman
14-Jul-2009, 23:52
Jobim: Francia en ´posición privilegiada´ para ganar el concurso del nuevo caza brasileño
14/07/2009 (Infodefensa.com) Brasilia - El ministro de Defensa brasileño, Nelson Jobim, dio a entender que Francia está en una ´posición privilegiada´ para adjudicarse el programa FX-2 para la adquisición de 36 cazas de última generación y cuya decisión final se espera conocer en las próximas semanas.
"Hay una disposición política del Gobierno francés para la transferencia de tecnología. Es una decisión política tanto del presidente Nicolás Sarkozy como del presidente Lula. Existe una disposición total de los franceses a caminar en este sentido", indicó Jobim quien resaltó que esta es una de las prioridades del Gobierno brasileño a la hora de decir a que compañía extranjera concede el contrato, que se espera sea uno de los más grandes y significativo del sector de Defensa de América Latina.
El ministro brasileño afirmó que el ejecutivo francés estaría dispuesto a ofrecer un generoso paquete de transferencia tecnológica y estimó que probablemente Francia sea "el único país del mundo" con tecnología propia y autónoma de aviones y submarinos, y con capacidad, por tanto, de transferirla a terceros.
Jobim, quien resaltó que la decisión final se conocerá en agosto o a más tardar septiembre, hizo estas declaraciones durante su visita a París en una entrevista que mantuvo con periodistas del diario Folha de S.Paulo en la residencia del embajador de Brasil en la capital gala, José Mauricio Bustani.
El presidente francés tiene programa una visita oficial a Brasil el próximo siete de septiembre y algunos han especulado con la posibilidad de que Brasilia aproveche la ocasión para anunciar la concesión de este importante contrato militar.
El Ministerio de Defensa Brasileño informó de que las propuestas finales para el contrato FX-2 fueron presentadas el mes pasado por el fabricante estadounidense de aviones Boeing, que presentó el caza F--18 E/F Super Horne, el grupo sueco Saab, con su Gripen NG, y el francés Dassault Aviation , que ofreció el Rafale.
Durante su estancia esta semana en Francia, Jobim tiene previsto visitar la línea de montaje del Rafael y conocer de cerca sus características y posibilidades durante una exhibición del caza en la base aérea de Mont de Marsan.
La Fuerza Aérea Brasileña (FAB) tiene abierto un concurso para la sustitución de los superados Mirage franceses con la compra de 36 aparatos de última generación, aunque la previsión es que renueve toda su flota de combate con la adquisición de hasta 120 aviones. Los analistas estiman que el contrato superará los 1.800 millones de dólares, lo que le convertiría en el más importante de la historia de Latinoamérica.
Amigos foristas parece que ya se empiezan a jugar los descuentos. El Rafale parece que verá llegar por fin la hora de su "éxito" de ventas.
Si de los 36 cazas iniciales Brasil aumenta la compra en un segundo lote a los 120 proyectados, el Rafale habrá cambiado su destino.
Rafale para Perú en unos años?? :roll:
HernanSCL
17-Jul-2009, 00:32
Boeing ofrece crear 5.000 empleos en Brasil y transferir tecnología del F-18, si gana el concurso de cazas
16/07/2009 (Infodefensa.com) Brasilia - La estadounidense Boeing, el segundo mayor fabricante de aviones del mundo, ha llevado a acuerdos con 27 empresas brasileñas, incluida Embraer, y comprometido a crear hasta 5.000 empleados, así como a transferir tecnología del F-18, si gana el concurso para suministrar cazas de combate.
Jim Albaugh, responsable de la división de Defensa de la multinacional, explicó que los acuerdos están destinados a poder transferir el know how para la fabricación de repuestos y subconjuntos destinados a diversos aviones, civiles y militares pero no cuantificó la cuantía económica de la transferencia.
"Gran parte del F-18 se construirá allí. Todo dólar que contenga el contrato regresará a Brasil en forma de manufactura, software, aviónica y electrónica", explicó Albaugh en declaraciones a varios medios de prensa en relación con el contrato abierto por la Fuerza Aérea Brasileña para la adquisición de 36 nuevos cazas de combate.
El Ministerio de Defensa Brasileño redujo la lista de empresas candidatas a tres: Boieng (F-18), la sueca Saab AB (Gripen NG) y la francesa Dassault Aviation SA (Rafale). El ministro de Defensa brasileño, Nelson Jobim, declaró esta semana que Francia está en posición privilegiada" para ganar el concurso por poder transferir más tecnología. La decisión final se podría saber en agosto o más tardar septiembre.
Por su parte, Michael Goggins, director de Nuevos Negocios de Boeing, puso especial énfasis en la cooperación que se podría establecer con Embraer, el tercer gran fabricante de aviones del mundo después de la propia Boeing y la europea Airbus. "Los vemos (Embraer) -dijo- con posibilidades de colaborar en otros proyectos y venderlos en el mercado internacional", agregó.
"¿Por qué no tomamos nuestras mejores prácticas y las colocamos juntas en otros esfuerzos, en otras áreas?. El cielo es el límite", subrayó Goggins.
Ninguna de las empresas ha hablado de cifras pero se estima que el acuerdo, que puede ampliarse a 100 cazas, puede rondar los 2.000 millones de dólares. El plan prevé las primeras entregas para el primer semestre del 2014.
La oficina de prensa de Embraer reconoció que la empresa fue contactada por las tres compañías que participan en la licitación y mantuvo conversaciones "informales" con todas, pero "no existe ningún acuerdo comercial" con alguna de ellas.
http://panamericandefense.files.wordpress.com/2009/04/fa-18ef_super_hornet_dvd_600.jpg
http://pvprm.zesoi.fer.hr/2000-01-web/2000-01-seminari/dmamic/web/18.1.JPG
saludos a todos
pd: parece que va a ser el Rafale.
CesarAugusto
17-Jul-2009, 00:50
Digamos, a groso modo, la pelea esta entre el Super Hornet que se ofrece barato y con bastantes off sets industriales (que no necesariamente estan directamente relacionados a la produccion militar o mas bien diria que no estan muy relacionados a esta, por las restricciones USA de transferir esa tecnologia y know how a otros paises), la otra opcion es el Gripen NG, que si ofrece transferencia de know how en lo que les compete (hay aspectos que simplemente no pueden transferir xque no son dueños del diseño original), pero compensan eso al ofrecer el 50% de la produccion del avion (no solo para Brasil sino la produccion posterior del avion a otros clientes internacionales) y la tercera opcion es el Rafale frances, opcion que se viene gestando desde hace mucho y que si propone transferencia industrial y -en particular- de know how de tecnologias normalmente "secretas" pero que en la desesperacion francesa por vender el Rafale estan aceptando entregar a Brasil (pais que han identificado como un socio comercial y tecnologico de importancia).
El asunto en todo caso es ver que quiere Brasil? es obvio que los tres son excelentes aparatos de combate y que todos cumplen los parametros basicos de la FAB, probablemente holgados, pero llendo un poco mas a fondo talvez el Super Hornet este un poco detras de los otros dos en cuanto a performance de plataforma y -en particular- en cuanto a esperanza de progresion tecnologica (no es un modelo que se valla a vender mucho a futuro), el Gripen por su parte tiene bastante potencial de mercado, el problema es que nunca fue 100% sueco y eso trae cola, la asociacion con Sudafrica les da fuerza por el tema del armamento (que justamente es algo que Brasil tambien hizo) pero todo esto se enfrenta a la propuesta tecnologicamente unica de Dassault de transferir lo que Brasil habia estado requiriendo (software abierto de control de vuelo, computadoras de mision, etc) cosa que podria ser aplicada despues en Brasil en medios aereos fabricados por EMBRAER (civiles y eventualmente militares), el asunto es que usualmente Brasil ha preferido la opcion que le da mas posibilidades de asimilar know how y tecnologia, asi que lo mas probable es que terminen decantandose por el Rafale, talvez podrian aprovechar la desesperada situacion francesa y pedir mas cosas o inclsuo sentar bases para desarrollos futuros conjuntos, estan en una interesante posicion de negociacion y de seguro la van a aprovechar, los suecos estarian alli como una alternativa igualmente interesante tecnologicamente (como maquina y como trasnferencia) y los Super Hornet serian una alternativa "barata" y que al menos en el corto plazo tendria importante impacto industrial (osea off sets tentadores), pero, como dije antes, este tema apunta al Rafale, que sigue liderando la competencia.
Saludos
Cesar
Wolfman
17-Jul-2009, 19:10
Si bien este es un concurso de la FAB para reemplazo de sus MIII & M2000 stop gap. El resultado final tendrá un gran componente político y estratégico que no escapa a la sensibilidad de su Gobierno. En este sentido, Francia, posicionado como "aliado" de Brasil, está en capacidad de satisfacer con trasferencia de tecnología propia las ambiciones brasileñas en tres proyectos que ellos persiguen hace tiempo:
1. Tecnología de software aeroespacial avanzado (códigos abiertos).
2. Desarrollo de un submarino de propulsión nuclear propio.
3. Construcción del futuro portaviones brasileño (equipado con Rafale M?).
Dassault iguala la apuesta de Saab y Boeing.
Dassault propone construir en Brasil los 36 cazabombarderos del Proyecto F-X2 en las instalaciones de Embraer
22/07/2009 (Infodefensa.com) Brasilia - La francesa Dassault, candidata al concurso de 36 cazabombarderos para la Fuerza Aérea Brasileña (FAB), ha propuesto construir en Brasil dichas aeronaves cuyo montaje se desarrollaría en las instalaciones de Embraer.
La propuesta, de la mano de Jean-Marc Merialdo, titular de la compañía en Brasil, se produce tras la insistencia del ministro de Defensa brasileño Nelson Jobim de que la transferencia de tecnología es una "condición clave" en la licitación internacional del Proyecto F-X2, cuyo resultado se conocerá el próximo agosto. En el concurso, el caza Rafale de Dassault compite con el Gripen NG de la sueca Saab y el Super Hornet F/A-18 E/F de la estadounidense Boeing.
Según declaraciones de Merialdo, recogidas por la agencia ANSA, "nosotros dejamos abierta la posibilidad de abrir una línea de montaje en el país" y propuso al Gobierno local "transferir la tecnología" de los cazabombarderos. Esa propuesta incluye la posibilidad de que los aviones sean montados en las instalaciones de Embraer, que el año pasado registró más de 4.000 despidos.
La oferta de Dassault está siendo estudiada por los expertos de la Fuerza Aérea Brasileña, al igual que las propuestas de Boeing y Saab. El ministro de Defensa Jobim ya ha manifestado las dificultades para la estadounidense Boeing a la hora de transferir tecnología tal y como exigen las autoridades brasileñas debido a ciertas restricciones de la Administración norteamericana
http://infodefensa.com/lamerica/noticias/noticias.asp?cod=1746&n=Dassault-propone-construir-en-Brasil-los-36-cazabombarderos-del-Proyecto-F-X2-en-las-instalaciones-de-Embraer
Esto abre la posibilidad que en un futuro Brasil sea exportador de cazas a reaccion...y que cazas! Tanto el Rafale como el Grippen son magnificos.
Salu2
CesarAugusto
22-Jul-2009, 16:36
Podrian darle a EMBRAER algun segmento del mercado, digamos todas las potenciales ventas en latinoamerica podrian ser asumidas por EMBAER, si bien el mercado no es muyyyy grande o potencial, por alli podrian vender unos cuantos en Colombia o Ecuador o Venezuela (eventualmente), y quien sabe si Peru o Chile o Argentina tambien puedan interesarse de aca a 10+ años.
Sumando poquitos podrian proyectar vender otros 36 aviones en paises de la region (y una 2da orden brasileña de otros 20+ podria seguirle), lo que haria una cantidad relativamente interesante y que si justifica la instalacion de una planta de montaje del modelo.
Saludos
Cesar
Exacto Cesar...a eso apuntaba. La pregunta es...los Rafale que eventualmente pueda vender Brasil... costaran "igual" que uno frances?
La mano de obra en Brasil debe ser mucho mas economica que la de Francia.
Lo misma pregunta seria si el ganador fuera el Gripen de la Saab.
salu2
Wolfman
14-Aug-2009, 01:39
DSCA informa posible venta de F/A-18 Super Hornets a Brasil
Posted by panamericandefense on August 10, 2009
La Agencia de Cooperación de Defensa y Seguridad (DSCA), ha notificado al Congreso de los Estados Unidos sobre la posible venta a Brasil de 28 F/A-18 E y 8 F/A-18F Super Hornets, sus correspondientes motores, más repuestos y un número importante de armas, por un monto aproximado de 7000 millones de dólares, que formarían parte de la oferta de Boeing para el programa F-X2. La DSCA es el organismo del Departamento de Defensa de los Estados Unidos encargado de los programas de ventas militares al extranjero (FMS).
La notificación aclara específicamente que ésta es en respuesta una posible selección de Boeing como empresa ganadora de la competición por el F-X2 y no es un pedido de compra, ya que el gobierno brasileño aun no ha realizado ningún pedido. Si finalmente la propuesta del Boeing F/A-18 es seleccionada, esta notificación previa permitiría realizar la venta lo mas rapido posible.
Mas allá que la cantidad de aviones era conocida, la nota aclara varios puntos novedosos que serían parte de la propuesta. Estos son, entre otros, la activa participación de la US Navy en el proyecto (la propuesta es mencionada como US Navy-Boeing), la relación de monoplazas y biplazas, los sistemas de armas incluidos (la cantidad de diferentes opciones de armamento ya integrado al Super Hornet es una de las mas claras ventajas que esta oferta tiene con respecto al Rafale y al Gripen NG) y el paquete de repuestos y entrenamiento.
Parece que hay movimientos fuertes de Boeing por reposicionarse en el concurso FX2 con el apoyo de su gobierno. Los Brasileños pueden estar reclamando a viva voz hacia la pplatea por las bases americanas en la Amazonía. Pero la industrialización carioca le debe mucho a la tecnología y mercado americano. Las altamente efectivas movidas "políticas" de Washington parecen estar marchando a todo vapor.
Wolfman
14-Aug-2009, 02:02
Boeing offers $1.5bn F/A-18E/F offset package to Brazil
By Keri Wagstaff-Smith
13 August 2009
Boeing has said that it will transfer USD1.5 billion worth of F/A-18E/F Super Hornet fighter technology under a direct offset obligation to Brazil, should the aircraft be selected to fulfil the country's F-X2 programme requirement.
On 11 August, a spokeswoman told Jane's: "Our current planned level of direct investment into Brazilian aerospace is USD1.5 billion, and that "the transfer is an offset that would begin very shortly after a contract is signed".
She added that "specific details about the offset proposal are considered sensitive", but that the offset projects will "transfer technology related to military design and production; provide autonomy in key areas of programme support; and develop a broad Brazilian aerospace industry beyond just fighter aircraft through direct involvement with Boeing".
The F-X2 programme will initially cover the acquisition of 36 fighter aircraft (with the possibility of extending this number to 120 in total) to replace the Brazilian Air Force Mirage 2000C, F-5BR and AMX A-1A aircraft when they retire from service. It is valued at approximately USD3.5 billion for the acquisition of the aircraft alone.
Además, Boeing sube la "apuesta" en contraprestaciones y transferencia tecnológica para Brasil. Si alguien postea el artículo completo todos estaremos muy agradecidos.
http://www.janes.com/news/defence/jdi/jdi090813_1_n.shtml
RomelioSanz
20-Aug-2009, 16:45
Nuevo video dando algunas luces sobre el programa F-X2:
http://www.youtube.com/watch?v=bpclVENV6qI
Saludos8)
Player007
21-Aug-2009, 09:58
Lobbying steps up ahead of Brazil jet fighter decision
Sao Paulo: French, Swedish and US defense companies pursuing a four-billion-dollar deal to replace Brazil’s aging fleet of fighter jets are stepping up lobbying efforts ahead of a decision expected within the next couple of months.
mas...
http://www.defencetalk.com/lobbying-steps-up-ahead-of-brazil-jet-fighter-decision-21245/
por tantos miles de millones de dolares en juego, ya me imagino tamaña aceitada y honorarios de exito que tendran los lobbystas ganadores.
RomelioSanz
21-Aug-2009, 14:47
por tantos miles de millones de dolares en juego, ya me imagino tamaña aceitada y honorarios de exito que tendran los lobbystas ganadores.
Hablando de aceitadas:
http://2.bp.blogspot.com/_Slkde8Ut8wA/SSHwIK_mzUI/AAAAAAAAB1k/4s8ZMQ2Ltng/s320/5e4ac4d1-e757-4466-bd9c-420fb52b00fe%5B1%5D.jpg
Saludos :P
Player007
21-Aug-2009, 21:37
Hablando de aceitadas:
http://2.bp.blogspot.com/_Slkde8Ut8wA/SSHwIK_mzUI/AAAAAAAAB1k/4s8ZMQ2Ltng/s320/5e4ac4d1-e757-4466-bd9c-420fb52b00fe%5B1%5D.jpg
Saludos :P
jajajajaja...
la muerte JB con su imitacion de la Rata Romulo
me pregunto como seran los de brasil y su "Aceitadiña" :mrgreen:
Volviendo al tema, si los de Rafale no sueltan la tecnologia y dan un vuelco, este carrera se la lleva los F-18. Aunque me sigue sorprendiendo que estos gringos suelte toda su tecnologia, supongo que ya deven mucho mejor tecnologia como para considerar entregar la de los F-18 a Brasil.
Saludos.
musicalia
28-Aug-2009, 08:18
http://icube.no-ip.biz/fichs/rafale-brazil-742x1024.jpg
Este es el alcance del Rafale si operan en América del Sur, despegando desde tres bases de la FAB por supuesto.
La línea roja se refiere al rango alto-bajo-alto, con bombas guiadas por láser.
La banda azul corresponde al empleo de misiles crucero "Scalp-EG (http://en.wikipedia.org/wiki/Storm_Shadow)".
Con sólo un reabastecimiento de combustible, el Rafale puede llegar a las Islas Malvinas.
Fuente (http://www.aereo.jor.br/)
A Chile le "ofrecieron" los F-16 junto con el TLC, a Brasil que le habrán ofrecido? (¿el control de América del Sur?)
HernanSCL
28-Aug-2009, 23:44
EL BRASIL RETRASA LA DECISION SOBRE EL JAS GRIPEN
Saab de Suecia está entre las compañías de la defensa que compiten difícilmente por un contrato valuado en 4 mil millones de dólares para sustituir la envejecida flota de aviones de combate del Brasil. Francia se ha unido a los suecos y las compañías de la defensa de los Estados Unidos que han intensificado sus campañas después de los informes que el gobierno brasileño era probable que retrasaran su decisión hasta comienzos de octubre Dassault de Francia, que ofrece su avión de combate de alta tecnología Rafale, había sido visto como el preferido hasta ahora debido a una garantía para compartir toda la tecnología con el Brasil, requisito predominante de la oferta. Pero Saab de Suecia, ofreciendo una nueva generación de su rentable jet Gripen, y el gigante aeroespacial Boeing de los Estados Unidos, con su F/A-18 Súper Hornet, han intentado obtener esa ventaja. El presidente de Saab, Ake Svensson, dijo a la prensa en Sao Paulo que no sólo sería ofrecida la tecnología del Gripen, sino que el Brasil también se beneficiaría participando en las futuras exportaciones del jet sueco. En juego no es solamente proveer a Brasil de 36 aviones de combate modernos para sustituir sus 12 anticuados jets franceses Mirage a partir de 2014, sino también una ocasión de llevar al ganador hacia un contrato mucho más grande, 10 mil millones de dólares por el programa de la India en curso que desea comprar 126 aviones de combate. El avión elegido será el punta de lanza de la fuerza aérea del Brasil por las próximas tres décadas. El Brasil, que impulsó un contrato el año pasado para comprar cuatro submarinos franceses y para co-desarrollar un submarino nuclear, está intentando el golpe militar para emparejar su poder económico cada vez mayor y ambiciones políticas regionales. Francia apuesta al Rafale y piensa que es la mejor opción en la mesa de negociaciones, siendo más sofisticado y maniobrable que el F/A-18 y de mayor alcance que el Gripen. Según los directivos de Dassaul, compartir la tecnología es algo seguro, mientras que la tecnología de los Estados Unidos que se aplica en parte del Gripen, ya que el motor es fabricado por General Electric, está sujeta a la aprobación política de los legisladores norteamericanos, que ha resistido tales transferencias en el pasado. Boeing, aunque, ha precisado que el Rafales era costoso y no se ha vendido ningunos todavía fuera de Francia, mientras que el F/A-18 ha sido adquirido por la fuerza aérea australiana. Saab acentúa que el Gripen es la opción más barata de los tres, y se construye para aterrizar en las carreteras, una consideración a tener en cuenta por el Brasil, que tiene que vigilar la extensa selva del Amazonas. Los medios periodísticos del Brasil habían dicho que una evaluación por la fuerza aérea de los tres jets debía ser sometida al gobierno este mes, con una decisión posible anunciada para el 7 de septiembre, durante las celebraciones del día de la independencia del Brasil que, coincidentemente o no, habían invitado al presidente francés Nicolas Sarkozy.
http://www.espejoaeronautico.com/index.php?scp=news&id=7201
HUELE A RAFALEE!!!!!!
Saludos a todos y eventuales felicitaciones...
Arquitecto
03-Sep-2009, 13:24
Alors, on a déjà un gagnant?
Lula manifesta sua preferência pelo caça Rafale
BRASILIA, Brasil, 3 Set 2009 (AFP) –O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou em entrevista para a Agência Francesa AFP, sua preferência pelo avião francês Rafale para renovar a frota de caças do Brasil em um contrato bilionário, devido à disposição da França de transferir tecnologia.
O caça Rafale da empresa francesa Dassault-Aviation disputa corpo-a-corpo com o caça Gripen da sueca SAAB e com o F/A-18 Super Hornet da americana Boeing, para um contrato de compra de 36 aviões avaliados em 4 bilhões de dólares.
“Um país do tamanho do Brasil não pode comprar um produto de outro país e este país não repassar a tecnologia", ressaltou Lula.
"Eu sinceramente, até pela minha posição não posso dizer qual é o meu favorito", afirmou Lula, mas complementou: "Nós sabemos que os franceses são o único país importante que está disposto a discutir conosco a transferência de tecnologia".
"A França tem se mostrado como o país mais flexível na questão de transferência de tecnologia, e obviamente que esta é uma vantagem comparativa excepcional", assinalou.
Lula afirmou que poderia falar nesta quinta-feira (03 SET) com o presidente francês, Nicolas Sarkozy,após uma reunião com o ministro de Defesa, Nelson Jobim, e o comandante da Força Aérea, brigadeiro Juniti Saito.
Alors, on a déjà un gagnant?
Une très bonne nouvelle a mon avis... :P
Muchos saludos,
Invitado
07-Sep-2009, 12:00
Brasil se habría decidido por el Rafale, según esta nota:
Lula anuncia que comprará caça francês
Bernardo Mello Franco
BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio da Silva está neste momento no Palácio da Alvorada em reunião com o presidente francês Nicolas Sarkozy. A presidência da República acaba de divulgar nota conjunta dos dois países confirmando que o Brasil vai comprar o caça Rafale. Segundo nota do divulgada agora há pouco, o país vai adiquirir 36 aviões de combate. O anúncio significa que foi encerrado o processo de seleção feito pela Força Aérea Brasileira (FAB), o chamado programa FX-2. Perderam a disputa o caça sueco Gripen e o americano F18.
FUENTE (http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/09/07/lula-anuncia-que-comprara-caca-frances-767507377.asp)
Brasil se habría decidido por el Rafale, según esta nota:
FUENTE (http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/09/07/lula-anuncia-que-comprara-caca-frances-767507377.asp)
Excelente!!! Realmente no esperaba otro resultado del FX-2. 36 Rafales! La FAB va a ser LA fuerza aérea de la región con esta adquisición.
Saludos!
CesarAugusto
07-Sep-2009, 13:03
Francia habria ofrecido, ademas de las ya conocidas condiciones favorables de transferencia tecnologica, transferencia de produccion, know how, etc...tambien habrian incluido en la oferta el compromiso de adquirir 10 transportes EMBRAER C-390, en el caso de Suecia, los suecos ofrecen mucho de su tecnologia, el problema es que ciertos aspectos simplemente no los controlan (no tienen desarrollos propios en misiles aire-aire, aunque eso no es muy necesario en Brasil dados los previos acuerdos con Sudafrica, pero tampoco controlan el tema del motor y otros aspectos), aun asi habian ofrecido adquirir entrenadores avanzados Super Tucano, tambien fabricados por EMBRAER, como parte del acuerdo de venta del Gripen NG, otra ventaja del Rafale es que este puede ser actualmente probado en un nivel muy cercano al ofrecido, en cambio el Gripen NG recien tendra un prototipo preliminar el 2010, eso les quita un poco la posibilidad de "lucir" sus mejoras mas saltantes.
El Super Hornet estaba en nada, ofrecian ciertas compensaciones industriales pero nada que a Brasil le interese, eso si, en precio ganaban, pero creo que ni la FAB ni el gobierno brasileño estaban pensando en comprar lo mas barato asi que desde siempre estuvieron 3ros en una carrera de tres.
Esta decision brasileña puede influenciar tambien el programa M-MRCA de India, dandole un boost a las posibilidades (algo remotas) del Rafale, aunque si al final se impone el Gripen NG en Brasil eso si que le daria pie a ese caza (que es un front runner junto al MiG-35) un importante empuje de cara al requerimiento de la India.
Saludos
Cesar
Excelente!!! Realmente no esperaba otro resultado del FX-2. 36 Rafales! La FAB va a ser LA fuerza aérea de la región con esta adquisición.
Saludos!
Interesante noticia...para un futuro proximo la FACH podria tener un muy buen soporte en los CARIOCAS, que podria cambiar la balanza a favor de los rafales v/s tifon..
HernanSCL
07-Sep-2009, 14:52
Claro que para la FACH serían 14 no más... no 36 como los amiginhos.
Saludos a todos
RomelioSanz
07-Sep-2009, 15:40
Excelente!!! Realmente no esperaba otro resultado del FX-2. 36 Rafales! La FAB va a ser LA fuerza aérea de la región con esta adquisición.
Saludos!
Block's 50 al sur, Rafales en la Amazonía, quién sabe llegarán F-16 o F/A-18 a Colombia con las bases de EEUU, y aquí discutiendo sobre la Rosario Sasieta y sus empleadas, y los chismes de la Tigresa del Oriente.
¡Qué roche la verdad!!
Saludos8)
Rafales FAB :cool:
Felicitaciones os fratelhos Brasicos!!!
Brasil rocks 8-)
el loco.
Entre Gripen, Super Horent y Rafales, los rafitos son la mejor opción. Aunque son un poco carolinas se dice que en muchos aspectos son majores que los EF2000.
Saludos
LORDVADER
07-Sep-2009, 20:49
Esperemos que el próximo gobierno piense en grande como lo ase Brasil y dote a la FAP del nuevo avión que recoloque a nuestra amada fuerza aérea en el sitial de poderío que entes tubo, afortunadamente ya falta poco para que se valla este gobierno ******** que nunca pensó en grande.
Gracias por las palabras estimados amigos.
Hay otras cosas que no sé si ya postearan, y pido perdón a los moderadores por hacerlo aqui.
También se firmó con Francia un contracto para la construcción de una base para submarinos, un estalero, estalero ese donde serán construidos 4 SSK de la clase scorpene (ya se divulgó que serám 5 metros más largos que los originales) y 1 SSN, como primera encomenda, con total transferéncia de tecnologia.
Tambén serán fabricados en Brasil 51 helicópteros EC-725, para las 3 ramas de las FA.
Buenas notícias hoy, 07/09, fecha de la independéncia de mi pátria.
Saludos a todos los amigos.
CHUNCHO
07-Sep-2009, 22:28
http://www.defencetalk.com/pictures/data/3227/rafale.jpg
rush4you
07-Sep-2009, 23:13
Francia ofrece a Brasil posibilidad de vender aviones Rafale en Latinoamérica
http://www.defencetalk.com/pictures/data/3227/medium/Dassault%20Rafale%20M~1.jpg
Brasil anunció hoy, con ocasión de la visita del presidente de Francia, Nicolas Sarkozy, que negociará "con GIE Rafale para la adquisición de (los) 36 aviones" cuya compra ha sido sacada a licitación en una puja en la que también compiten la empresa sueca Saab, con el Gripen, y la estadounidense Boeing, con el F-18 Super Hornet.
Amorim dijo a los periodistas que "el principal atractivo de la oferta francesa es la transferencia real de tecnología", lo que no sólo supone "el acceso al conocimiento, sino también el acceso libre a todo tipo de operaciones", entre las que incluyó las comerciales, publicó Efe.
El canciller explicó que los cazas franceses se construirían en forma conjunta en Brasil, que a su vez podría ofrecerlos en el resto de América Latina, por lo que la operación no supondría "una mera compra" con transferencia de tecnología, sino también un oportunidad comercial para el país.
El resultado oficial de la licitación será anunciado en octubre próximo, aunque Brasil dejó entender hoy que la decisión está tomada y favorece a los cazas Rafale, fabricados por la francesa Dassault Aviation.
En un comunicado conjunto, los presidentes de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, y de Francia, Nicolas Sarkozy, subrayaron que aspiran a convertir a ambos países en "socios estratégicos en el dominio aeronáutico", un sector en el que "poseen ventajas importantes".
Los dos mandatarios también acordaron hoy la construcción conjunta de cinco submarinos, uno de ellos de propulsión nuclear, y de 50 helicópteros.
En ambos casos, son modelos franceses que serán construidos en Brasil, país que adquirirá los primeros equipamientos, pero que después tendrá libertad para ofrecerlos en el mercado de América Latina.
Bueno, ya acabó el concurso y ahora varios países de Latinoamérica (Colombia, Perú, Argentina, México) tenemos esta excelente oportunidad no solo para obtener un avión superior, sino para estrechar lazos diplomáticos y obtener nuevas oportunidades económicas y tecnológicas que a largo plazo resultarían mucho mas provechosas que operar SdA por nuestra cuenta pensando solo en el aspecto militar. Claro está, que para aprovechar esto hay que dejar de lado ciertos paradigmas.
Saludos.
Huaso Invitado
08-Sep-2009, 00:15
Claro que para la FACH serían 14 no más... no 36 como los amiginhos.
Saludos a todos
Creo que por territorio es lo más lógico.
TERABYTE
08-Sep-2009, 01:06
Parece que el Rafale es el ganador! Voto por que el Peru consiga convenios de acercamiento militar y de otra naturaleza con el Brasil con quien nos deberia unir una real politica de cooperacion e integracion por los intereses geopoliticos comunes de nuestras dos naciones. Si Brasil va a conseguir la concesion de transferencia tecnologica y los derechos de comercializacion en America Latina, no creo que haya mucho mas que pensar al futuro de mediano plazo para nuestros futuros cazas.
CHUNCHO
08-Sep-2009, 09:29
Bueno, la integracion con el Brasil ya ha comenzado hace un tiempo; es asi que tenemos el proceso de implementacion del Sitema SIVAM-SIPAM, la interoceanica y los proyectos a futuro (hidroelectricas y via ferrea).
El Mindef/FAP deberia en un corto/mediano plazo tratar de incluir al SEMAN como un pequeno partner en la produccion del Embraer KC-390 y/o otros proyectos que tengan... el know how y el support que tendrian seria muy grande.
chilelatino
08-Sep-2009, 09:57
Claro que para la FACH serían 14 no más... no 36 como los amiginhos.
Saludos a todos
Hasta donde se el EF2000 puede portar AMRAAM...¿El Rafale? Habría que añadir MICA a la panoplia de armas?¿ Despues de dar de baja los Mirage...¿Volverse a enredar con los usureros franchutes??? .....mmmmmmm
Se aceptan estoicamente los tomatazos :mrgeen:
General_Gandhi
08-Sep-2009, 10:37
Fuente BBC
http://www.bbc.co.uk/mundo/america_latina/2009/09/090907_0206_brasil_francia_analisis_jg.shtml
Si, la noticia ya está cantada. Brasil comprará 36 RAFALE, pero la compra obedece a un interes técnico o político? Creo que es este último. No por ello el avión francés deja de ser una poderosa aeronave.
Saludos.
¿Pero como puede ser esto posible?, Brasil uno de los vecinos del Perú se arma hasta los dientes y aquí la festejan, los chenus malus hacen lo mismo y los tildan de conspiradores en contra de la hermandad latinoamericana, de que son belicosos etc etc :evil:
HernanSCL
08-Sep-2009, 12:30
Hasta donde se el EF2000 puede portar AMRAAM...¿El Rafale? Habría que añadir MICA a la panoplia de armas?¿ Despues de dar de baja los Mirage...¿Volverse a enredar con los usureros franchutes??? .....mmmmmmm
Se aceptan estoicamente los tomatazos :mrgeen:
Y para que los brasileños van a querer AMRAAM si el Rafale viene con el MBDA Meteor? (además puede usar el MICA).
http://www.aiad.it/upload/aziende/azienda_/MBDA_meteor.jpg
Gentilza AIAD.it
El MBDA Meteor es el homólogo europeo del AIM-120. Su alcance excede los 100 kms.
http://www.defesabr.com/MB/Missil_Meteor_RafaleM.jpg
Gentileza Thierry Wurtz, MBDA. Rafale M con Meteor
En cambio el EF-2000 está homologado para AMRAAM y Meteor (BVR), en ese sentido posibilita mantener un cierta comunidad de misiles con los F-16 porque tambien puede operar toda la panoplia de armas del arsenal estadounidense como las Paveway II/III, ALARM, Harpoon, Storm Shadow y el ASRAAM, así como algunos agregados europeos como el Iris-t, el Brimstone y el Taurus.
Eso en armamento, pero en logistica general la opcion del Rafale estaría ganando más atractivo con su selección por parte de Brasil.
Saludos a todos
chilelatino
08-Sep-2009, 12:46
Y para que los brasileños van a querer AMRAAM si el Rafale viene con el MBDA Meteor? (además puede usar el MICA).
Yo lo decía por tu comentario de los 16 bimotores que especulativamente podría adquirir Chile en un futuro...obvio que a Brazil le da lo mismo si puede llevar AMRAAM o no...
En cambio el EF-2000 está homologado para AMRAAM y Meteor (BVR), en ese sentido posibilita mantener un cierta comunidad de misiles con los F-16 porque tambien puede operar toda la panoplia de armas del arsenal estadounidense como las Paveway II/III, ALARM, Harpoon, Storm Shadow y el ASRAAM, así como algunos agregados europeos como el Iris-t, el Brimstone y el Taurus.
Precisamente a eso apuntaba el comentario ;)
Esquivando los tomates....Saludos
Wolfman
08-Sep-2009, 13:02
http://i231.photobucket.com/albums/ee312/wolfman_peru/KC390Rafale.jpg
7 de setembro de 2009
Brasil e França anunciam parceria para
aquisição de aviões Rafale e KC-390
Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da França, Nicolas Sarkozy, anunciaram hoje um novo patamar na cooperação dos dois países na área aeronáutica. A França comunicou sua intenção de contribui para o desenvolvimento do projeto do avião KC-390, um cargueiro a jato que a Embraer está desenvolvendo, com requisitos da Força Aérea Brasileira, para substituir os aviões a hélice, Hércules, fabricados pelos Estados Unidos. A França poderá ainda adquirir dez unidades do novo avião. Já o Brasil, abriu negociações com os franceses para aquisição de 36 aviões de combate Rafale, como parte do projeto FX-2. Segundo o presidente Lula, até o fim da semana poderão ser divulgados mais detalhes das negociações.
O Comunicado Conjunto, informando os avanços nas negociações relativas ao Rafale e ao KC-390, foram a surpresa na declaração dos dois presidentes à Imprensa. Até então, a expectativa era de que fossem formalizados apenas os acordos relativos ao programa da construção do submarino a propulsão nuclear (com construção intermediária de quatro convencionais) e a construção de 50 helicópteros de transporte franceses EC-725, em Itajubá.
“É a consolidação de uma parceria estratégia de dois povos que tem muita coisa em comum”, disse o presidente Lula. Segundo ele, a parceria não é apenas comercial. “Nós queremos pensar juntos, criar juntos, construir juntos e, se possível, vender juntos”, afirmou.
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, que conduziu negociações com os franceses até a madrugada desta segunda-feira, disse que não é possível avançar nenhum detalhe no atual estágio das conversas. Veja abaixo a mensagem divulgada pela assessoria da Presidência da República.
Comunicado Conjunto
O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Presidente Sarkozy decidiram fazer do Brasil e da França parceiros estratégicos também no domínio aeronáutico, onde ambos os países possuem vantagens importantes e complementares.
Neste contexto, o Presidente francês comunicou ao Presidente brasileiro a intenção da França de adquirir uma dezena de unidades da futura aeronave de transporte militar KC-390, e manifestou a disposição dos industriais franceses de contribuir para o desenvolvimento do programa desta aeronave.
Por seu lado, levando em contra a amplitude das transferências de tecnologia propostas e das garantias oferecidas pela parte francesa, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a decisão da parte brasileira de entrar em negociações com o GIE Rafale para a aquisição de 36 aviões de combate.”
Fonte: Ministério da Defesa (Fotos: Embraer e Dassault)
Bueno señores se puso punto final al concurso FX2.5.
El Rafale obtuvo su primera victoria (y qué victoria!!) con un jugoso contrato de exportación que puede crecer hasta los 120 aviones. Brasil se proyecta como potencia regional y actor global de importancia mediante una alianza estratégica con Francia. El Gripen NG cada día está más muerto, no pasará del tablero de diseño. Sus probabilidades en el consurso indio son pocas pues se superpone al proyecto de avión nativo LCA.
TERABYTE
08-Sep-2009, 13:08
RBE2 - AESA for the RAFALE
AESA design offers electronic scanning of the radar beam on both plans, (vertical and horizontal) offering new capabilities beyond the reach of conventional radars. These systems enable the simultaneous designation of multiple targets to different air-to-air missiles, while performing searches in directions completely independent of the target tracks. The level of situational awareness provided by AESA radar far exceeds anything available with conventional radars. RBE2 uses electronic scanning technologies to improve the aircraft low-altitude penetration capability by generating 3D ground map covering a wide area forward of the aircraft, supporting terrain following and maneuvers in the horizontal plane within the area scanned by the radar. The radar will also offer a high resolution ground mapping mode.
http://album.yahoo.co.jp/image/4097619/
Cabina del Rafale, definitivamente otra categoria. Bien por los Brazukas.
Arquitecto
08-Sep-2009, 15:15
hasta donde se el ef2000 puede portar amraam...¿el rafale?
:
..........................meteor.................. .....
Javicho
08-Sep-2009, 20:39
Esperemos que el próximo gobierno piense en grande como lo ase Brasil y dote a la FAP del nuevo avión que recoloque a nuestra amada fuerza aérea en el sitial de poderío que entes tubo, afortunadamente ya falta poco para que se valla este gobierno ******** que nunca pensó en grande.
Lo mismo se dijo cuando estaba por terminar el gobierno de Toledo. Lamentablemente, está probado hasta el extremo que son los políticos de m los que ostentan el grado máximo de *********, miopía y mezquindad. El Rafale, un caza para un país que piensa en grande ... y actúa. Saludos.
TERABYTE
10-Sep-2009, 00:15
Estimados srs. foristas:
Parece ser cierta la hipotesis de que los convenios franco-brasileros obedecen prioritariamente a tremendos intereses politico-economicos que estarian en juego en el contexto mundial:
quote:
El costo de los equipos bélicos que Brasil comprará a Francia es superior al invertido por Venezuela en sus negociaciones con Rusia y al monto aportado por Washington a Bogotá en el marco del Plan Colombia, firmado en 2000.
Adicionalmente, la adquisicion de los Rafale por Brasil ha influido positivamente a favor de la empresa francesa Dassault en el concurso de la India por la adquisicion de sus nuevos cazas MMRCA (Medium Multi Rol Combat Aircraft) contrato multimillonario para proveer a la Fuerza Aerea de la India con 120 cazas de esta especificacion en los proximos 10 años.
quote
Saurabh Joshi, Editor of Stratpost says, "There seems to be little question that Rafale will now come into the MMRCA trials with the confident afterglow of a winner." That's a fact, no matter which way you look at it. The Rafale campaign at the MMRCA is likely to get more aggressive now, and probably infused with a much-needed dose of confidence. The Brazilian order gives the Dassault India team a great deal of latitude, but no breathing space, since the competition in India is likely to be just as predicated on politico-economic considerations as it was in Brazil
Fuente:
http://www.larepublica.pe/internacionales/09/09/2009/brasil-apunta-una-hegemonia-militarizada-en-america-latina-0
http://livefist.blogspot.com/search/label/Aircraft?max-results=20
Wolfman
10-Sep-2009, 10:29
Brasil desmiente ahora que haya adjudicado a Francia el contrato para nuevos cazas
10/09/2009 (Infodefensa.com) Brasilia - El Gobierno de Brasil desmintió que haya decidido adjudicar a Francia el contrato para la adquisición de nuevos cazas de combate y sostuvo, por tanto, que se mantienen las negociaciones abiertas con las otras empresas contendientes, la estadounidense Boeing y la sueca Saab.
"No estamos cerrados a conversar con nadie, estamos conversando con el gobierno francés, si hubiera otras propuestas que sean tan o más atrayentes que las del gobierno francés, obviamente que la vamos a discutir", afirmó Marco Aurélio García, asesor especial de la presidencia brasileña para Asuntos Internacionales.
García resaltó que el gobierno brasileño no cerró las conversaciones, clarificando las declaraciones realizadas esta semana durante la visita del presidente francés, Nicolas Sarkozy, cuando se aseguró que su colega Luiz Inácio Lula da Silva había decidido comprar 36 cazas Rafale de la empresa aeronáutica francesa Dassault.
Sin embargo, horas después la embajada de Estados Unidos en Brasilia emitió una nota en la que se indicó que el gobierno de Brasil aún no había tomado una decisión definitiva al respecto y que, por tanto, consideraba que todavía existe margen para que el contrato, uno de los más importantes de los últimos años, sea adjudicado a EEUU.
EEUU ofrece tecnología
En el comunicado, la embajada indicó que Boeing está dispuesta a transferir tecnología del F/A-18 Super Hornet, demás de aprobar el montaje de los aviones en territorio brasileño, dos elementos decisivos para las autoridades brasileñas que han rechazado una compra de esta cuantía sin retornos de ese tipo.
Sobre la decisión del gobierno de Estados Unidos de autorizar la transferencia de tecnología de su F-18, algo que hasta ahora sólo había ofrecido el concurrente francés, el asesor presidencial brasileño respondió que es preciso conocer las garantías que dará Washington en ese proceso.
"Si hubieran garantías efectivas, en segundo lugar queremos saber si no vamos a sufrir ningún tipo de restricción como sufrió la venta de los Tucanos", en referencia a esas aeronaves con tecnología norteamericana, que el gobierno estadounidense no permitió que Brasil vendiese a Venezuela.
Noticia completa: http://www.infodefensa.com/lamerica/noticias/noticias.asp?cod=1893&n=Brasil desmiente ahora que haya adjudicado a Francia el contrato para nuevos cazas
Para mi este concurso es caso cerrado. Pero, como dijo Lula, si negocian un poco más con los distintos proveedores a lo mejor consigue sus cazas de "regalo". :P
TERABYTE
10-Sep-2009, 11:04
Esto si que es un bombazo, lei una noticia parecida en un foro de defensa brasilero y no lo podia creer todavia, efectivamente hay tremendos intereses de por medio y ya estan haciendo notar su injerencia los americanos, es natural, estamos hablando de un potencial mercado de billones y billones (millardos para quien asi lo desee) de dolares, voto por Francia pero con algunas concesiones adicionales claro esta.
Esto si que es un bombazo, lei una noticia parecida en un foro de defensa brasilero y no lo podia creer todavia, efectivamente hay tremendos intereses de por medio y ya estan haciendo notar su injerencia los americanos, es natural, estamos hablando de un potencial mercado de billones y billones (millardos para quien asi lo desee) de dolares, voto por Francia pero con algunas concesiones adicionales claro esta.
el juego se llama..."QUIEN SE BAJA MAS LOS PANTALONES"!!!!!:shock:..poderoso es DON DINERO...
TERABYTE
10-Sep-2009, 14:04
Ja,Ja,Ja,!! Muy buena apreciacion y muy valida
Saludos Cordiales
RomelioSanz
10-Sep-2009, 15:16
09 de septiembre de 2009, 18:42 Brasilia, 9 sep (PL)
El asesor especial de la presidencia brasileña para Asuntos Internacionales, Marco Aurélio Garcia, afirmó hoy que el gobierno no cerró las negociaciones con alguno de los concurrentes para la compra de 36 aviones de combate.
Por lo tanto se mantienen en la disputa la empresa sueca SAAB, con su modelo Gripen NG, la norteamericana Boeing (F-18 Super Hornet) y la francesa Dassault (Rafale), señaló García tras asistir al almuerzo ofrecido por el presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, a su homólogo salvadoreño, Mauricio Funes.
"Ya está dicho que no estamos cerrados a conversar con nadie, estamos conversando con el gobierno francés, si hubiera otras propuestas que sean tan o más atrayentes que las del gobierno francés, obviamente que la vamos a discutir", precisó García, de acuerdo con la estatal Agencia Brasil.
Sobre la decisión del gobierno de Estados Unidos de autorizar la transferencia de tecnología de su F-18 Super Hornet, algo que hasta ahora sólo había ofrecido el concurrente francés, el asesor presidencial respondió que es preciso conocer las garantías que dará Washington en ese proceso.
"Si hubieran garantías efectivas, en segundo lugar queremos saber si no vamos a sufrir ningún tipo de restricción como sufrió la venta de los Tucanos", en referencia a esas aeronaves con tecnología norteamericana, que el gobierno estadounidense no permitió que Brasil vendiese a Venezuela.
En conferencia de prensa durante la visita a Brasil del presidente de Francia, Nicolás Sarkozy, el lunes pasado, el mandatario brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, indicó que su gobierno iniciaría conversaciones con la parte francesa para la adquisición de 36 aviones cazas Rafale.
Por su parte, Francia anunció su intención de comprar una decena de aviones militares brasileños de carga KC-390, modelo que está en desarrollo por la Empresa Brasileña de Aeronáutica S.A., así como la participación de la industria francesa en la construcción de esa aeronave.
Este anuncio se produjo después que ambos gobiernos concluyeran las negociaciones para la adquisición por Brasil de 50 helicópteros EC-725 Cougar, de transporte militar, además de la transferencia de tecnología para la construcción de cuatro submarinos convencionales y un casco de un modelo de propulsión nuclear.
Fuente:
http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=115669&Itemid=1
Saludos8)
Player007
10-Sep-2009, 15:42
Brazil’s plan to buy French rafale fighter jets hits turbulence
Rio De Janeiro: Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva's stated plans to award a multi-billion-dollar fighter jet contract to France ran into turbulence on Wednesday amid pressure from rival bidders and Brazil's
air force.
The selection process "has not yet finished," Defense Minister Nelson Jobim said in a statement late Tuesday.
Brazil "will continue with negotiations with the three participants; they will be followed up and the proposals potentially reshaped," he said.
That position ran counter to official statements by Lula and his government on Monday -- during Brazil's Independence Day attended by French President Nicolas Sarkozy -- to the effect that the deal had all but sealed in favor of France's Rafale jets made by Dassault.
"President Lula has announced the decision by the Brazilian side to begin negotiations with the GIE Rafale to acquire 36 Rafale combat aircraft," Lula and Sarkozy said in a joint statement on that day.
Brazilian Foreign Minister Celso Amorim specified that the decision to extend the talks with Dassault "was not adopted in relation to the other two" bidders, Boeing of the United States and Saab of Sweden.
A Rafale spokesman at the time told AFP that "President Lula's declaration clearly means that the Rafale has won the competition."
But Brazil's air force, which had not yet submitted its painstakingly detailed analysis of all three contenders to Lula, objected to being sidelined, analysts said.
"I think our president got a bit ahead of himself," said one Brazilian military analyst, Alvaro Pinheiro.
"The problem is that the final report (by the air force) was to be submitted at the end of October," he said.
Nelson During, a respected Brazilian military expert, agreed.
"The military is complaining that this leaves it little room to negotiate the two contracts: the aviation system (the jets) and the weapons systems (missiles and bombs)," he said.
"The two president have created some confusion and now we're going to see what the military wanted to avoid at all cost: a debate in the media between lobbies and interest groups."
By plumping for the Rafale jets before the tender procedure was complete, Lula was short-circuiting the Brazilian congress's defense committee, to the fury of party leaders, he explained. Jobim's backtracking was to placate them.
Nevertheless, he said, because it appeared that a political deal had been struck directly between Lula and Sarkozy, "it is very difficult to reverse this."
Boeing, which was offering its F/A-18 Super Hornet fighter, and Saab, talking up its Gripen NG aircraft, both emphasized that they had not been notified that the Brazilian tender had been settled in favor of Dassault.
The US government, which authorized the export sale of the F/A-18, said in a statement through its embassy in Brazil: "We understand that a final decision has not yet been made regarding the winner of the contract."
The F/A-18, in its opinion, "is the best in comparison to its competitors," it said.
It also objected to Lula's explanation that he preferred the Rafale because of France's offer to share all the technology that goes into the jet so Brazil could one day build its own fighters.
Approval by the US Congress "means that (the) US government's approval of the transfer to Brazil of the advanced technologies associated with the US government's offer of the F/A-18 Super Hornet is final," it said.
"The United States welcomes the opportunity to enter into open negotiations," the statement said.
Saab's team in Brazil was still digesting the developments and would issue a media statement later, a spokeswoman, Bruna Dias, told AFP.
Asked whether there was confusion in the Swedish company over the different messages from Brazil's government, she replied "yes."
Dias added "we haven't had anything" in the way of official contact from Brazil's government about whether the fighter tender was closed or negotiations were continuing.
The contract to supply Brazil's air force with fighters it will use for the next three decades is worth an estimated four billion to seven billion dollars, making it one of the biggest defense tenders in the world.
Brazil already has close military ties with France, having bought a second-hand aircraft carrier from it in 2000 and last December striking a 10-billion-dollar deal to buy five submarines and 50 helicopters.
Lula's government has emphasized since the fighter jet tender was launched early 2008 that the priority was technology transfer, so Brazil could become a sophisticated industrial power in its own right and have the means to protect its vast natural resources.
http://www.defencetalk.com/brazils-plan-to-buy-french-fighter-rafale-jets-hits-turbulence-21789/
Upsss...
Parece que el anuncio de Presidente Lula de ir por Rafales, termino malogrando las negociasiones que al parecer no estaban del todo cerradas.
CHUNCHO
10-Sep-2009, 16:46
COMUNICADO À IMPRENSA
(08/09/2009)
Programa FX-2
No dia 06 de setembro, o Presidente da França, Nicolas Sarkozy, em encontro com o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou o interesse do governo francês em aprofundar a parceria entre os dois países também no setor aeronáutico.
Afirmou que o Governo Francês assume, além de outros, o compromisso de fazer ofertar os aviões Rafale ao Brasil com preços competitivos, razoáveis e comparáveis com os pagos pelas Forças Armadas da França.
Informou, ainda, da disposição da França de adquirir aviões KC-390, em fase de projeto na Embraer.
Diante desse fato novo, o processo de seleção do Projeto FX-2, conduzido pelo Comando da Aeronáutica, ainda não encerrado, prosseguirá com negociações junto aos três participantes, onde serão aprofundadas e, eventualmente, redefinidas as propostas apresentadas.
Nelson A. Jobim
Ministro de Estado da Defesa (https://www.defesa.gov.br/mostra_materia.php?ID_MATERIA=33409)
Muy simple lo que ocurre.
Sarkozy ha hecho una série de propuestas en uno documento no oficial, una carta para Lula.
El gobierno brasileño aguarda que las propuestas sean presentadas oficialmente, en uno contracto.
Entonces, "el proceso continua".
HernanSCL
10-Sep-2009, 22:55
Igual debe ser desalentador para los otros oferentes, que el propio presidente del país comprador esté adelantando juicios publicamente mientras el proceso aún no se ha terminado. (Lo encuentro de mal gusto)
A nosotros nos pasó algo similar con el cagaso de los MLU con la salvedad de que en nuestro caso no habia otro oferente más que Holanda.
Saludos a todos
economista
13-Sep-2009, 00:33
Upsss...
Parece que el anuncio de Presidente Lula de ir por Rafales, termino malogrando las negociasiones que al parecer no estaban del todo cerradas.
Ooooopssss. Upsss se pronuncia iupissssss o tambien aaappppsss. Si querias decir upsss, se escribe ooooopppsss.
CesarAugusto
13-Sep-2009, 01:41
La FAB debe estar complicada xque los plazos para el anuncio del ganador no se han cumplido y mas aun esto se ha hecho en un escenario politico y no en el marco del concurso en si (el FX-2 es un concurso) asi las cosas deben de seguir el proceso, aunque queda claro ya cual es el "favorito" politicamente hablando, en realidad esta es casi una carrera de dos, el Super Hornet tiene poco que hacer alli, esta entre el Gripen NG y el Rafale, la FAB encuentra al Gripen mas interesante, pero marginalmente, pero el gobierno y la industria brasileña encuentra mas beneficioso al Rafale, alli esta la disputa, supongo que "oficialmente" se anunciara la eleccion del Rafale en octubre, para calmar las aguas.
Saludos
Cesar
Player007
13-Sep-2009, 13:29
Ooooopssss. Upsss se pronuncia iupissssss o tambien aaappppsss. Si querias decir upsss, se escribe ooooopppsss.
Me corrijo si me muestras que asi se escribe en la R.A.E. :mrgreen:
...y mientras tanto a esperar Ocrtubre para que oficialisen lo que ya sabemos con respecto a este concurso (FX-2).
Wolfman
18-Sep-2009, 09:58
Suecia ofrece a Brasil cazas a mitad de precio que Francia y EEUU
18/09/2009 (Infodefensa.com) Brasilia - Suecia ofrecerá a Brasil sus cazas de combate Gripen NG "a mitad de precio" que los de Francia y Estados Unidos, con la garantía de transferir tecnología y la posibilidad de que el país suramericano modifique y actualice el modelo, informaron fuentes diplomáticas suecas.
Los Gripen NG, de la compañía sueca Saab, compiten con los Rafale de la francesa Dassault y los F-18 Super Hornet de la estadounidense Boeing en una licitación para vender 36 aviones para renovar la flota de la Fuerza Aérea Brasileña.
En una rueda de prensa ofrecida en Brasilia, el viceministro de Defensa de Suecia, Hakan Jevrell, ofreció también una "financiación bastante favorable" en caso de que Brasil elija finalmente el Gripen para modernizar su flota de cazas.
Jevrell dijo que Suecia no busca compradores, sino "socios estratégicos" y aseguró que Saab está totalmente comprometida con la transferencia de tecnología, que es uno de los requisitos básicos para la elección del ganador del concurso.
"Suecia puede ofrecer un programa de desarrollo conjunto de una aeronave, con (la brasileña) Embraer, que tiene como principal característica la capacidad de adaptarse a las necesidades específicas de cada usuario", afirmó el funcionario sueco.
Según Jevrell, la propuesta de Saab es "muy atractiva" tanto por el precio y como por la posibilidad de que Brasil pueda integrar nuevos sistemas "constantemente", durante los 40 años de vida útil del avión de combate.
Las multinacionales Boeing, Dassault y Saab tendrán que presentar sus propuestas finales antes del 21 de septiembre, según el plazo dado por el Ministerio de Defensa brasileño.
No obstante, las autoridades brasileñas ya han dado claras señales de su preferencia por los Rafale franceses, tal y como anunció el presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante su encuentro con su homólogo francés, Nicolas Sarkozy, hace dos semanas.
Lula anunció el inicio de negociaciones para la compra de los cazas franceses, aunque luego aclaró que ese gesto no suponía otorgar la licitación a Francia, país con el que Brasil ha suscrito otro acuerdo militar para la compra y construcción en suelo brasileño de cinco submarinos, uno de ellos de propulsión nuclear.
Transferencia de producción
En julio, el grupo aeronáutico sueco Saab AB, ofreció a Brasil la construcción de un centro de fabricación para el Gripen en su territorio y la transferencia de hasta el 50% de la producción como parte de su oferta para ganar el contrato de 1.800 millones de dólares en proceso de adjudicación.
Bob Kempl, director de Marketing de la multinacional sueca, afirmó entonces que la oferta para la planta de ensamblaje final se había presentado a las compañías locales Empresa Brasileira de Aeronautica SA, y Embraer.
"Quizá en el futuro Brasil se pueda convertir en un exportador líder de la próxima generación de Gripen", declaró Kempl. "Esto encajaría perfectamente en nuestro proyecto estratégico. Con seis o siete grandes compañías como proveedores prefenciales". Mencionó como posibles países de la región interesados en este avión Argentina, Ecuador y México.
El ejecutivo de la multinacional sueca consideró entonces que el Gripen NG es un 20% más barato que el F-18. Ninguna de las compañías ha revelado el precio final de la oferta pero se estima que los cazas suecos tendría un precio por unidad cercano a los 50 millones de dólares.
Kempl mostró como ventaja competitiva, asimismo, que el avión sueco requiere
En la actualidad, Saab tiene firmados dos contratos para la exportación del Gripen, uno con Sudáfrica, que ha adquirido 26 aviones, y otro con Tailandia por seis unidades. La entrega de estas unidades contratadas debe concluir en 2012.
Muy interesante la propuesta de Saab. Una pena que tan estupendo proyecto este en esta situacion, aunque no es tampoco un caso raro en la industria. Particularmente, creo que son manotazos de ahogado. El Gripen NG esta cada día mas muerto. Creo que Brasil ya eligió el Rafale y todo lo demás es encontrar una salida "diplomática" a la intervencion directa de Lula. Una lástima porque a Peru podría venirle muy bien este avión, pero lanzarse a comprarlo con este "futuro" tan comprometido sería arriesgarnos a quedar en el aire.
RomelioSanz
18-Sep-2009, 16:18
Lula niega carrera armamentista en América del Sur
BRASILIA (AP) - El presidente Luiz Inácio Lula da Silva negó el viernes que exista una carrera armamentista en América del Sur por las recientes compras bélicas de varios países, y defendió la inversión brasileña en aviones de combate, submarinos y helicópteros.
"No creo que haya una señal o hipótesis de carrera armamentista en América del Sur, cada país necesita un mínimo de cuidado y un mínimo de sistema de defensa para resguardar la seguridad de sus fronteras", declaró Lula en una entrevista con Radio Guaiba, en la ciudad austral de Porto Alegre.
Lula fue consultado sobre el tema ante la preocupación de que compras de equipo castrense en Brasil, Colombia, Chile y Venezuela, entre otros países, podría indicar una carrera armamentista en la región,
"Venezuela es un país con una cantidad enorme de petróleo y gas, y (el presidente Hugo) Chávez ya fue víctima de un golpe y es normal que se prepare", replicó. Lula agregó que "Chile y Colombia son las fuerzas armadas más organizadas hoy en América del Sur".
Chávez dijo esta semana que Rusia accedió a prestar a Venezuela más de 2.000 millones de dólares para comprar armas, incluyendo misiles tierra-aire, 92 tanques T-72 y sistemas de lanzamiento de misiles antiaéreos Smerch.
Desde 2005, Venezuela ha adquirido más de 4.000 millones de dólares en armas rusas desde 2005, incluyendo 24 aviones de combate Sukhoi y 100.000 fusiles de asalto Kalashnikov.
En el caso de Brasil, Lula citó la necesidad de estar preparado para resguardar la Amazonia, el bosque húmedo que cubre el norte de su territorio, así como sus grandes reservas petroleras en una extensión de 149.000 kilómetros de suelo marítimo.
Brasil firmó acuerdos con Francia para construir 50 helicópteros y cinco submarinos, y está en negociaciones para adquirir 36 aviones de combate.
Recordó además que su país tiene 15.000 kilómetros de frontera terrestre y 8.000 kilómetros de litoral costero que exigen un sistema adecuado de protección.
"Brasil tiene que tener un sistema de defensa poderoso. Todo el mundo sabe que Brasil es un país de paz, pero necesitamos mostrar los dientes si alguien quisiera meterse con nosotros", dijo.
Citó el caso de la Cuarta Flota de la armada estadounidense, reactivada el año pasado en el Atlántico después de 58 años, y que el líder brasileño consideró como un factor de preocupación.
"Cuanto más fuertes y preparadas estén nuestras fuerzas armadas, menos posibilidades de guerra tendremos en este continente", destacó Lula. "Tenemos que cuidarnos y Brasil no medirá esfuerzos para recuperar el poder de defensa que tuvimos en otros momentos".
http://www.univision.com/contentroot/wirefeeds/50noticias/8042069.shtml
Arquitecto
19-Sep-2009, 16:13
Bajando un poco las paranoias y volviendo al tema en cuestion, encontre un video reciente del Rafale de la Marina, que muestra un detalle muy inteligente.
El Rafale es el unico avion del mundo que tiene un sistema de "salto" al momento previo a dejar el portaviones. Contrae el amortiguador frontal y lo libera justo cuando el avion termina su carrera en la pista del portaviones.
Aqui el video en cuestion que esta muy bacan.
Provecho garotos.....
http://www.youtube.com/watch?v=9C1_fDJULjc
El Rafale es el unico avion del mundo que tiene un sistema de "salto" al momento previo a dejar el portaviones. Contrae el amortiguador frontal y lo libera justo cuando el avion termina su carrera en la pista del portaviones.
:lol: :lol: :lol:
NOOO architerco
asi no es la cosa, jamas he visto que un amortiguador de landing gear, se comprima automaticamente, en alvion alguno
lo mas parecido que existe es el shortening mechanism MLG de los A-330/340
lo que has visto y es muy comun verlo en Rafale, F-18 y demas embarcados que utilizan el mismo tipo de lanzador es asi:
cierto el amortiguador de nariz se comprime, pero no por mecanismo alguno...
se comprime porque el avion esta frenado por el gancho altras del NLG,
con los motores al max. el avion no tiene donde ir, de manera que este, levanta la cola y se hunde de nariz, hasta que sueltan el gancho y alli todo cambia...
eso tambien le pasaba mucho al Su-22, cuando hacia fixed points a max power, con los MLG encadenados al piso y el motor a max power, la nariz tambien se hundia asi igualito, como suplicando...
let me fuxxx go!!!
el loco.
Arquitecto
19-Sep-2009, 23:05
:lol: :lol: :lol:
NOOO architerco
asi no es la cosa, jamas he visto que un amortiguador de landing gear, se comprima automaticamente, en alvion alguno
lo mas parecido que existe es el shortening mechanism MLG de los A-330/340
lo que has visto y es muy comun verlo en Rafale, F-18 y demas embarcados que utilizan el mismo tipo de lanzador es asi:
cierto el amortiguador de nariz se comprime, pero no por mecanismo alguno...
se comprime porque el avion esta frenado por el gancho altras del NLG,
con los motores al max. el avion no tiene donde ir, de manera que este, levanta la cola y se hunde de nariz, hasta que sueltan el gancho y alli todo cambia...
eso tambien le pasaba mucho al Su-22, cuando hacia fixed points a max power, con los MLG encadenados al piso y el motor a max power, la nariz tambien se hundia asi igualito, como suplicando...
let me fuxxx go!!!
el loco.
Mi estimado Loco, tan solo estoy traduciendo lo que dice el reportero y tu no me vas a dejar mentir pues esta dicho super claro en frances verdadero y no el en frances "tabaruaco" que tu y yo solemos escuchar por aqui.
Es mas se ve claramente que cuando arranca la catapulta es cuando se comprime el amortiguador delantero y se descomprime un par de metro antes que se acabe la pista.
En todo caso, si el reportero miente o no sabe lo que dice es otra cosa.
De todas maneras esta bacan el reportaje
Saludos
Arquitecto
Arquitecto
04-Oct-2009, 16:24
Para los que entienden ingles, aqui les dejo esta entrevista a un analista americano que explica muy bien y de manera imparcial que es el Rafale.
http://iagblog.podomatic.com/player/web/2009-05-19T11_54_31-07_00
En resumen.
Airframe de generacion 4.5
Electronica de 5a Generacion
Sistema Spectra que lo pone casi al nivel del F-22 en furtividad
Sistema de armas por encima del Super-Hornet
Segun el analista, el problema no es en si el avion, sino el sistema Frances de exportacion.
HernanSCL
04-Oct-2009, 18:46
Me gusta bastante el Rafale, para Sudamérica entera... Un avión con electrónica de punta, compatibilidad con distintos sistemas de armas de distintos orígenes con varias alternativas (MBDA Meteor, Mica y hasta Derby si se paga la integración), con oportunidades reales de ser disuasivos ante potencias extranjeras que tengan sus ojos puestos en las riquezas regionales (ojo, nunca he sido paranohico pero hay bastantes indicios, como la compra de amplios territorios australes en Chile y Argentina por parte de estadounidenses, el tratamiento del tema Amazonas por parte de EE.UU, el ojo que U.K le tiene puesto a la Antártica, etc; Solo digo que hay que ser previsor porque esto se nos puede venir en el mediano-largo plazo), y MUY IMPORTANTE con una eventual logística emplazada en la zona (Brasil).
Dentro de lo poco que le faltaría para equipararse en performance a "el" 5° gen sería el TVC (dado que con la furtividad -ya sea de diseño/material o de naturaleza electrónica- las detecciones serán cada vez a menor distancia, por lo que cabría la posibilidad de una vuelta en gloria y majestad del dogfight).
Me gusta el Rafale porque es versatil y polivalente, puedo usarlo en tanto desde tierra como en operaciones embarcadas; es un aparato que puedo usar tanto en ataques a tierra con precisión (Deep Strike) como en guerra aire-aire, de escolta, de interceptor, y hasta en guerra electrónica.
Yo creo que ya es hora de que en Sudamérica aprendamos a pensar en conjunto, o si no el mundo nos va a comer. Si bien Brasil tambien tiene problemas como todos nosotros (y hasta más graves), es tambien el hermano mayor al cual podemos acudir. Pensemos en un proyecto conjunto de reemplazo de nuestros aviones obsoletos a nivel del continente, tratando de ayudarnos los unos a los otros y tengamos economías de escala.
Yo hoy, a pesar de lo que se gritan algunos paises los unos a los otros (porque somos latinos, seres apasionados) hoy puedo decir con responsabilidad que la guerra está muy lejos de América Latina, pensemos como bloque y espero que luego de que este tribunal falle, nos pongamos de una vez por todas a trabajar juntos para que tengamos una confederación de estados, con constitución única, con un poder legislativo y tribunales de la confederación, con un banco central, con una moneda. Esto si se puede pero somos nosotros los que no despertamos.
Yo soy de derecha liberal, libremercadista de tomo y lomo, pero esto para nada me invalidaría a pedir que tambien Venezuela se junte con nosotros en este proyecto, cada Estado puede tener autonomía económica, entendiendo que siempre hay espacio para concensos mínimos (lo transversal).
Ojalá esto de Brasil se concrete luego, asi como tambíen espero que luego de estas elecciones en el país trasandino, salga un nuevo presidente que levante a la Argentina y la haga pensar en el futuro... no le hace bien a la región tener a una Argentina tan abatida, ojalá Macri haga un buen papel, lo mismo aqui Piñera, MEO o quien sea para sacar a Chile del estancamiento y del conformismo; en el Perú de Castañeda o de Kuczynski para seguir en esta senda de progreso y dinamismo; en la Colombia de Uribe camino al desarrollo sin guerrilla ni milicos gringos, etc... A Sudamérica le depara un lindo futuro si en este momento de cambios (ahora), nuestros paises se ponen los pantalones de verdad.
PD: perdón por el Off Topic...
Saludos a todos
rush4you
06-Oct-2009, 21:23
Gripen NG Brasil será mas nacional que AMX, según Saab
http://defesabrasil.com/site/images/stories/noticias/gripen/gripen_ngT.jpg
Un artículo bastante extenso sobre la oferta final de Saab para llevarse el concurso FX-2. Entre los aspectos nuevos mas importantes están:
-Participación del 40% en el programa Gripen NG a nivel mundial y acceso irrestricto al 60% restante.
-Construcción del 80% de la célula en Brasil.
-100% de transferencia de tecnología, financiamiento a largo plazo del gobierno sueco.
-175% del valor del contrato en compensaciones en offsets y transferencias, incluyendo áreas no relacionadas directamente con el avión y áreas civiles.
-Adquisición de mas de cien aviones Super Tucano y KC-390 para la Fuerza Aérea Sueca.
-Derechos exclusivos de venta de Gripen NG en América Latina y participación en las ventas al resto del mundo.
Link a la fuente (en portugués): http://defesabrasil.com/site/noticias/projeto-f-x2/gripen-ng-brasil-sera-mais-nacional-do-que-o-amx-diz-saab.php
Es una oferta extremadamente difícil de rehusar. No se conoce nada de la propuesta final de Dassault, y la de Boeing realmente no da la talla...
Pero Saab está decidido a pelear hasta el último momento, con un avión que si bien no es tan poderoso como el Rafale, es mas que suficiente para las necesidades reales de Brasil; aparte de ser mucho mas económico, con un abanico de armas mayor y por ello, mas fácil de exportar.
Saludos.
TERABYTE
12-Oct-2009, 11:59
Saludos Rush4you
El problema seria que SAAB no podria garantizar 100% ToT (Transferencia Total de Tecnologia) al incorporar casi 35% de componentes y sistemas de fabricacion norteamericana que no necesariamente contarian con la aprobacion del gobierno de los EEUU para su divulgacion, segun lo declarado a la prensa por Orville Prins, Vicepresidente Regional de Desarrollo de Lockeed-Martin en la India.
... there was lots of talk on Gripen country head Eddy de la Motte's repeated affirmation that there would be "total transfer of technology" if the Gripen was selected. Lockheed-Martin Vice President (Business Development, India) Orville Prins told journalists that the Gripen campaign's assertion that there would be 100 per cent ToT was "dishonest and inaccurate".
Prins pointed out that with an admitted 35 per cent of the Gripen being made up by American components and systems, there was no way that the Swedes could trumpet full transfer of technology, simply because a full transfer of technology would mean formal release of the said technology by the US government, which may or may not be forthcoming. "Without formal sanction for technology release, it simply not honest to say you can transfer all technology. It is plainly false," Prins said.
...
Fuente:
http://livefist.blogspot.com/2009/09/exclusive-lockheed-launches-attack-on.html
Saludos Cordiales
TERABYTE
14-Oct-2009, 07:13
...Yo creo que ya es hora de que en Sudamérica aprendamos a pensar en conjunto, o si no el mundo nos va a comer. Si bien Brasil tambien tiene problemas como todos nosotros (y hasta más graves), es tambien el hermano mayor al cual podemos acudir. Pensemos en un proyecto conjunto de reemplazo de nuestros aviones obsoletos a nivel del continente, tratando de ayudarnos los unos a los otros y tengamos economías de escala...
Saludos a todos
Saludos Hernan:
Excelente comentario y muy valido, hoy mas que nunca, Brasil tiene el peso especifico necesario a nivel mundial como para servir de eje regional latinoamericano, si a esto le sumamos el "apadrinamiento" de Francia, podriamos estar en condiciones de decir que no es ninguna alucinacion la proposicion de alineamiento geopolitico regional en defensa de nuestros intereses comunes frente a las grandes potencias que podrian buscar expandir su radio de influencia a costa de nuestros recursos y soberania.
Saludos Cordiales
Perturbador
14-Oct-2009, 08:49
Los ultimos post de HernaCl y Terabyte muy sensatos, lastima que los estados sudamericanos no hubieran acordado antes en un desarrollo conjunto de una plataforma para la region, estariamos en otro nivel de integracion, Lastima que los gobernantes de cada pais no se manejn por proyectos regionales a largo plazo, en este punto Brasil tambien tiene responsabilidades de liderazgo, aunque realmente no necesite de sus vecinos, les hubiera salido mas ventajosas las condiciones del FX-2, pero todavia hay tiempo para otros proyectos no necesariamente de defensa.
Saludos
wolfram
15-Oct-2009, 09:40
Comparto sus opiniones respecto a proyectos regionales a largo plazo y no necesariamente militares...sin embargo y sin hacer referencia politica alguna, recuerdo que hace unos diez años, el único que clamaba por integración a todo nivel, por proyectos de envergadura, por homologación del parque militar...era chavez...soy venezolano, y no comparto muchas cosas de chavez, no obstante en cuanto a este punto en específico...el tiene razón... suramerica debe intyegrarse, con o sin colombia que juega un juego opuesto a los intereses de la región, pero debemos ser un polo de poder a nivel mundial, contamos con recusros minerales, economicos y sobre todo intelecto...
saludos
AfiCiONaDoOv
15-Oct-2009, 11:47
suramerica debe intyegrarse, con o sin colombia que juega un juego opuesto a los intereses de la región, pero debemos ser un polo de poder a nivel mundial, contamos con recusros minerales, economicos y sobre todo intelecto...
saludos
Colombia ahora no es que juegue un polo opuesto al interes de la región si no mas bién juega según sus intereses como nación pués las FARC son un problema realmente de tomar en cuenta y cada día que pasa colombia trata de resolverlo y como no tiene los inmensos recuersos que otros países tienen e la región pues tiene que recibir la ayuda que se pueda con tal de eliminar a la lacra que es el terrorismo que mata,secuestra,viola,etc al pueblo.
Debes en cuando es bueno ponerse en el lugar de otros, no solamente críticar y sacar conlusiones en beneficio propio; Y esto lo digo por que el presindente Chavez no kiere ni verlos por pintura a los gringos pero bien que le vende petróleo con una gran sonrisa, y cuando algún país sudamericano firma cualquier TLC con los EE.UU pues ya esta pataleando como niño berrinchudo.
HernanSCL
16-Oct-2009, 15:52
Desde el Espejo Aeronáutico:
¿SUPER TUCANO PARA ESTADOS UNIDOS?
Categoria: Aviacion - 16-10-2009 08:31
Según informes llegado a la redacción de este sitio habría tratativas por la venta de Súper Tucanos a Estados Unidos. La noticia no ha podido ser confirmada pero debemos suponer que esta sería una jugada de Estados Unidos ante la desición que Brasil debe tomar, por la compra de su nuevo avión de combate. Hasta el momento las relaciones con Francia, favorito del gobierno que ha ofrecido el Rafale con transferencia de tecnología, son excelentes y por otro lado Estados Unidos está ofreciendo los F-18 Súper Hornet a un precio menor de lo que costarían los aviones franceses. ¿Sería esta posible compra de 100 Súper Tucano un trueque por la compra de los F-18? La industria brasilera ya ha vendido este avión a otros países y en este momento Embraer estaría negociando con Colombia la venta de 10 Súper Tucano adicionales a los ya adquiridos completando su entrega en el 2008, un paquete de 16 de estos aparatos con Indonesia y la entrega a partir del próximo año a Nicaragua.
Saludos a todos
TERABYTE
16-Oct-2009, 22:42
Lo que esta muy claro es que las potencias industriales militares estan cortejando decididamente al Brasil porque ven la tremenda importancia de este pais a nivel regional, a futuro mediano, el Brasil deberia ser el eje geopolitico a nivel latinoamerica, zona de economias pujantes y en crecimiento, donde en otras partes del globo, algunas economias han llegado al tope de sus capacidades de crecimiento y mas bien comienzan a contraerse, latinoamerica tiene mucho potencial por delante.
TERABYTE
23-Oct-2009, 12:17
Saludos amigos foristas:
La ultima propuesta de Dassault ofrecida al Ministerio de Defensa brasilero dentro de la licitacion FX-2, es la de producir 30 unidades del Rafale (a partir de la sexta unidad producida en Francia) ya en territorio brasilero en una linea de montage a cargo de Embraer. El ofrecimiento generaria inmediatamente 3 mil puestos de trabajo y el costo final se mantiene en reserva.
De acuerdo con Dassault, de las 36 aeronaves que serian vendidas en la primera etapa del proyecto FX-2, las seis primeras construidas a partir de 2013 serian producidas de manera casi integra en Francia y posteriormente se trasladaria la produccion a una linea a cargo de Embraer, empresa en la cual Dassault posee 0.9% de acciones.
Esta ultima propuesta es un avance sobre el ofrecimiento original en que ninguno de los 36 aviones serian construidos en Brasil. Acerca de la Transferencia de Tecnologia, el vice presidente de Dassault, Eric Trapier informo que no hay ninguna restriccion por parte de la empresa o el gobierno frances al respecto.
Fuente: Gazeta do Povo
http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/rafale-BAF2-500x323.jpg (http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/rafale-BAF2.jpg)
Saludos Cordiales
TERABYTE
26-Oct-2009, 07:08
Saludos amigos foristas:
Extracto de un video informativo de Dassault
http://www.youtube.com/watch?v=mf-jQWHZ5es
Saludos Cordiales
rush4you
23-Nov-2009, 21:43
El FX-2 está cerca de concluir finalmente... Y la torta se le puede voltear a Dassault.
Jobim entrega informe a Lula
El ministro de Defensa, Nelson Jobim, se reúne ahora con el Presidente Lula para presentar el informe técnico preparado por la Fuerza Aérea Brasileña sobre los tres cazas supersónicos que disputan la competencia de la Fuerza Aérea. La preferencia de Jobim y de Lula por el francés Rafale de Dassault, es muy abierta. Pero el informe, aunque no concluyente, no ayuda a los franceses.
Una nueva información ayudará a la sueca Saab, que produce el Gripen. Según el informe, el costo por hora de vuelo del Gripen es de 4 000 dólares, contra 14 000 del Rafale. El coste de los F-18, de Boeing, es de alrededor de $ 10 000.
Los pilotos de la FAB han manifestado su preferencia por los F-18. El avión es el de mayor éxito en los últimos conflictos, pero tiene en su contra las restricciones de gobierno de los EE.UU. sobre transferencia de tecnología. El Comando de la Fuerza Aérea y Embraer, que sería el socio nacional de cualquiera de los implicados que gane, prefieren el Gripen sueco. Además de la disminución de precios por costo de hora de vuelo, el Gripen está a mitad del precio de caza francés y ofrece un mayor acceso a nuevas tecnologías.
Sin embargo, las personas cercanas al gobierno dicen que es difícil que Dassault pierda la partida. Los intereses políticos, como el apoyo de Francia para la entrada de Brasil en el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas, deben pesar más.
Fuente: http://portalexame.abril.com.br/blogs/primeirolugar/20091123_listar_dia.shtml?permalink=209594
Bueno, esto se acabó. Este informe final solo confirma lo que ya venía diciendo Embraer y mandos de la FAB, y que se sospechaba desde el primer concurso FX. Que el Gripen NG es la mejor elección para Brasil en su conjunto, y una eventual victoria del Rafale se deberá exclusivamente a motivos políticos y lobby.
Saludos
Giancarlo_HG.
24-Nov-2009, 21:09
Y los pilotos , que son los que vuelan y planifican, ademas de los que absorven operativamente la tecnología prefieren al F18.
la comandancia y los políticos pueden estar "influenciados" por los dólares franceses y su condicionamiento político de hacer al Brasil con un asiento importante en las naciones unidas.
La cosa esta entretenida.
rush4you
24-Nov-2009, 22:06
La cosa siempre estuvo entretenida, aunque como telenovela ha estado durando demasiado :P
La fecha del anuncio del ganador debería ser el 30 de noviembre según declaraciones anteriores de Jobim, aunque es probable que se dilate mas. Total, ya casi tres años solo para el FX-2, ¿qué nos cuesta esperar hasta fin de año?
[/sarcasm]
Saludos, y que gane el mejor.
TERABYTE
26-Nov-2009, 06:43
Saludos Amigos Foristas:
El asunto fue politico desde el comienzo, Brasil no solo busca nuevos vectores para su FA, principalmente buscaria una alianza estrategica tecnologico-militar que lo posicione como el lider del mercado de armas y tecnologia de defensa en la region, negocio nada despreciable a juzgar por las inversiones masivas efectuadas por algunos paises ultimamente.
Los EEUU habrian llegado a ofrecer novedosos y atractivos incentivos de asociacion y transferencia tecnologica que hubieran podido afectar el cambio la balanza de la decision final a su favor, sin embargo, por la enorme influencia del presidente Lula quien habria evidenciado su respaldo por la propuesta de Francia esto no se veria probable.
Saludos Cordiales
Fuente:
http://www.aereo.jor.br/2009/11/02/venda-do-fa-18-ajudaria-aprofundamento-das-relacoes-entre-eua-e-brasil-afirma-subsecretaria/
rush4you
26-Nov-2009, 15:04
Yo tampoco apostaía mucho por el Super Hornet, las mayores críticas en Brasil han sido justamente por el tema político y de poca seguridad en la transferencia de tecnología ofrecida.
Pero el Gripen NG está en una posición muy diferente. Si Brasil busca convertirse en exportador de cazas avanzados como ha proclamado anteriormente, la oferta de Saab le calza como anillo al dedo. Dassault (además de Boeing) está ofreciendo transferir su actual tecnología, pero eso no implica que la industria aeronáutica brasileña pueda utilizarla eficientemente para construir un caza.
El Gripen NG en cambio, al ser un avión que aún está en desarrollo, tiene mas "espacio" para que Brasil o algun socio le "meta mano" a elementos clave como la aviónica, data-link, configuración del fuselaje, ntre otros. Y Suecia si tiene control directo sobre estos elementos, a direrencia del motor, que puede simplemente cambiarse. Como resultado, Brasil puede incluso darse el lujo de crear sub-variantes del caza específicamente adaptadas a sus rquierimientos, y otras para exportación. Sumando a esto su influencia en países de América Latina y los bajos costos de operación del caza, el Gripen NG en manos brasileñas tendría mucho mas éxito como avión de exportación que un Rafale
HernanSCL
26-Nov-2009, 20:52
Yo tampoco apostaía mucho por el Super Hornet, las mayores críticas en Brasil han sido justamente por el tema político y de poca seguridad en la transferencia de tecnología ofrecida.
Pero el Gripen NG está en una posición muy diferente. Si Brasil busca convertirse en exportador de cazas avanzados como ha proclamado anteriormente, la oferta de Saab le calza como anillo al dedo. Dassault (además de Boeing) está ofreciendo transferir su actual tecnología, pero eso no implica que la industria aeronáutica brasileña pueda utilizarla eficientemente para construir un caza.
El Gripen NG en cambio, al ser un avión que aún está en desarrollo, tiene mas "espacio" para que Brasil o algun socio le "meta mano" a elementos clave como la aviónica, data-link, configuración del fuselaje, ntre otros. Y Suecia si tiene control directo sobre estos elementos, a direrencia del motor, que puede simplemente cambiarse. Como resultado, Brasil puede incluso darse el lujo de crear sub-variantes del caza específicamente adaptadas a sus rquierimientos, y otras para exportación. Sumando a esto su influencia en países de América Latina y los bajos costos de operación del caza, el Gripen NG en manos brasileñas tendría mucho mas éxito como avión de exportación que un Rafale
No podría estar más de acuerdo, el Grippen NG tiene muchas características que lo adaptan a la realidad latinoamericana: bajo costo de operación, moderno, buena autonomía, capacidad para despegar en pistas no preparadas, capacidad de despegue corto, toberas altas que disminuyen los problemas con el FOD, supercrucero... es la solución sustentable para todas las fuerzas aereas que estén con parte o la totalidad de su inventario próximos a entrar en obsolescencia como Colombia (exeptuando K-Fir C12), Argentina, Uruguay y Ecuador, e incluso constituirse como una opción multirol de largo plazo válida para cuando la FAP deba renovar sus cazas. Lastima que la versión NG haya sido ofrecida demasiado tarde para Chile, pero en fin.
El Grippen NG ofrecido por Brasil sería un éxito para la exportación en latinoamérica, y más aún, ofreciendolo en pack con el R-99A uff... simplemente constituye una oferta irresistible.
Saludos a todos
Giancarlo_HG.
28-Nov-2009, 18:50
El Gripen NG se enfrentaría a las restricciones americanas respecto a la tecnología que tiene el caza, que es de licencia americana.
Ese "concurso" es un zancochado...
Que Brasil elija lo mejor que crea conveniente y bajo los parámetros que ellos crean que son los mejores.
Lo cierto es que es un caza demencialmente caro, y no veo como Brasil lograra que bajen los precios de una manera tan radical como para que sea atractivo a países de la región, tal vez allá en el 2025 o 2030 tengamos capacidad para adquirir un Rafale brasilero pero a esas fechas prefiero un F35.
Sarkozy prometió un 40% de rebaja en los precios de adquisición pero ..............
Dassault desmiente rebajas a Brasil de un 40% del precio del "Rafale"
08/11/2009 (Infodefensa.com) París -
El fabricante francés Dassault desmintió haber rebajado, a instancias del Gobierno, un 40% el precio de su Rafale en la negociación que mantiene con Brasil para venderle este avión de combate, que tiene que competir con el F-18 estadounidense y con el Gripen sueco.
Dassault salió al paso de un artículo del diario francés Libération, y aseguró por boca de un portavoz que esas informaciones "son falsas" y que la empresa "no acostumbra a negociar en público", para atajar otras preguntas sobre la marcha de las conversaciones con Brasil o cuál es el nivel de precios con el que se trabaja.
El periódico francés indicó, por su parte, que Dassault ha procedido a recortar sus ambiciones para el Rafale respecto a los 98 millones de euros cada unidad, que supuestamente había planteado al inicio de las conversaciones.
Este esfuerzo tarifario habría sido resultado de la presión sobre el fabricante del presidente francés, Nicolas Sarkozy, que en su visita a Brasil el pasado 7 de septiembre se había comprometido ante las autoridades del país sudamericano a ofrecer un precio equivalente al que paga por los cazas el Ejército francés (unos 50 millones de euros cada uno), el único que dispone hasta ahora de estos aviones.
Las fuentes citadas por el diario estimaron además que la disminución de la factura podría ser insuficiente para que Francia ganara la partida.
Las autoridades gubernamentales francesas, por su parte, se decantan por un precio muy bajo que permita cerrar la operación y lanzar así otras posibles ventas de este avión cuyo recorrido comercial hasta ahora ha sido decepcionante.
A comienzos de octubre, las tres empresas que compiten en la licitación brasileña presentaron sus propuestas al Gobierno para la venta de 36 cazas, lo que incluía la transferencia de tecnología al país suramericano y, en algunos casos, el compromiso de compra de aviones brasileños.
http://infodefensa.com/lamerica/noticias/noticias.asp?cod=2031&n=Dassault%20desmiente%20rebajas%20a%20Brasil%20de %20un%2040
98 millones de Euros son 147 millones de dólares ( sin incluir soporte y armamento )
También Zarkozy habría mentido respecto al costo de adquisición francés por cada una de esas maquinas, porque según el mismo senado de ese país ellos desembolsan mas de 130 millones de dólares por aeronave y a dólares de unos buenos tres años atras.
realmente no veo como Brasil lograría bajar los costos tan altos de esa aeronave..................y su costo por hora de vuelo! madre santa! es un cólico de los buenos.
En fín es su problema y suerte.
rush4you
28-Nov-2009, 19:21
Y pensar que descartaron al Eurofighter por caro, hahaha.
Si los brasileños de verdad tienen esos montos, debieron ir por el EF-2000, que por increible que parezca, es mas económico a mediano y largo plazo.
O meterse al Su-35/PAK-FA cuando los rusos se los ofrecieron y asegurarse toda la tecnología que quisieran también a largo plazo.
Pero de los tres que quedan, aun pienso que la mejor oferta es la de Saab. Los componentes americanos no son tantos ni tan importantes como se suele pensar. El motor puede cambiarse, como en la oferta para el MMRCA. De ahí solo quedaría partes de la electrónica de vuelo y el APU. Todo lo demas es de origen sueco y de otros países de la EU, y no debería haber mayor problema en transferir esa tecnología.
Saludos.
Giancarlo_HG.
28-Nov-2009, 19:50
Precios del Rafale a primera mitad del 2008, inlcuyendo costos totales del programa = 135 millones de EUROS nada más y nada menos que 202 milloncitos de dólares.
El EFA es más maquina de eso no cabe duda.
El PESA RBE del rafale tiene un alcance máximo de detección de tan solo 100 km, y es que su antena es pequeñísima, el RBE-2 con antena AESA espera incrementar el rango en un 50%
El Captor del EFA , mecanico y planar array supera los 200km si mi memorita no me falla, cuando reciba el AESA......woww...y ya esta listo!.
Pero bueno Brasil se quedo con esos 3.
Como SDA me gusta el Super Hornet.
El Gripen no tiene AESA , Thales que ha sido adquirida por Dassault le ha negado dicho radar. Solo le queda a la sueca de SAAB conseguir radares AESA de menores prestaciones como el SABR de raytheon o el ......(me olvide) de una empresa italiana.
El Gripen NG es una belleza eso sí, un pedido inicial de 36 maquinas no lo hace viable, no hay garantia de nada que Brasil pida 84 restantes, solo son buenas intenciones.
Arquitecto
22-Dec-2009, 17:34
Me di el trabajo de traducir rapidamente este comentario, que creo es lo mas interesante del ejercicio en los emiratos, pues lo del F-22 era de esperarse, pero no la Katana que le dio el Rafale al Tyfon, supuestamente el 2 mejor
http://lemamouth.blogspot.com/2009/1...uelle-est.html
Los primeros balances efecutados esta manana por un piloto de Rafale frances, dan cuenta de la superioridad del caza frances sobre el Tyfon de la RAF, durante las confrontaciones realizadas estas ultimas semanas en los Emiratos Arabes Unidos. La primera confrontacion fue entre 4 Rafales contra 4 Tyfones termino 4-0 en favor del Frances, a pesar, nos explica, el empleo de un armamento aire-aire ficticiamente degradado. Luego de degradarlo un poco mas, el Rafale aun gano 3-1
El rafale se enfrnto contra el F22 durante un vuelo, pero dentro de un cuadro limitado al combate aire-aire visual. Estuvo en la mira del caza americano solo una vez, nos explico tambien.
El Rafale, lo hemos comprendido bien, a mejorado largamente su notoriedad, sobre todo para los pilotos del emirato. Inclusive durante varias salidas mostro su superioridad en todos el espectro de las misiones, detectando sitios de misiles suelo-aire que no habian sido detectados por los F-16CJ americanos.
La optronica sector frontal (OSF) tambien le permitio dicha identificacion desde 40 Kilometros, lo que evita al avion de exponerse por identificacion visual a 3-4 Kilometros, lo que es necesario para la mayoria de los demas aviones.
Asi mismo, en el espacio de un minuto, un Rafales lanzo 6 AASM sobre las misma cantidad de objetivos varias decenas de kilometros, ademas de tirar 3 misiles aire-aire Mica,hacia atras lo que atestigua de la versatilidad del avion
Arquitecto
22-Dec-2009, 17:36
Me di el trabajo de traducir rapidamente este comentario, que creo es lo mas interesante del ejercicio en los emiratos, pues lo del F-22 era de esperarse, pero no la Katana que le dio el Rafale al Tyfon, supuestamente el 2 mejor
http://lemamouth.blogspot.com/2009/12/la-raf-nest-plus-ce-quelle-est.html
Los primeros balances efecutados esta manana por un piloto de Rafale frances, dan cuenta de la superioridad del caza frances sobre el Tyfon de la RAF, durante las confrontaciones realizadas estas ultimas semanas en los Emiratos Arabes Unidos. La primera confrontacion fue entre 4 Rafales contra 4 Tyfones termino 4-0 en favor del Frances, a pesar, nos explica, el empleo de un armamento aire-aire ficticiamente degradado. Luego de degradarlo un poco mas, el Rafale aun gano 3-1
El rafale se enfrnto contra el F22 durante un vuelo, pero dentro de un cuadro limitado al combate aire-aire visual. Estuvo en la mira del caza americano solo una vez, nos explico tambien.
El Rafale, lo hemos comprendido bien, a mejorado largamente su notoriedad, sobre todo para los pilotos del emirato. Inclusive durante varias salidas mostro su superioridad en todos el espectro de las misiones, detectando sitios de misiles suelo-aire que no habian sido detectados por los F-16CJ americanos.
La optronica sector frontal (OSF) tambien le permitio dicha identificacion desde 40 Kilometros, lo que evita al avion de exponerse por identificacion visual a 3-4 Kilometros, lo que es necesario para la mayoria de los demas aviones.
Asi mismo, en el espacio de un minuto, un Rafales lanzo 6 AASM sobre las misma cantidad de objetivos varias decenas de kilometros, ademas de tirar 3 misiles aire-aire Mica,hacia atras lo que atestigua de la versatilidad del avion
Noticia de hoy en RPP:
Brasil prefiere cazas suecos Gripen a franceses Rafale, según diario
Las preferencias de los militares fueron incluidas en el informe técnico que la Fuerza Aérea le entregó al Ministerio de Defensa tras analizar tres aviones que se disputan la licitación, informan medios.
La Fuerza Aérea Brasileña (FAB), que abrió una licitación para adquirir 36 cazas, manifestó su preferencia por el modelo sueco Gripen NG y dejó en tercer lugar en la lista al francés Rafale, el preferido por el presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informó hoy el diario Folha de Sao Paulo.
Las preferencias de los militares fueron incluidas en el informe técnico que la Fuerza Aérea le entregó al Ministerio de Defensa tras analizar los tres aviones que se disputan la licitación y al que el diario de Sao Paulo dice haber tenido acceso.
De acuerdo con la versión periodística, en dicho informe la Fuerza Aérea cita como su avión preferido el Gripen NG de la fabricante sueca Saab; coloca en segundo lugar al F-18 Súper Hornet de la estadounidense Boeing y deja en último lugar al Rafale de la francesa Dassault. Ver los F18 Hornet aquí
Los tres aviones son los finalistas en la licitación abierta por la Fuerza Aérea Brasileña para sustituir a sus actuales cazabombarderos.
Pese al resultado del informe técnico, el presidente brasileño ya había manifestado su preferencia por los Rafale en un encuentro que tuvo en septiembre del año pasado con su homólogo francés, Nicolas Sarkozy.
Ambos anunciaron entonces la intención de convertir a Brasil y Francia en "socios estratégicos en el dominio aeronáutico" y Lula dijo que su Gobierno "abriría negociaciones" con Dassault para la compra de los Rafale.
De acuerdo con Folha de Sao Paulo, el informe técnico de la Fuerza Aérea apenas es consultivo, por lo que Lula tiene la última palabra sobre los aviones militares que Brasil adquirirá.
Según la versión periodística, la Fuerza Aérea prefiere el Gripen NG sobre todo por el precio, al parecer muy inferior al de sus competidores, e igualmente por tener un costo de mantenimiento muy bajo.
El informe, agrega el diario, no considera negativo el que el avión sueco sea un monomotor, mientras que el francés y el estadounidense son bimotores.
El texto aclara que mientras que el avión francés es un modelo ya existente, lo que reduce la posibilidad de transferencia de tecnología, el sueco aún está en desarrollo, lo que permitiría a Brasil tener más acceso a la tecnología.
El diario agrega que el informe fue elaborado por la Comisión Coordinadora del Programa de Aeronaves de Combate y ratificado por el comando de la Fuerza Aérea, y que ya estaría en manos del ministro de Defensa, Nelson Jobim.
Portavoces del Ministerio de Defensa informaron de que el ministro se encuentra de vacaciones y sólo podrá pronunciarse la próxima semana. EFE
http://www.rpp.com.pe/2010-01-05-brasil-prefiere-cazas-suecos-gripen-a-franceses-rafale-segun-diario-noticia_233327.html
Falta poco para el ultimo capitulo de esta novela..
Vamos a ver si en Brasil tambien gana la "decision politica"
salu2
HernanSCL
06-Jan-2010, 20:15
uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu uuuuuuuuuuuuuu
Esta teleserie esta muy buena... Si el Grippen NG gana, yo apuesto -y tómenme la palabra- de que en algunos años más, medio latinoamérica renovará sus inventarios con este avión.
Es ideal para América Latina por relación coste-prestaciones, sin mencionar que puede operar en pistas escasamente preparadas.
El Grippen NG es una estupenda elección...
Saludos
Typhoon273
07-Jan-2010, 14:29
Holas,
Como bien dices, yo tambien habia pensado la opcion de que este nuevo gripen NG sea el nuevo caza para latinoamerica. En el tema de "Gripen para la FAP" habia mencionado que este caza seria el equivalente al mirage III/5 cuando fue la estrella de varias FF.AA latinas en los 60's y 70's. Ahora tambien se puede repetir esa historia.
Saludos
TERABYTE
08-Jan-2010, 10:35
Noticia de hoy en RPP:
http://www.rpp.com.pe/2010-01-05-brasil-prefiere-cazas-suecos-gripen-a-franceses-rafale-segun-diario-noticia_233327.html
Falta poco para el ultimo capitulo de esta novela..
Vamos a ver si en Brasil tambien gana la "decision politica"
salu2
Eso pasa cuando los dirigentes quieren imponer la voluntad politica por sobre la decision tecnica de los profesionales de armas, en este caso, por lo menos Lula estaria apuntando a una alianza estrategica que posicione a Brasil como lider regional en tecnologia militar, pero al costo que pretenden los franceses mas el efecto alienante que podria tener dicha decision con los norteamericanos francamente se ve hoy mas dificil. De perder este concurso mas el MRCA indio, las cosas se verian muy mal para Dassault en el futuro.
Saludos Cordiales
Wolfman
04-Feb-2010, 09:13
Brasil comprará aviones franceses por US$ 6 mil 200 millones
Sao Paulo (EFE). El presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, resolvió comprar los cazas franceses Rafale después de que Dassault redujera el precios casi en un 25%, según revela hoy el diario Folha de Sao Paulo.
Fuentes oficiales se han negado a pronunciarse sobre la información del rotativo que asegura que Lula, que ya desde septiembre había hecho pública su preferencia por los 36 aviones franceses, decidió finalmente cerrar el negocio con Dassault.
Según el diario, la compañía francesa redujo el coste de la operación de 8.200 millones de dólares a 6.200 millones, cifras que sin embargo continúan sensiblemente por encima de sus dos competidores: el F-18 de Boeing y el Gripen NG de la sueca Saab.
La decisión fue tomada después de que el mandatario se reuniese con el ministro de Defensa, Nelson Jobim, quien obtuvo la reducción en el costo de la operación después de pasar por París el sábado pasado, en una escala cuando volvía de un viaje a Israel.
Fin del "culebrón" del año ... el elegante Marcel se queda con la Garota de Ipanema :-D
¿Y la campaña peruana antiarmamentista?
Noticia completa:
http://elcomercio.pe/noticia/410196/y-campana-peruana-antiarmamentista-brasil-comprara-aviones-franceses-us-6-mil-200-millones
Si pues, mientras nosotros discutimos por un puñado de $ para las FF.AA, la region se vacila con la propuesta de Alan :oops:
Giancarlo_HG.
04-Feb-2010, 15:43
Miren lo que dice el ministro de defensa Jobin, parace que como sea la fuerza aérea quiere mostrar su descontento, estaban entre el Gripen y al F/A 18E Super Hornet.
http://lh4.ggpht.com/_WYa0BINd9-c/S2r-djwzZPI/AAAAAAAABRU/P0Lj2Nf1rbY/ScreenHunter_01%20Feb.%2004%2012.01.jpg
Al paracer Lula ya decidio, decision política, el sr y sus asesores deben de haber analizado el costo/beneficio de esta operación.
Francia le esta entregando al parecer no solo la posibilidad de fabricar el avión y comercializarlo fuera de las fronteras brasileras, tambien tecnología para que Brasil se convierta en potencia submarinistica a medio-largo plazo. Eso Rusia no se lo podía ofrecer, Francia le estaría "entregando" tecnología de cuarta generacion en cascos de submarinos diessel, cosa que Rusia no posee. Creo que en el áerea naval y en el áera aeronaútica, Lula busco un complemento, y esto solo se lo ofrecio Francia.
Sacando datos de esta infografía y asumiendo algunas escenarios:
http://lh5.ggpht.com/_WYa0BINd9-c/S2r_A97DOHI/AAAAAAAABRY/VOr_LzN4XCo/ScreenHunter_02%20Feb.%2004%2012.01.jpg
a 8200 millones de dólares por el Rafale , el costo unitario de la aeronave era de 227 millones de dólares por unidad. El paquete incluía armas, logistica y transferencia tecnológica.
ahora con la rebaja son 6200 millones de dólares, costo por aeronave 172millones de dólares incluyendo los item´s ya nombrados.
Definitivamente estos costos solo lo pueden asumir estados con políticas y estrategias nacionales claras, como el Brasil.
Encima tendrán acceso total a toda la tecnología del Rafale. Francia no solo gana un cliente, gana un socio en el desarrollo de la aeronave y un socio en la comercialización de esta, podría aprovechar en un futuro el menor costo por mano de obra y la menor presión tributaria de la industria brasilera para reexportar el aparato. En caso; obviamente, que la importación del Rafale desde Francia le resulte inviable economicamente para otros posibles clientes.
si consideramos los costos de mantenimiento de la flota que según este grafico es de 4mil millones de dólares ( no especifican el intervalo de tiempo ) , el "costo por ciclo de vida" (faltan incluir algunos detalles más, pero sirve para darnos una idea) del Rafale se dispara hasta los 10mi 200 millones de dólares.
En estos cuadrachos que me hice a la volada, asumiendo :
*8000 horas de vida util del Airframe para los c/u 3 participantes, y asi poder realizar un análisis comparativo de los 3 aparatos.
*220 horas de vuelo al mes por piloto; ideal para que la FAB este considerada entre las grandes ligas.
*1.25 pilotos por avión, es decir una escuadrilla de 12 aeronaves contaria con 3 pilotos de reserva, y asumiendo que estos 3 pilotos vuelan la misma cantidad de horas al año.
bajo estos supuestos los resultados son los siguientes:
http://lh3.ggpht.com/_WYa0BINd9-c/S2smSkjN0GI/AAAAAAAABR4/BgFBcd8abww/ScreenHunter_07%20Feb.%2004%2014.54.jpg
*Una escuadrilla de 12 aeronaves acumularia 3300 horas de vuelo x año
*Una escuadrilla de 36 aeronaves acumularía 9900 horas de vuelo x año
*Bajo los supuestos establecidos, a 220 horas de vuelo x piloto x año y a 1.25 pilotos por aeronave , cada caza tendría que acumular 275 horas de vuelo al año. El resultado son 29 años de vida util operacional de c/u de los cazas en la FAB.
http://lh3.ggpht.com/_WYa0BINd9-c/S2smONlfFrI/AAAAAAAABR0/1SzeojlAv4A/ScreenHunter_06%20Feb.%2004%2014.53.jpg
Siempre teniendo en cuenta los supuestos del primer cuadro
*El costo x ciclo de vida del Rafale = 10mil 200 millones de US$ durante los 29 años de operaciones en la FAB.
*El costo x ciclo de vida del F/A-18E-F Super Hornet = 7mil 700 millones de US$ durante los 29 años de operaciones en la FAB.
*El costo x ciclo de vida del Gripen NG = 6mil millones de US$ durante los 29 años de operaciones en la FAB
Es decir :
*El Rafale tiene un costo x ciclo de vida un 32.5% mas costoso que el costo x ciclo de vida del Super Hornet
*El Rafale tiene un costo x cilclo de vida un 70% mas costoso que el costo x ciclo de vida del Gripen NG
*A su vez el Super Hornet tiene un Costo x ciclo de vida un 28.3% mas costoso que el Gripen NG
En conclusión el Gripen es la aeronave menos costosa en terminos de ciclo de vida, seguida por el Super Hornet y la mas costosa el Rafale y por largo. Lula y sus asesores habran sopesado que el beneficio de la relacion con Dassault supera estos costos por un buen tramo.
En terminos de costos x hora de vuelo anuales :
*El costo anual x hora de vuelo del Rafale = 13,889 US$
*El costo anual x hora de vuelo del Super Hornet = 6,944 US$
*El costo anual x hora de vuelo del Gripen NG = 5,208 US$
Es decir
* El Rafale tiene un costo anual x hora de vuelo un 100% más costoso que el costo x hora de vuelo del Super Hornet.
* El Rafale tiene un costo anual x hora de vuelo un 167% más costoso que el costo x hora de vuelo del Gripen NG.
* A su vez el Super Hornet tiene un costo anual x hora de vuelo un 33% más costoso que el costo x hora de vuelo del Gripen NG.
En conclusión el Gripen NG es la aeronave menos costosa no solo desde el punto de vista del costo por ciclo de vida, si no tambien desde el punto de vista del costo anual x hora volada, seguida por el Super Hornet y el mas costoso; y por largo, el Rafale.
Ahora comprendo a la Fuerza Aérea Brasilera, que según los rumores provenientes del Brasil, ellos optaban por el Gripen NG , seguidp por el Super Hornet.
Por lo menos desde el punto de vista de costos la decisión no fue tomada, es evidente la intromisión política, desde mi punto de vista obviamente.
Definitivamente el programa mas costoso de adquisición aeronautica militar desde la frontera EEUU - Mexico hacia abajo. Con los años veremos el beneficio de esta operación.
Eso si, a esos costos, mejor olvidarnos del Rafale para siempre.
Giancarlo_HG.
04-Feb-2010, 15:45
http://lh4.ggpht.com/_WYa0BINd9-c/S2smXKp0VXI/AAAAAAAABR8/rYvP-ADmTjs/ScreenHunter_08%20Feb.%2004%2014.54.jpg
http://lh5.ggpht.com/_WYa0BINd9-c/S2smbpTHQnI/AAAAAAAABSE/x56mqTS8XQY/ScreenHunter_10%20Feb.%2004%2014.55.jpg
http://lh3.ggpht.com/_WYa0BINd9-c/S2smZqVdv3I/AAAAAAAABSA/jEUuLtotnmE/ScreenHunter_09%20Feb.%2004%2014.54.jpg
** Si encuentran algún error me pasan la voz si:mrgreen:
HernanSCL
04-Feb-2010, 18:30
Una pena la desición brasilera, se perdió el tremendo potencial exportable del Grippen NG... asi que el resto de los paises con la billetera no muy llena -la mayoría-, van a tener que buscar los reemplazos para su inventario en otro lado.
Lo único decente es que al menos para Chile, el Rafale puede entrar en el cronograma de renovación de los F-5 a llevarse a cabo en 2015.
Saludos
leonidas
05-Feb-2010, 08:01
Hernan
Realmente crees que podemos pagar esos costos?, te veo demasiado optimista en todos los foros colocas opciones que son maravillosas pero impagables para nuestro presupuesto.
Sabes que la hora de vuelo del Typhoon está en el rango de US$7000 a US$8000; bueno está sería nuestra opción
Leonidas
yo quisiera saber...
porque la hora de vuelo del Rafale, teniendo este 2 motores de muy similares caracteristicas a los 2 motores del Typhoon... cuesta casi el doble?
-porque el combustible del rafale es mas caro?
-porque los pilotos de Rafale cuestan mas caro?
-porque asi lo dijo alguien?
definitivamente hay algo que no cuadra
por ultimo el Rafale, de elegirse
sera el fierro mas tacnologicamente avanzado del barrio
for many years to come
el loco.
HernanSCL
05-Feb-2010, 11:24
Leonidas, yo sólo dije que el Rafale puede entrar como candidato a reemplazar al F-5 en 2015 -última cosa ya anunciada por Vidal-. Ahora mi opinión personal sobre este rema es conocida y se enfoca en la estandarización de la fuerza en torno a F-16. Aquí podras ver mis motivos: http://www.defensa.pe/showthread.php?t=4010&page=3
Lo lamentable es que en los foros chilenos, los estandarizadores estamos en franca minoría... todos sueñan con los Typhoon.
Saludos
No tan rápido muchachos, de AFP:
Brasil niega haber decidido compra de avión francés Rafale
Brasil desmintió haber resuelto comprar el avión supersónico francés Rafale dentro del proceso para modernizar las Fuerzas Armadas, como señaló este jueves el diario Folha de Sao Paulo.
El diario Folha de Sao Paulo aseguró el jueves que el presidente Luiz Inacio Lula da Silva se decidió por la compra del Rafale para modernizar las Fuerzas Armadas brasileñas, después de que la fabricante Dassault aceptara bajar el precio a 6.200 millones de dólares.
Brasil desmintió haber resuelto comprar el avión supersónico francés Rafale dentro del proceso para modernizar las Fuerzas Armadas, como señaló este jueves el diario Folha de Sao Paulo.
El ministro brasileño de Defensa, Nelson Jobim, calificó de "infundada" la versión. "La compra no ha sido definida. El proceso está en curso en el Ministerio de Defensa. El informe (periodístico) es infundado", dijo Jobim, citado por la oficial Agencia Brasil.
Según Folha, el presidente Luiz Inacio Lula da Silva se inclinó por el Rafale después de que el fabricante Dassault ofreciera reducir a 6.200 millones de dólares el precio total por 36 aparatos.
El Rafale, que hasta ahora no fue comprado por ningún país fuera de Francia, está en competencia con el F/A-18 Super Hornet de la estadounidense Boeing y el Gripen NG de la fabricante sueca SAAB.
Previamente, la Presidencia brasileña, consultada por la AFP, había descartado cualquier novedad con respecto a la licitación.
A su vez, un portavoz de Dassault aviación consultado por la AFP en Francia afirmó: "No tenemos ningún comentario sobre el artículo de Folha de Sao Paulo. Hoy por hoy el gobierno brasileño no anunció su elección. Esperamos este anuncio con serenidad y confianza".
Según Folha, que no cita fuentes, la reducción del precio en 2.000 millones de dólares fue acordada el sábado, cuando Jobim hizo una corta visita a París volviendo de un viaje a Israel.
El rotativo subraya que, aun con el precio rebajado, el Rafale sigue siendo el más caro de los aviones, comparado con los 5.700 millones de dólares que costaría la operación con los cazas estadounidenses y los 4.500 millones si se optara por la aeronave sueca.
Lula expresó su preferencia por el Rafale ante la promesa de Francia de que daría una total transferencia de tecnología, hecha durante una visita en setiembre pasado del presidente francés Nicolas Sarkozy.
Semanas atrás el mismo diario Folha divulgó que la Fuerza Aérea Brasileña prefería el avión sueco por cuestiones de precio y comercialización en la región si este fuera fabricado en Brasil.
La respuesta de Jobim y del presidente Lula ha sido siempre la misma: la decisión será del Ejecutivo y la prioridad es la transferencia de tecnología.
Fuente: http://noticias.latam.msn.com/xl/latinoamerica/articulo_afp.aspx?cp-documentid=23393853
¿Que fue esta bola de nieve en mi opinión? Un intento por parte de los otros postores para impactar en la imagen del caza francés, al aseverar que este había sido elegido por cuestiones políticas y no por ser el mejor, aprovechando para publicar datos "oficiales" que indican que el Rafale quedo ultimo, y lo mas importante, una supuesta opinión técnica de la Fuerza Aérea Brasileña declarando su "insatisfacción" por la elección "hecha a dedo" por el presidente Lula.
Que buena jugada, realmente. Casi me la creo, pero como no vi la entrada en la Wiki en ingles ni en la web destinada específicamente a la propuesta del Rafale para Brasil, pues no termino de convencerme.
Esto indica que efectivamente el programa se acerca a su conclusion, y que los otros postores estan desesperados por dejar mal parado al Rafale. Yo creo (y reafirmo mis opiniones pasadas) que sera el ganador del FX-2.
Porque en el mundo, lo unico mejor al Omnirol de Dassault es el F-22 Raptor.
Saludos
P.D.- La entrada actualizada en FightGlobal: UPDATED: Brazil plays down reports of Rafale announcement (http://www.flightglobal.com/articles/2010/02/04/338049/updated-brazil-plays-down-reports-of-rafale-announcement.html)
Al parecer está de moda eso de "anunciar" la casi culminación de una compra, para que luego, por diferentes motivos, se elija otra. Me recuerda a lo del Type-xx y el Perú.
Giancarlo_HG.
05-Feb-2010, 17:50
Loco la respueta mas simple y lógica a la vez serian los elevados costos fijos del Rafale, los costos fijo se diluyen en proporción directa al numero de unidades adquiridas, El typhon por ejemplo tiene mas unidades vendidas por lo que sus costos totales serian menores. Estos altos costos se aplican a todos los consumibles del Rafale, lo que tendría un impacto directo en sus costos de mantenimiento y costos por ciclo de vida, elevadísimos.
Ahora bien , de memoria, en realidad no recuerdo donde lo lei, pero te lanzo una cifra, en Francia el costo por hora de vuelo del Rafale estaria por sobre los 20,000 euros.
Si los datos del diario Folha que cite para realizar mis calculos son correctos, imagino que esos costos de manutencion estan calculados en funcion a la realidad social de la economia brasilera, mientras que los costos de adquisicion ; que incluye transferencia tecnologica y armamento , estarían calculados a precio de mercado internacional.
Aún así , y de nuevo, asumiendo que esos costos son reales, el Rafale es comparativamente mucho mas costoso que el Super Hornet y el Gripen. Ojo!! que del Super Hornet hay pactados mas de 1000 unidades para la naval americana, por eso, personalmente no me llama la atención que su costo por ciclo de vida (ya se que nos faltan algunos datos como el de costo de liquidar el activo y el valor residual de este, por citar un ejemplo pero con la data entregada nos hacemos una idea clara de dicho costo) de tan solo un 23.8% mas elevado que el Gripen monomotor, y con un costo por hora de vuelo superior en tan solo 33% al costo por hora de vuelo del Gripen NG.
En lo referente a costos esa es la ventaja que te dan las economias de escala, el Gripen NG no existe por lo que sus costos fijos de desarrollo , R&D etc no estan digamos "diluidos" por el numero de naves fabricadas ( no hay ninguna), uno pensaria que por ser monomotor tendria costos mucho menores al Super Hornet pero las economias de escala dicen otra cosa.
Respecto a prestaciones, EL Super Hornet junto al Rafale son de lo mas avanzado del concurso, el talon de aquiles del Super Hornet es la trasnferencia tecnológica en lo referente al AESA y en la reexportación del aparato, algo que tampoco esta muy claro en el tema francés -EN LO REFERENTE AL AESA y a los módulos de guerra electrónica- pero los rumores respecto al avion galo hablan de transferencia total, veremos al final que querran decir con eso de la transferencia total de tecnología.
Ojo, a Suiza tambien se le promete "transferencia total de tecnologia" e incluso participar en el desarrollo futuro de la aeronave, ........acá el problema es que el estado frances promete una cosa y Dassault al parecer no anda muy de acuerdo con lo que promete el estado frances........entendible desde mi punto de vista, no creo que se vea de muy buenos ojo para thales y dassault entregar tecnologia que vienen desarrollando por decadas.
En fín, en realidad este FX2 es una verdadera chanfainita:mrgreen:
Debo de declarar que al encender mi maquina a horas tempranas de ayer, me emocione de la noticia, pero despues de leer la respuesta del ministro de defensa brasileiro Jobin que cite en mi post y las declaraciones de la FAB, bueno se me bajaron las revoluciones, pero ya habia terminado mi tabla asi que la termine por publicar. Pense que ya se habia llegado al final de la novela carioca pero veo que aun sigue el drama.
GC, quisiera que notes un punto a favor del Typhoon
justamente ayer reportaron en el noticiero BBC que 4 (si no me equivoco) altos ejecutivos de BAE seran condenados por delito de corrupcion, por cuanto bajaron plata para vender diversidad de sistemas incluyendo al Typhoon
osea que no necesariamente este era mejor avion que el Rafale
BAE pagara una exorbitante multa de casi 450 millones a USA, justamente por este hecho.
la venta a saudi arabia se hizo con harta plata bajo la mesa, pero declinaron decir a quien exactamente, probablemente el propio rey saudi
http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/8501655.stm
segundo el consumo horario de combustible entre ambos deberia ser muy muy parecido, lo cual pondria la hora de vuelo de ambas maquinas a nivel muy similar
otro detalle que no estas contemplando es que Brasil planea "comprar" 36 aparatos y FABRICAR el resto (120 planeados)
dime tu si el tal costo Rafale que mencionas no bajara notablemente con el tiempo
tambien cabe recalcar que el costo del combustible en europa "at the pump" (UK, Francia, Alemania por ejemplo) es x4 (el cuadruple) lo que cuesta en USA o Canada... o Brasil SOB :shock:
salu2
el loco
Giancarlo_HG.
07-Feb-2010, 12:47
Siempre el tema de la corrupción en la compra de armas:mrgreen:
Imaginate Loco, creo que BAE hasta debe de haber calculado un posible pago de multa en caso le descubriesen la coima. El contrato con Arabia Saudi esta valorado en mas de 20mil 500 millones de dólares por los 72 Typhoon. Pagar de multa un 2% de ese valor no es nada para BAE y sus secuaces, hasta para eso calculan escenarios estos mañosos.
Yo imagino que esas cifras que han soltado del costo de mantiniemto de C/U las tres aeronaves por los proximos 30 años (casi le doy con mis calculos por 0.7 decimas) , han sido calculadas teniendo en cuenta la realidad economica , industrial y social del Brasil, si es así, pues esos serian los costos de mantenimiento de las aeronaves , es decir calculado en base a los costos de ese país. Cifras que solamente ; en este continente, solo podría soportar Brasil, siempre remarcando el "podria"
Ahora bien esos costos son para Brasil, de ahi que bajen , realmente lo dudo. La unica nave que ha visto bajar sus costos de mantenimiento a lo largo del tiempo es el F16 por lo cantidad en servicio y por los programas de mejora continua que se le han aplicado al respecto durante estas decadas, las demás solo han visto disparar sus costos. Y teniendo en cuenta la relativa poca cantidad de aeronaves Rafale que volarían por los cielos ldurante os proximos 30 años, personalmente dudo que sus costos de mantenimiento decaigan.
Y la novela continua...
Aunque, por las declaraciones del Pdte Lula, el F-18 quedaria fuera de carrera por el tema de la transferencia irrestricta de tecnologia.
En este punto, ofrecer un precio menor ya no resulta efectivo.
Brasil sólo comprará cazas con transferencia irrestricta de tecnología
El presidente Lula enfatizó que su gobierno comprará 36 aviones caza de última generación entre Dassault Rafale, el Saab Gripen y el F-18 Super Hornet
El presidente de Brasil, Luiz Inacio Lula da Silva, enfatizó este martes que su gobierno comprará 36 aviones caza de última generación entre los tres modelos que disputan una millonaria licitación, con la empresa del país que garantice la "transferencia irrestricta" de su tecnología.
El modelo francés Rafale (Dassault), el sueco Gripen (SAAB) y el estadounidense F-18 Super Hornet (Boeing) se mantienen en una disputa que originalmente debía haberse resuelto a fines de 2009.
"Puedo adelantar que la empresa escogida, sea cual fuere, tendrá que comprometerse con la transferencia irrestricta de toda la tecnología de punta", afirmó Lula en su columna semanal distribuida por varias decenas de periódicos del país.
De acuerdo con el presidente, la Fuerza Aérea definió que esos tres modelos atienden a sus necesidades técnicas, pero señaló que ahora "es el momento de que el gobierno haga el análisis político y estratégico para indicar cual propuesta traerá más beneficios al país".
El gobierno brasileño solamente se decidirá "después de concluir los análisis del Ministerio de Defensa, de escuchar el Consejo de Defensa Nacional y de considerar las directivas de la Estrategia Nacional de Defensa", añadió.
Por el momento, de los tres competidores la francesa Dassault es la que parece más dispuesta a comprometerse con la transferencia irrestricta de la tecnología de avanzada de su modelo y ha sido mencionada como favorita por el propio Lula.
La sueca SAAB propuso a Brasil desarrollar de forma conjunta la segunda generación del Gripen, un aparato que aún no fue construido, así como los derechos de comercialización de los aviones en la región americana.
En tanto, el ministro de Justicia, Nelson Jobim, cuestionó una propuesta de Boeing de indeminizar a Brasil si consigue vender su avión pero no logra transferir tecnología.
"Por un lado es interesante, pero por otro también es una demostración de que la propia Boeing no tiene seguridad" de poder cumplir con la exigencia brasileña, dijo el ministro la semana pasada.
AFP
http://www.rpp.com.pe/2010-03-09-brasil-solo-comprara-cazas-con-transferencia-irrestricta-de-tecnologia-noticia_248386.html
salu2
Esta novela esta mas larga que corbata de jirafa...
Los suecos contra atacan...
Visita de los Reyes de Suecia a Brasil.. y algunos datos interesantes que desconocia.
La noticia, que es del 10 de marzo y recien se habria concretado el 22, paso desapercibida para la mayoria.
Los reyes de Suecia visitan Brasil y se hablará del Gripen…
En el marco de una nueva prórroga de otros 20 días anunciada por el Ministerio de Defensa para comunicar la decisión final acerca del caza ganador de la convocatoria FX, entre el Dassault Rafale, el Boeing Super Hornet y el Saab Gripen NG, los monarcas suecos, Carl Gustav XVI y su consorte, la Reina Silvia -hija de una brasileña y criada en Sao Paulo- arribarán a Brasil el próximo 22 de marzo. Llegarán con una nutrida delegación empresarial (popularmente se dice que el gran Sao Paulo es la mayor urbe industrial de Suecia, con más de 222 empresas de tal origen allí radicadas que emplean a unos 50.000 trabajadores), integrada también por ejecutivos de Saab, que, junto a la familia real, visitarán la sede de Embraer en Sao José dos Campos.
Altos funcionarios de la cancillería sueca, que insistirán en el tema, volverán a destacar la independencia tecnológica nórdica y que el hecho de que el gobierno de Estocolmo no sea integrante permanente del Consejo de Seguridad de la ONU, como garantía de cumplimiento de contratos sin interferencias.
La Saab está presente en Brasil a través de la firma automotriz Scania, de enorme peso nacional y regional, así como la Ericsson se integra a los proyectos de Embraer en sus versiones militares del ERJ-145 (R-99A y B) con su radar Erieye y la Volvo se ha utilizado para equipar camiones y blindados militares que, al igual que la mayoría de los buques de la Armada, pueden cargar armamento Bofors.
Esta visita sucede a la del canciller Carl Bildt y a la de la Secretaria de Estado estadounidense Hillary Clinton (Javier Bonilla, corresponsal de Grupo Edefa).
La fuente:
http://www.defensa.com/index.php?option=com_content&view=article&id=1519:-los-reyes-de-suecia-visitan-brasil-y-se-hablara-del-gripen&catid=55:latinoamerica&Itemid=163
salu2
HernanSCL
23-Mar-2010, 17:04
Jobim reafirma de nuevo que el caza Rafale francés es el favorito, tras informe favorable de la Fuerza Aérea
http://infodefensa.com/noticias/imgs/Rafale.180.jpg
19/03/2010 (Infodefensa.com) Brasilia - A escasos días de una decisión final, el ministro de Defensa brasileño, Nelson Jobim, volvió a reiterar que el Rafale de la firma francesa Dassault es el favorito para adjudicarse el contrato millonario para renovar la flota de cazas del país. Esto coincide con la revelación de que la Fuerza Aérea de Brasil (FAB) presentó un nuevo informe en el que no se inclina por ninguna de las tres opciones, al estimar que todas responden a sus requisitos operativos.
En una declaración a la prensa, Jobim reconoció que la opción de París tiene ventaja frente a los otros dos candidatos, el Súper Hornet F-18 de la estadounidense Boeing y el Gripen NG de la sueca Saab para hacerse con el contrato de 36 aparatos para la Fuerza Aérea valorado en cerca de 8.000 millones de dólares.
"La Fuerza Aérea considera a los tres aviones satisfactorios, por lo que pesará la transferencia de tecnología y la reducción de la dependencia", dos asuntos en los que la empresa francesa ofrece mejores condiciones, declaró el ministro a periodistas.
Jobim dijo que el próximo mes de abril tendrá listo un informe que le entregará al presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, quien sobre la base de ese documento "tomará la decisión definitiva".
La preferencia de Lula por los aviones franceses quedó clara el pasado 7 de septiembre, cuando recibió en Brasilia a su homólogo galo, Nicolás Sarkozy.
Durante ese encuentro, los mandatarios anunciaron su "decisión" de convertir a ambos países en "socios estratégicos también en el dominio aeronáutico", área en la que "poseen ventajas importantes".
Ese mismo día, el Gobierno brasileño informó de su disposición para "iniciar negociaciones" para la compra de los aviones galos, aunque después aclaró que esa oferta era válida también para Boeing y Saab y que la licitación continuaba abierta.
Informe de la FAB
En este sentido y según el diario O Estado de Sao Paulo, el Alto Comando de la Fuerza Aérea de Brasil (FAB) entregó ya a Jobim un nuevo informe especificando que los tres aviones que compiten atienden las necesidades de la fuerza.
En el documento-respuesta entregado, la Fuerza Aérea expresa que en cuestión técnica (operacional y logística), los tres aviones atienden sus necesidades y que, por tanto, le corresponde la decisión política de seleccionar el avión.
En otro informe técnico hace tres meses, la FAB mostró su inclinación por el avión sueco Gripen NG por estimar que era mejor que los otros dos candidatos pero el Ministerio de Defensa volvió a solicitar otro parecer en el que se tomaran en cuenta otros aspectos estratégicos como la transferencia de tecnología.
Comentario: ¿la presión política está por sobre lo que opina tecnicamente la FAB?...¿segundo informe exigido para dar absoluta luz verde a los polìticos?.
Saludos
Comentario: ¿la presión política está por sobre lo que opina tecnicamente la FAB?...¿segundo informe exigido para dar absoluta luz verde a los polìticos?.
No es asi la cosa brother
los documentos favorecientes al Grippen lo hacian basado en su costo de operacion bajisimo (single engine) pero la traba de este avion es la techno transfer, las partes made in usa son dudosas, en este aspecto, los Brasicos ya perdieron harta plata cuando bush les prohibio vender super-tucanos a venezuela, tambien prohibio a Airbus vender A-320 y A-330 a Cuba, asi que por ese lado... olvidate, la tecno transfer no es irrestricta
peor con el F-18, los yanks no van a transferir la tecno.
los unicos dispuestos a transferir la tecno de manera irrestricta son los Franceses, ya que su Rafale es 100% Frances y como avion de combate puede hacer lo mismo o mejor que el Grippen o el F-18
dejame recordarte un comentario de un piloto aeronaval de la 12eme escadrille aeronavale (Rafale-Charles de Gaulle)
cuando salimos a provocar al portaviones americano
los F-18 simplemente "no salen" a pelear
concluye tu... :idea:
los que estan en contra del Rafale, lo hacen por el precio, no por la aeronave en si.
pero lo que no dicen o no saben es que esa plata es para comprar los primeros 36 aviones "fabrique en France" pero el resto (una centena) sera fabricado en Brasil, por tanto, el costo de cada aeronave sera mucho menor, tanto asi que estoy convencido que el precio de venta del Rafale Brasileiro podria ser muy atractivo incluso para la miserablemente presupuestada/administrada FAP cuando llegue la hora de pensar en reemplazo del Mig-29
ojo, esto ultimo es una idea para pensar cuando llegue el momento, no afirmacion alguna
salu2
el loco.
por tanto, el costo de cada aeronave sera mucho menor, tanto asi que estoy convencido que el precio de venta del Rafale Brasileiro podria ser muy atractivo incluso para la miserablemente presupuestada/administrada FAP cuando llegue la hora de pensar en reemplazo del Mig-29
no necesariamente les van a salir mas barato en brasil que en Francia, como ejemplo reciente es lo que se comenta de los MKI ensamblados en la india terminaron siendo mas caros que los traídos de Rusia
no necesariamente les van a salir mas barato en brasil que en Francia, como ejemplo reciente es lo que se comenta de los MKI ensamblados en la india terminaron siendo mas caros que los traídos de Rusia
Creo que India no es buen ejemplo...
alli suceden muchas cosas "fantasticas", sin embargo quisiera que me linkees a esa info
volviendo al rafale,
contruir un avion toma varios millones de horas/hombre
en este caso, en Brasil, eso cae a menos de 1/3 de lo que cuesta 1 h/h Francesa
alli hay harto blillete
salu2
el loco
77chile
06-Apr-2010, 14:21
No es asi la cosa brother
los documentos favorecientes al Grippen lo hacian basado en su costo de operacion bajisimo (single engine) pero la traba de este avion es la techno transfer, las partes made in usa son dudosas, en este aspecto, los Brasicos ya perdieron harta plata cuando bush les prohibio vender super-tucanos a venezuela, tambien prohibio a Airbus vender A-320 y A-330 a Cuba, asi que por ese lado... olvidate, la tecno transfer no es irrestricta
peor con el F-18, los yanks no van a transferir la tecno.
los unicos dispuestos a transferir la tecno de manera irrestricta son los Franceses, ya que su Rafale es 100% Frances y como avion de combate puede hacer lo mismo o mejor que el Grippen o el F-18
dejame recordarte un comentario de un piloto aeronaval de la 12eme escadrille aeronavale (Rafale-Charles de Gaulle)
cuando salimos a provocar al portaviones americano
los F-18 simplemente "no salen" a pelear
concluye tu... :idea:
los que estan en contra del Rafale, lo hacen por el precio, no por la aeronave en si.
pero lo que no dicen o no saben es que esa plata es para comprar los primeros 36 aviones "fabrique en France" pero el resto (una centena) sera fabricado en Brasil, por tanto, el costo de cada aeronave sera mucho menor, tanto asi que estoy convencido que el precio de venta del Rafale Brasileiro podria ser muy atractivo incluso para la miserablemente presupuestada/administrada FAP cuando llegue la hora de pensar en reemplazo del Mig-29
ojo, esto ultimo es una idea para pensar cuando llegue el momento, no afirmacion alguna
salu2
el loco.
Me parece extraordinariamente interesante eso de que los f18 no salen a "pelear" cuando andan los rafale.
puedes dar mas detalles?.
Salio publicado en un especial sobre la escadrille aeronavale 12 del CDG en la revista AFM, lo dijo el jefe de escuadron :wink:
en aquella epoca hablaba de F-18 pre-sewer bug.
el loco.
HernanSCL
07-Apr-2010, 17:33
07/04/2010 - 17:04 Política
Brasil prefiere caza francés Rafale, según ministro de Defensa
Brasil se encuentra en las etapas finales para la compra de 36 aviones cazas por más de US$4.000 millones, los que serán ensamblados a nivel local. El negocio podría llevar a aumentar la unidades a más de 100 aeronaves.
Brasilia. La Fuerza Aérea de Brasil prefiere al avión francés Rafale como su nuevo caza pese a ser más caro, dijo este miércoles el ministro de Defensa, Nelson Jobim.
Brasil se encuentra en las etapas finales para la compra de 36 aviones cazas por más de US$4.000 millones, los que serán ensamblados a nivel local.
El negocio podría llevar a aumentar la unidades a más de 100 aeronaves.
Los tres finalistas en la disputa son el Rafale, fabricado por la francesa Dassault Aviation, el Gripen NG, de la sueca Saab, y el F-18, fabricado por la estadounidense Boeing Co.
Jobim dijo en una audiencia en el Congreso que el comandante de la Fuerza Aérea prefiere al Rafale por razones de política de Defensa.
"El comando de la Fuerza Aérea considera que el Rafale es más consistente con las políticas de Defensa, pese a los costos", afirmó Jobim.
En enero, medios locales informaron que la Fuerza Aérea se inclinaba por el Gripen debido a sus menores costos de compra y mantenimiento, además de que permitiría una mayor transferencia de tecnología hacia Brasil.
Analistas dijeron que Jobim podría haber presionado a la Fuerza Aérea para cambiar su postura.
Jobim y el presidente Luiz Inácio Lula da Silva han manifestado en varias oportunidades su preferencia por el Rafale.
A fines del año pasado, Lula dijo que la elección no era técnica, sino política y estratégica y que él tendría la palabra final.
Brasil firmó recientemente un acuerdo de defensa estratégica con Francia por miles de millones de dólares, incluyendo el ensamblaje local de helicópteros y submarinos nucleares y convencionales.
Jobim presentará su recomendación a Lula a partir de la próxima semana, pero aún debe ser revisada por el Consejo de Defensa Nacional antes de la decisión final, explicó el ministro.
http://www.americaeconomia.com/notas/brasil-prefiere-caza-frances-rafale-segun-ministro-de-defensa
Esperemos que lo dicho, esta vez sea cierto...
Saludos
77chile
07-Apr-2010, 17:41
07/04/2010 - 17:04 Política
Brasil prefiere caza francés Rafale, según ministro de Defensa
Brasil se encuentra en las etapas finales para la compra de 36 aviones cazas por más de US$4.000 millones, los que serán ensamblados a nivel local. El negocio podría llevar a aumentar la unidades a más de 100 aeronaves.
Brasilia. La Fuerza Aérea de Brasil prefiere al avión francés Rafale como su nuevo caza pese a ser más caro, dijo este miércoles el ministro de Defensa, Nelson Jobim.
Brasil se encuentra en las etapas finales para la compra de 36 aviones cazas por más de US$4.000 millones, los que serán ensamblados a nivel local.
El negocio podría llevar a aumentar la unidades a más de 100 aeronaves.
Los tres finalistas en la disputa son el Rafale, fabricado por la francesa Dassault Aviation, el Gripen NG, de la sueca Saab, y el F-18, fabricado por la estadounidense Boeing Co.
Jobim dijo en una audiencia en el Congreso que el comandante de la Fuerza Aérea prefiere al Rafale por razones de política de Defensa.
"El comando de la Fuerza Aérea considera que el Rafale es más consistente con las políticas de Defensa, pese a los costos", afirmó Jobim.
En enero, medios locales informaron que la Fuerza Aérea se inclinaba por el Gripen debido a sus menores costos de compra y mantenimiento, además de que permitiría una mayor transferencia de tecnología hacia Brasil.
Analistas dijeron que Jobim podría haber presionado a la Fuerza Aérea para cambiar su postura.
Jobim y el presidente Luiz Inácio Lula da Silva han manifestado en varias oportunidades su preferencia por el Rafale.
A fines del año pasado, Lula dijo que la elección no era técnica, sino política y estratégica y que él tendría la palabra final.
Brasil firmó recientemente un acuerdo de defensa estratégica con Francia por miles de millones de dólares, incluyendo el ensamblaje local de helicópteros y submarinos nucleares y convencionales.
Jobim presentará su recomendación a Lula a partir de la próxima semana, pero aún debe ser revisada por el Consejo de Defensa Nacional antes de la decisión final, explicó el ministro.
http://www.americaeconomia.com/notas/brasil-prefiere-caza-frances-rafale-segun-ministro-de-defensa
Esperemos que lo dicho, esta vez sea cierto...
Saludos
A fines del año pasado, Lula dijo que la elección no era técnica, sino política y estratégica y que él tendría la palabra final.
Algo huele mal, muy mal.
THE_ROOKIE
07-Apr-2010, 20:29
Al contrario...huele muy bien.
pues la cosa ahora es para mayo de verdad no se que pensar de tanto retraso que se le da a la elección del ganador
rush4you
07-Apr-2010, 22:49
Pues parece que se cae el FX-2, la preferencia por el caza francés siendo tan caro no podía simplemente materializarse tan fácilmente.
Brazil to open inquiry into jet fighter deal
Brazilian prosecutors have agreed to open an inquiry into a multi-billion-dollar tender pitting France, the United States and Sweden to supply the Latin American nation with modern fighter jets.
A prosecution source told AFP Wednesday that prosecutor Jose Alfredo de Paulo Silva approved the request from a Brazilian individual who argued the preference for France's Rafale was against "economic principles."
The finalists now battling it out in the final stages of the tender are France's Rafale made by Dassault, Sweden's Gripen NG by Saab, and the F/A-18 Super Hornet manufactured by US giant Boeing.
Fuente: http://www.expatica.com/fr/news/french-rss-news/brazil-to-open-inquiry-into-jet-fighter-deal_35725.html
Con las elecciones generales de Brasil en octubre de este año, pues parece que se acabó. Nos vemos en el FX-3 y que ahí sí gane el mejor :lol:
Jobim vincula compra de caças a venda simultânea de cargueiros
24 de maio de 2010
http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/KC-390-e-A-1.jpg
O Ministério da Defesa fará, nos próximos dias, uma exposição de motivos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva onde indicará tanto um claro favorito no processo de aquisição de caças para renovação da frota da Força Aérea Brasileira (FAB) como requisitos mínimos para que o contrato bilionário seja concluído.
Um desses requisitos vincula a assinatura do contrato da compra inicial de 36 jatos à encomenda simultânea de 12 cargueiros KC-390, da Embraer, pelo vencedor da concorrência. “Queremos a assinatura ao mesmo tempo”, afirmou o ministro Nelson Jobim ao Valor.
O ministro disse que já escreveu 76 páginas da exposição de motivos sobre a aquisição, que tem um custo estimado em cerca de US$ 6 bilhões. O texto será divulgado logo depois de entregue ao presidente Lula e depois debatido no Conselho de Defesa Nacional. E mais tarde voltará para a FAB e ao Ministério da Fazenda, para a fase da negociação do contrato.
Estão na disputa o caça francês Rafale, da Dassault, o sueco Gripen NG, da Saab, e o F-18, fabricado pela americana Boeing. A preferência pelo jato francês parece clara em Brasilia. Jobim diz apenas que o importante para o Brasil, “se for o jato francês”, é que o cargueiro da Embraer poderá entrar no mercado europeu e competir na substituição da frota de C-130 Hércules, da americana Lockheed. Segundo Jobim, existe no mundo uma frota de 300 a 400 cargueiros Hércules, que vão precisar ser substituídos. Aí entra a possibilidade para o KC-390, da Embraer, que poderá estar voando a partir de 2014. O governo brasileiro está atento também a uma provável encomenda do Rafale pelos Emirados Árabes Unidos. Se a aquisição for confirmada, o Brasil poderá barganhar por um pacote conjunto que barateia o preço de cada jato.
Jobim negou que a França tenha feito uma oferta final para garantir a venda dos Rafale durante o encontro do presidente Nicolas Sarkozy com o presidente Lula em Madri, na semana passada, contrariando informações publicadas pela imprensa francesa. O ministro acha que dá para concluir a negociação do contrato de aquisição antes da transferência de poder, em janeiro, sinalização que pode acalmar a inquietação entre os franceses, que já perderam encomendas em certos países quando o novo governante assumiu. Um porta-voz indicou que Sarkozy saiu do encontro com Lula com o sentimento de que, em breve será confirmada a preferência pelo Rafale.
O presidente francês revelou ao presidente Lula, na mesma conversa, que vai propor, durante o encontro de cúpula do G-20 no mês que vem, em Toronto, que a reforma do Conselho de Segurança da ONU seja acelerada e mesmo decidida até o fim do ano. E que o Brasil tenha assento permanente, como potência emergente e líder regional.
Avião de transporte militar da Embraer estará no mercado até o fim deste ano
http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/11/concepção-KC-390-imagem-Embraer.jpg
Avaliado em cerca de US$ 1,3 bilhão, o programa de desenvolvimento e industrialização do novo avião de transporte militar da Embraer, o KC-390, encontra-se em fase de definição de configuração e dos parceiros estratégicos. A expectativa da empresa é a de que até o fim deste ano já esteja pronta para iniciar a comercialização do cargueiro, que nos próximos dez anos disputará um mercado de 700 aeronaves, um negócio estimado em US$ 13 bilhões.
A Força Aérea Brasileira (FAB), que contratou à Embraer o desenvolvimento da aeronave, será a cliente lançadora do cargueiro no mercado. O primeiro voo do protótipo do KC-390, segundo a FAB, está previsto para acontecer em 2014. O cronograma de desembolsos para o projeto prevê o repasse de R$ 100 milhões em 2010 e de R$ 200 milhões em 2011. O preço da aeronave ainda não está definido, mas de acordo com estimativas feitas por fontes ligadas ao projeto, o valor deve ficar em torno de US$ 60 milhões a US$ 70 milhões.
O KC-390 será o maior avião já produzido pela Embraer e substituirá o Hércules C-130, em operação na FAB desde a década de 60. Embora ainda não tenha formalizado nenhum contrato de aquisição, a previsão é que a FAB faça uma encomenda inicial de 20 aeronaves para a Embraer.
Com 20 toneladas de peso, o KC-390 é um avião de transporte, que apoiará as Forças Armadas brasileiras e de outros países interessados no produto, em missões de transporte de tropa, de carga, veículos militares, busca e resgate, lançamento de paraquedistas e carga e reabastecimento em voo.
O projeto será desenvolvido pelo sistema de parcerias estratégicas, que prevê o compartilhamento de custos e riscos, a criação de laços de longo prazo entre as indústrias, as forças armadas e os governos dos países envolvidos, além do estabelecimento de cotas de participação nas vendas dos aviões. A lista de parceiros do projeto já inclui Chile, Colômbia, África do Sul e Portugal.
Na Embraer o projeto do novo cargueiro é visto como o carro-chefe da estratégia de crescimento dos negócios da empresa na área de defesa. A companhia espera capturar 10% da frota de cerca de 2 mil aviões cargueiros em fase final de vida útil no mercado, sendo que a maior parte deles é de aeronaves C-130.
FONTE: Valor Econômico (reportagens de Assis Moreira e Virgínia Silveira), via Notimp
Saludos
HIRAM ABIF
29-Jun-2010, 12:50
El Ministerio de Defensa Brasileño ha escogido al avión de combate francés Rafale, como el nuevo avión de combate de defensa aérea en el complicado proceso de selección del programa F-X2. Se ha informado que la decisión fue tomada basada sólo en cuestiones técnicas.
El presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reunirá el Consejo de Defensa Nacional para tratar el asunto y estudiar un documento de presentación de la desición dividido entre los puntos positivos y negativos de cada uno de los aviones de los tres finalistas – Rafale (Dassault),Gripen NG (Saab) y FA-18 (Boeing). Pero ha trasendido que la desición final de compra posiblemente será del próximo gobierno.
Cada capítulo del informe se refiere a los documentos y análisis preparados por la Fuerza Aérea y la Armada (informe de su uso en el futuro portaaviones). Y se ha garantizado también la participación de Embraer en todas las fases del proyecto que está estrechamente asociado al intercambio y transferencia tecnológica exigido en el programa, específicamente se negocia con Francia, el desarrollo y venta del carguero militar KC-390.
El proceso de elección no ha estado exento de problemas, así es como en diciembre del año pasado, la Fuerza Aérea emitió un informe que daba al F-18 como el favorito sobre el Gripen, dejando la puerta abierta a una serie de especulaciones. Nelson Jobim, dijo pidió re-hacer el documento a la FAB de acuerdo a la puntuación dada en la Estrategia de Defensa Nacional.
El programa original FX1, fue cancelado a principios del primer mandato de Lula en 2003. En ese momento, el costo de mantenimiento, el precio unitario del avión y el paquete de los accesorios fueron contrapartes comerciales que tuvieron una mayor puntuación. a diferencia de el programa actual donde la transferencia de tecnología tiene una ponderación de 40 de 100 puntos.
El Gripen fabricado por SAAB de Suecia, tiene una mejor evaluación sobre la transferencia de tecnología, pero ha perdido puntaje importante en otros ítems y se consideró un proyecto de alto riesgo, logrando este avión su mejor puntuación al principio del proceso de evaluación.
El Rafale ha logrado en el último tiempo una buena puntuación en precio de operación a pesar de ser la aeronave más cara de las participantes. El valor de la hora de vuelo Gripen se estima entre $ 7000 y $ 8000 USD. Saab ha prometido que el valor se fijaría a partir de $ 3000. Para SAAB este informe de selección técnica supone ser un duro golpe considerando que el Gripen NG es su único proyecto junto a la modernización de los modelos C y D de la Fuerza Aérea Sueca.
Actualmente el Rafale tiene más de 100 unidades entregadas a sus operadores y otros 180 pedidos, siendo este avión bien evaluado en los Emiratos Árabes Unidos y Suiza. Por su parte el F-18 Super Hornet de Boeing tiene condiciones y posibilidades de ser seleccionado por India.
Con esta elección del Rafale por parte del Ministerio no significa que el proceso se haya completado o se que se confirmará por el Presidente Lula. No es una elección definitva y es muy probable que termine de tomarse en el gobierno próximo. La elección fue de carácter técnico y el gobierno de Lula Da Silva cree que puede compensar la inversión y el hecho de que el Rafale es el más caro entre los tres finalistas, dentro de una alianza estratégica con Francia, que permita una total transferencia tecnológica.
Embraer es parte importante del programa y queda de manifiesto que gana mucho. Seleccionando al Gripen, ella participará en el proyecto de fabricación. Con el Rafale, Embraer además liderará el proceso. Para cualquiera de los casos la empresa también contempla asegurar el desarrollo y comercialización de los KC-390 de carga dentro del negocio.
Los Estados Unidos no podían satisfacer esta forma de cerrar el negocio, ya que por ley, no es posible la compra de los aviones brasileros Super Tucano a cambio de la ventra de los F-18, descartándose las especulaciones respecto de esa modalidad.
Se deberá esperar un poco más para la elección definitiva del ganador del programa F-x2 y es posible que a nivel político se mejoren aún más las generosas ofertas y compensaciones que el gobierno de Brasil ha recibido de parte de los fabricantes y con el apoyo de los respectivos gobiernos para ganar uno de los contratos más importantes a nivel sudamericano.
fuente: aviaciontotal
saludos
HernanSCL
09-Jul-2010, 01:31
Brasil retrasa hasta después de las elecciones su decisión sobre los cazas.
MIÉRCOLES 07 DE JULIO DE 2010 07:32
Tras una innumerable serie de idas y venidas, visitas ministeriales, presidenciales e inclusive reales, desde el pasado 7 de setiembro, cuando Lula le dijo, precipitadamente, a Sarkozy que había elegido el Rafale, además de diversas promesas de off set industrial,intercambio,transferencia tecnológica,etc.,y a pesar de que, durante su reciente visita a Uruguay, el ministro de Defensa brasileño, Nelson Jobim, le había dado pocos días más a la toma de la decisión final, finalmente esta sólo se producirá después de las elecciones.
El gobierno ,cuya candidata oficial, Dilma Rousseff disputa ajustadamente las preferencias electorales con su rival más próximo, José Serra, seguida de la aspirante ecologista Marina Silva, no quiere exponerse a críticas a causa de su elección, que, si depende de la voluntad política, se sigue inclinando hacia la aeronave francesa, seguida del Saab Gripen NG, el aparente favorito de los militares en actividad,y, del Boeing F-18II.
Las sucesivas dilaciones en esta licitación ,llamada FX2 ,y, en la anterior, FX, han sido moneda corriente desde que se inició este proceso
(Javier Bonilla)
http://defensa.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2075:brasil-retrasa-hasta-despues-de-las-elecciones-su-decision-sobre-los-cazas&catid=55:latinoamerica&Itemid=163
Y cuando termina la teleserie?
Saludos
Wolfman
14-Jul-2010, 15:23
BRASIL: Proyecto F-X2 Virtualmente Postergado
Ya pasado Junio, cuando se esperaba que el gobierno que encabeza el Presidente Inazio Lula da Silva oficializará una decisión final del Proyecto F-X2, que tiene como fin la compra de entre 100 y 130 cazabombarderos avanzados para la Fuerza Aérea Brasileña (FAB), todo indica que la resolución final será dejada en manos del próximo gobierno. Al Presidente Lula le queda apenas un semestre de gestión, y el escenario político brasileño ya ha entrado en una dinámica de campaña eleccionaria, configurándose así un ambiente muy poco propicio para decidir una compra militar de tan amplia magnitud, con costos en torno a los USD 6.400 millones. En Marzo pasado el ministro de Defensa, Sr. Nelson Jobim, anunció que el informe técnico y político sería entregado al Presidente Lula en 20 días, es decir, a principios de Abril. La fecha se fue postergando extraoficialmente después para Mayo y Junio, y ahora nadie se atreve a dar fecha alguna en Brasilia.
Como resultado, el proyecto está virtualmente postergado, al menos hasta que el próximo gobierno se instale ó hasta principios del 2011. Pero está no es la primera postergación que sufre este proceso. El proyecto, originalmente lanzado como F-X a fines de los años noventas, fue inicialmente postergado por el ex presidente Fernando Henrique Cardoso, quien hacia finales de su gestión decidió dejar la decisión en manos de su sucesor, el Presidente Lula. Pero este último reactivó el programa sólo para postergarlo nuevamente en el 2003, argumentando intenciones de priorizar proyectos de desarrollo social.
En el 2007 Lula relanzó el proyecto, ahora conocido como F-X2, pero el programa se estancó durante la primera mitad del 2009, hasta que el primer mandatario brasileño, entusiasmado por las promesas de transferencia tecnológica ilimitada y un precio preferencial de su colega francés, Sr. Nicolas Sarkozy, anunció en Septiembre de ese año que se compraría el cazabombardero RAFALE del fabricante galo DASSAULT. La intempestiva salida de libreto del gobernante brasileño golpeo a círculos políticos y militares en ese país sudamericano, y muy especialmente a la fuerza aérea local. Es que está última aún estaba evaluando las alternativas ofrecidas por las tres propuestas en competencia –donde también participan BOEING de los EE.UU. con su F/A-18E SUPER HORNET y SAAB de Suecia con su GRIPEN NG- y por eso aún no entregaba su informe final al gobierno.
Sin embargo, la toma de una decisión oficial a favor del inicio de negociaciones con uno de los tres oferentes no marcará la conclusión de este accidentado proceso. Si el fabricante elegido no plasma las promesas de transferencia hechas durante la fase de estudio e información en un contrato, o si los costos de este exceden el marco financiero establecido por el gobierno brasileño, el proyecto podría volver atrás. Mientras, observadores de otros países de la región sudamericana no dejan de preguntarse cual es la urgencia o necesidad concreta que impulsa a Brasil a priorizar esta modernización de su fuerza aérea. El gigante sudamericano no enfrenta amenazas a su integridad territorial o sus legítimos intereses extraterritoriales, exceptuando al narcotráfico y otras formas de crimen organizado, frente a los cuales los cazabombarderos avanzados son de escasa utilidad. Por otro lado, la ampliación de su poderío militar no necesariamente ayudará a las ambiciones de Brasilia de convertirse efectivamente en el líder de América del Sur o de América Latina. “Los liderazgos no se ganan amedrentando”, puntualiza un observador, “sino generando convicción y confianza entre aquellos a quienes se quiere liderar”. Las relaciones de Brasil con el resto de América del Sur fueron difíciles incluso desde el periodo colonial, y la totalidad de sus vecinos no ha olvidado que prácticamente todos ellos han perdido territorio a manos de este gigante no siempre gentil.
http://www.enfoque-estrategico.com/noticias/breves_13julio10-2.htm
Mmmmm. El principal activo del Rafale para el concurso brasileño era el apoyo político de Lula. Bien sabido es que a la FAB le gustaba más el Gripen NG (que sigue sin existir), avion que por otro lado le generaria una comunidad de medios con Sudáfrica, su socio en el desarrollo de misiles. Pero con un cambio de presidente cualquier cosa puede "acontecer". Sobre todo si gana el candidato opositor, más pro norteamericano.
Como dicen ... el final de la novela sigue "abierto".
HernanSCL
14-Jul-2010, 21:08
Mmmmm. El principal activo del Rafale para el concurso brasileño era el apoyo político de Lula. Bien sabido es que a la FAB le gustaba más el Gripen NG (que sigue sin existir), avion que por otro lado le generaria una comunidad de medios con Sudáfrica, su socio en el desarrollo de misiles. Pero con un cambio de presidente cualquier cosa puede "acontecer". Sobre todo si gana el candidato opositor, más pro norteamericano.
Como dicen ... el final de la novela sigue "abierto".
Quien se perfila a tomar la decisión del FX-2
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/65/JoseSerra_12062010.jpg/225px-JoseSerra_12062010.jpg
Jose Serra del Partido Movimiento Democrático Brasilero, quien inició sus estudios de Ingeniería en la Escuela Politécnica de Universidad de Sao Paulo, donde llegó hasta 4to año, dada la persecución que sufrió por parte de la nueva dictadura brasileña instaurada en 1964.
Llegó a Chile, donde finalizó sus estudios e hizo un master en Economía y Economía aplicada en la Universidad de Chile, donde se desempeñó como profesor por largos años -igual que Fernando Enrique Cardoso ex presidente brasileño-. Actualmente casado con la chilena Monica Allende -del Ballet Nacional Chileno, Universidad de Chile-con la cual tuvo 2 hijos. Serra ocupó cargos públicos en el gobierno de Salvador Allende. Durante el Gobierno de Pinochet ayudó a sacar personas perseguidas a Panamá. Fue detenido y llevado al centro de detención (campo de concentración de tortura y exterminio, según otros) Estadio Nacional.
Luego al salir de Chile finalizó su doctorado en la Universidad de Cornell, EE.UU, para luego volver a Brasil en 1978 despues de una amnistía a los opositores para dedicarse a la docencia en Economía en la Universidad de Campinas y escribir en el diario Folha do Sao Paulo. Luego fue llamado a ser Secretario de Economía del Gobierno de Francisco Montoro en 1982, despues fue diputado y senador por Sao Paulo. Hoy es el actual Gobernador de Sao Paulo.
Su partido de raigambre socialdemócrata, es lo más cercano al centro en Brasil -allá todos son de izquierda, no hay derecha propiamente tal como en Chile-.
Saludos
Wolfman
04-Aug-2010, 08:53
Al final, Lula se inclinó por Francia para comprar 36 aviones de guerra
04/08/10
Hubo una dura pelea con Suecia y EE.UU. El negocio es por 5.000 millones de dólares.
Fuentes del Ministerio de Defensa de Brasil dijeron que en breve será anunciada la compra de 36 aviones de guerra franceses , publicó ayer un diario local. “En los próximos días” será publicado un informe de 40 páginas que explicará los motivos técnicos y estratégicos , entre ellos la transferencia de tecnología para que Brasil monte su industria aeronáutica de guerra, que llevaron a la compra de los cazas Rafale”, informó Correio Braziliense ...
Con Francia también se acordó la provisión de submarinos, fragatas, corbetas y patrulleros para la Marina brasileña, para seguramente custodiar su litoral atlántico y las riquezas petroleras distribuidas en 149.000 kilómetros cuadrados en la plataforma marina.
En los hechos, significa un reposicionamiento “real” brasileño en Sudamérica. Los gastos armamentísticos en este país ya superan con creces a los de Colombia y Venezuela (mucho más, desde ya, a los de Argentina), las dos naciones que hasta ahora llevaban la delantera y que presentan una tensa situación bilateral estos días.
Hasta la oposición a Lula apoya lo que el ministro de Defensa Nelson Jobim ha llamado, al estilo norteamericano, un “complejo militar industrial” en Brasil. Ahora, según el diario Correio Braziliense , pronto se confirmará la asociación con Francia y sus motivos.
Extracto - Noticia completa:
http://www.clarin.com/mundo/america_latina/Lula-inclino-Francia-comprar-aviones_0_310768984.html
Enhorabuena ...
Será el ultimo capítulo de esta "super producción" brasileña?
Por favor confirmar la noticia, no he encontrado otras referencias al tema, han pasado tantas cosas con el FX2 que no vaya esto a ser otro "fake".
:D
Anderson Subtil
05-Aug-2010, 13:23
Bom;
Noticias semelhantes surgiram também na imprensa brasileira, mas não há nada de concreto ainda. Possivelmente o anúncio oficial sejá dado durante as festividades da Independência, em 7 de setembro, mas novamente é uma opinião minha, nada de oficial. Por outro lado, apesar da SAAB estar investindo suas cartas em uma asociação com empresas brasileiras, é certo que o Rafale vai ser anunciado como o vencedor, só resta saber quando. Mesmo assim, pelo que tudo indica, a SAAB vai continuar em contatos com a indústria brasileira e algumas empresas já estão participando do desenvolvimento do Grippen NG.
HernanSCL
07-Dec-2010, 12:39
BRASIL | Presidente destaca que la compra es una deuda muy grande para el país
Lula anuncia que dejará a sucesora decidir compra de aviones caza
Brasil realiza una negociación con Francia por la adquisición del modelo Rafale
EL UNIVERSAL
martes 7 de diciembre de 2010 10:10 AM
Brasilia. - El presidente Luiz Inácio Lula da Silva dijo que dejará a su sucesora la decisión sobre la compra de 36 aviones de combate para renovar la flota de la Fuerza Aérea.
No obstante, manifestó su preferencia por el avión francés en la contienda de la que participan tres modelos, señaló AFP.
"Es una deuda muy grande, es una deuda de largo plazo para Brasil'', dijo Lula sobre la adquisición de las naves, por un valor de alrededor de 5.000 millones de dólares, durante una entrevista con la red pública TV Brasil cuya primera parte fue transmitida la noche del lunes.
"Yo podría firmar y hacer un acuerdo con Francia, pero no lo voy a hacer'', agregó el mandatario al indicar que dejará la decisión a su sucesora electa, Dilma Rousseff, quien asumirá el poder el 1 de enero.
En la disputa por los aviones de combate están el Rafale de la empresa francesa Dassault, el F18 Super Hornet de la estadounidense Boeing y el NG Gripen de la sueca Saab. La aeronave francesa ha sido señalada como preferida de Lula y del ministro de Defensa, Nelson Jobim, por las garantías de transferencia tecnológica ofrecida por el gobierno francés.
El gobierno anunció en 2009 el inicio de negociaciones con Francia por la adquisición del Rafale, el más caro de los tres modelos, pero nunca tomó la decisión de adquirir esa o alguna de las otras naves.
El ministro Jobim podría continuar en el cargo en el gobierno de Rousseff.
http://www.eluniversal.com/2010/12/07/int_ava_lula-anuncia-que-dej_07A4825017.shtml
Comentario: mi favorito: el Grippen NG por costo-eficiencia, flexibilidad y calidad de armamento SAAB, asì como por su mayor capacidad de exportación para la industria brasilera. El que creo que saldrá: Rafale.
Saludos
Perturbador
07-Dec-2010, 16:12
BRASIL | Presidente destaca que la compra es una deuda muy grande para el país
Lula anuncia que dejará a sucesora decidir compra de aviones caza
Brasil realiza una negociación con Francia por la adquisición del modelo Rafale
EL UNIVERSAL
martes 7 de diciembre de 2010 10:10 AM
Brasilia. - El presidente Luiz Inácio Lula da Silva dijo que dejará a su sucesora la decisión sobre la compra de 36 aviones de combate para renovar la flota de la Fuerza Aérea.
No obstante, manifestó su preferencia por el avión francés en la contienda de la que participan tres modelos, señaló AFP.
"Es una deuda muy grande, es una deuda de largo plazo para Brasil'', dijo Lula sobre la adquisición de las naves, por un valor de alrededor de 5.000 millones de dólares, durante una entrevista con la red pública TV Brasil cuya primera parte fue transmitida la noche del lunes.
"Yo podría firmar y hacer un acuerdo con Francia, pero no lo voy a hacer'', agregó el mandatario al indicar que dejará la decisión a su sucesora electa, Dilma Rousseff, quien asumirá el poder el 1 de enero.
En la disputa por los aviones de combate están el Rafale de la empresa francesa Dassault, el F18 Super Hornet de la estadounidense Boeing y el NG Gripen de la sueca Saab. La aeronave francesa ha sido señalada como preferida de Lula y del ministro de Defensa, Nelson Jobim, por las garantías de transferencia tecnológica ofrecida por el gobierno francés.
El gobierno anunció en 2009 el inicio de negociaciones con Francia por la adquisición del Rafale, el más caro de los tres modelos, pero nunca tomó la decisión de adquirir esa o alguna de las otras naves.
El ministro Jobim podría continuar en el cargo en el gobierno de Rousseff.
http://www.eluniversal.com/2010/12/07/int_ava_lula-anuncia-que-dej_07A4825017.shtml
Comentario: mi favorito: el Grippen NG por costo-eficiencia, flexibilidad y calidad de armamento SAAB, asì como por su mayor capacidad de exportación para la industria brasilera. El que creo que saldrá: Rafale.
Saludos
Hernan:
yo presumo, que la decisión proxima será por M2000 modernizado a Dash 5, es demasiado el dinero a comprometer. Y es posible que eso sea negociado en bloque con Argentina interesado en el aparato, haciendose los upgrades respectivos en la región. Otra, entiendo que la producción del Rafale anda con retrasos.
Saludos
General_Gandhi
07-Dec-2010, 22:44
Se viene el FX-3, que dará paso al programa FX-4. Pero al final se decidirá en el programa FX-5 :oops:
Saludos.
Se viene el FX-3, que dará paso al programa FX-4. Pero al final se decidirá en el programa FX-5 :oops:
Saludos.
como dice el tango...QUE 20 años NO ES NADA;-)
blackenedaemos
08-Dec-2010, 22:29
como dice el tango...QUE 20 años NO ES NADA;-)
yo creo que si siguen asi.. van a terminar eligiendo al f35 por que como van, hasta el f35 va a estar en producción en masa
HernanSCL
20-Dec-2010, 17:16
Gripen e Rafale continuam no páreo da licitação da FAB
A pouco menos de um mês do final do mandato, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva ainda pode anunciar a decisão sobre a compra dos caças para a Força Aérea Brasileira. Para analistas entrevistados pela RFI, o Rafale francês e o avião sueco Gripen continuam no páreo.
A escolha do governo brasileiro deve recair, provavelmente, em um dos concorrentes europeus que acenam com a transferência de tecnologia. Ou seja, entre a francesa Dassault e a sueca Saab. Pelo menos essa é a avaliação de Antônio Jorge Ramalho, professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília. Para ele, o processo já está encaminhado e o especialista diz ser pouco provável que a concorrente americana surpreenda e ganhe a licitação. Embora, nos bastidores, se saiba que os pilotos da FAB preferem os aviões da americana Boeing. Ramalho argumenta ainda que o Brasil não deve adiar a decisão por muito tempo para evitar desgastes maiores.
A França, que até hoje ainda não conseguiu exportar os Rafale para nenhum outro país, tem cortejado intensamente o Brasil na esperança de vender as suas aeronaves. A aliança estratégica entre os dois países cresceu ao longo dos dois mandatos do presidente Lula e, para Nelson During, editor do site DefesaNet, mesmo que as aeronaves francesas não vençam essa licitação, as relações bilaterais não estão ameaçadas. Até porque, explica, os dois países possuem ainda outros projetos importantes de cooperação, especialmente a compra dos submarinos franceses Scorpène e de uma frota helicópteros para as Força Armadas brasileiras.
Ainda segundo During, o adiamento da decisão para o futuro governo de Dilma Rousseff leva o processo de compra dos caças praticamente para a “estaca zero”. O analista lembra que o final do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi marcado pelo mesmo impasse e o presidente Lula terminou por herdar o caso. Uma opinião que não é partilhada pelo professor Ramalho. Para ele, o atraso na decisão reflete apenas a vontade de Lula de incluir a presidente eleita Dilma Rousseff na compra dos caças, que é uma dos pontos-chave do programa de modernização da Aeronáutica.
O valor da compra das aeronaves fica em torno de 7 bilhões de dólares, um custo elevado a ser bancado em um final de mandato. O presidente Lula reconheceu o peso dessa decisão nesta terça-feira. “Essa é uma dívida muito grande e de longo prazo para o Brasil”, resumiu Lula.
http://www.defesanet.com.br/01_lz/fx2/101210_rfi_fx2_pareo.html
Comentario: por mayor costo-eficacia, por capacidad, por armamento asociado, por adaptabilidad para recibir armamento de distintos orígenes, por compensaciones industriales en areas vitales de la economía brasileña, por transferencia tecnológica, por calidad indiscutible, por compatibilidad y sinergia con medios existentes como el Erieye, por capacidad de operar en zonas no preparadas y por ser más suceptible a ser exportado en sudamérica dando réditos a la industria brasileña, por lejos mi elección para la FAB sería Grippen NG.
Saludos
Typhoon273
20-Dec-2010, 21:51
Coincido contigo pero agregaria que esta tambien seria una formula muy atractiva para otros posibles usuarios como Peru, Colombia y Ecuador, no creo que Argentina porque Bae Systems tambien participa en la venta del gripen y los ingleses no querran venderles nada.
CHUNCHO
20-Dec-2010, 22:23
Para mi tambien el Gripen NG es mi favorito, es tremendo caza a un costo operativo infimo comparado con otros cazas de su misma generacion.
La edicion de diciembre de la revista inglesa Combat Aircraft ha sacado un especial del Gripen y la verdad que es todo un lujo... solo en armamento se va a tener acceso al Aster y al Iris-T, posee un datalink mejor protegido que el Link 16, radar AESA Raven y varios chiches mas... pero lo mejor es que segun Saab el costo/hora del Gripen sera de unos US$4,000; donde el que mas se le acerca es el F-16C/D donde estaria alrededor de los US$7-$8,000.
Toda una belleza...
http://www.key.aero/central/images/news/1736.jpg
Arquitecto
20-Dec-2010, 22:44
Me imagino la fustracion que deben sentir los pilotos de la FAB, habiendo volado estas bellezas y no poder tenerlas.
http://www.youtube.com/watch?v=CLCxJuDdrzI
http://www.navy.mil/navydata/aircraft/fa18/f18comp.gif
Aunque pareceria que la opcion mas logica para la FAB seria el Gripen, pero lo del Rafale es cuestion puramente politica, aunque lo de alianza estrategica con Francia solo se lo creen los Brasileros. Los Franceses no se alian con nadie, solo les interesan sus asuntos comerciales.
Wolfman
23-Dec-2010, 09:10
Wikileaks: EE.UU. montó plan contra aviones franceses para vender sus F18
por ANSA - ABC Digital
Según esa comunicación, se debía “atacar la propuesta francesa” por los cazas Rafale y “convencer a Lula” a inclinarse por los F18 Super Hornet norteamericanos.
BRASILIA. Documentos secretos de Estados Unidos, obtenidos por la ONG Wikileaks, revelan que la diplomacia de ese país recomendó un plan para descalificar a los aviones de guerra franceses y persuadir al presidente brasileño Luiz Lula da Silva a comprar los estadounidenses F18, se informó hoy.
El informe define como un “formidable obstáculo” la preferencia demostrada públicamente por Lula a favor de los aviones fabricados por la empresa francesa Dassault.
En otro documento secreto, funcionarios estadounidenses consideran recomendable que el ministro de Defensa, Nelson Jobim, sea quien convenza a Lula de optar por los F18 fabricados por la compañía Boeing.
Jobim es considerado uno de los “líderes” brasileños más “confiables” en contraste con las críticas a la posición “antinorteamericana” demostrada por la Cancillería, según telegramas de la Embajada en Brasilia.
En otro despacho secreto se consigna que el comandante de la Fuerza Aérea Brasileña, Juniti Saito, manifestó ser favorable a avión de guerra F18, durante una cena con el jefe del Comando Sur estadounidense Dous Fraser, en 2009.
Durante aquel encuentro el jefe de la Aeronáutica habría dicho que “no existía duda, desde el punto de vista técnico, que el F18 es el mejor avión” escribió el ex embajador estadounidense Clifford Sobel.
“Volamos con equipamiento norteamericano hace décadas” habría dicho el brigadier, según el relato del embajador Sobel de julio de 2009.
En setiembre de ese año 2009, Lula da Silva firmó un acuerdo de Defensa con su par francés Nicolás Sarkozy, que incluye la compra de submarinos, helicópteros y la posible adquisición de los 36 cazabombarderos Rafale.
“Los franceses no se pueden quejar porque ya firmaron contratos por 14.000 millones de dólares”, para la venta de submarinos, dijo el brigadier Saito, de acuerdo con el telegrama norteamericano publicado hoy por Folha.
http://www.abc.com.py/nota/wikileaks-ee-uu-monto-plan-contra-aviones-franceses-para-vender-los-suyos-al-brasil/
Si, el Super Hornet es el mejor ... no cabe duda :roll:
Además de las viejas prácticas norteamericanas ... ¿finalmente cuándo acabará la novela?
(¿Sabremos finalmente con quién se casará Isaura La Esclava?)
Arquitecto
23-Dec-2010, 19:45
En otro despacho secreto se consigna que el comandante de la Fuerza Aérea Brasileña, Juniti Saito, manifestó ser favorable a avión de guerra F18, durante una cena con el jefe del Comando Sur estadounidense Dous Fraser, en 2009.
Durante aquel encuentro el jefe de la Aeronáutica habría dicho que “no existía duda, desde el punto de vista técnico, que el F18 es el mejor avión” escribió el ex embajador estadounidense Clifford Sobel.
Al menos el comandante Saito asi lo considera, pero al final la decision es politica.
Seguramente no compraran nada nuevo, sino que pondran un parche momentaneo.
HernanSCL
23-Dec-2010, 20:47
La debilidad del SuperHornet es la transferencia tecnológica...
Ademàs de una mayor dependencia de un foco de influencia regional del cual Brasil se quiere diferenciar para emerger con poder propio.
Saludos
Arquitecto
23-Dec-2010, 22:38
Brasil es tan grande que no necesita alejarse de USA para emerger con poder propio, yo diria que al contrario, necesita de USA para desarrollar todo su potencial. Si cree que la Hiperburocratica Francia la puede ayudar, en buena hora. Me parece que el tema de la alianza estrategica con Francia le traera mas problemas que soluciones en el futuro.
HernanSCL
23-Dec-2010, 23:15
Pero a Suecia yo lo encuentro todo un lujo como socio estratégico...
Saludos
blackenedaemos
24-Dec-2010, 01:12
Pero a Suecia yo lo encuentro todo un lujo como socio estratégico...
Saludos
o no, confiable, les da la transferencia tecnológica en bandeja, no se complican, ojala Chile tuviera esas posibilidades, me hubiera gustado mucho mas el grippen que el f16, pero si no me equivoco cuando se hizo la licitación el grippen no estaba en ella, capacito que hasta podríamos haber creado proyectos de mayor envergadura
Arquitecto
24-Dec-2010, 10:08
Es curioso que paises con 200millones de habitantes como Brasil, o de 1000millones como la india, busquen ayuda tecnologica de un pais de 9millones de habitantes como Suecia, con un nivel de educacion sobresaliente.
HernanSCL
24-Dec-2010, 14:34
o no, confiable, les da la transferencia tecnológica en bandeja, no se complican, ojala Chile tuviera esas posibilidades, me hubiera gustado mucho mas el grippen que el f16, pero si no me equivoco cuando se hizo la licitación el grippen no estaba en ella, capacito que hasta podríamos haber creado proyectos de mayor envergadura
El Grippen C/D si estuvo en el concurso CAZA 2000 junto al Mirage 2000-5, pero perdieron contra el F-16 Block 50M.
Pero el que le ofrecen a Brasil es el Grippen NG, que resuelve gran parte de las carencias de los modelos anteriores, especialmente su alcance y carga bélica.
Saludos
CHUNCHO
24-Dec-2010, 15:14
Y reiterando, lo mas importante para mi despues de toda la tecnologia que tendria es el costo de $4,000hr/vuelo todo unba ganga.
Arquitecto
30-Dec-2010, 11:52
Miren esta joyita...
http://www.youtube.com/watch?v=CRlYIChzSoU&feature=related
HernanSCL
05-Jan-2011, 17:53
Eurofighter volta a ter esperanças de disputar projeto F-X2
3 de janeiro de 2011, em Noticiário Nacional, Sistemas de Armas, Tecnologia, por Alexandre Galante
http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2011/01/eurofighter-typhoon-weapons-580x490.jpg
O adiamento, por tempo indeterminado, da compra de 36 caças de combate, para modernizar a frota da Força Aérea Brasileira (FAB), na opinião do principal executivo do consórcio europeu Eurofighter, fabricante do caça que leva o mesmo nome, Enzo Casolini, pode servir como oportunidade ideal para o Brasil voltar a avaliar o que as maiores empresas de defesa e tecnologia na Europa (EADS, Alenia- Finmeccanicae BAE Systems) podem oferecer ao país em termos de custos, transferência de tecnologia, além de benefícios industriais.
O Eurofighter participou da primeira fase do processo de seleção dos caças brasileiros, o F-X2, mas foi eliminado com o argumento de que seu preço era muito alto. A decisão, segundo o executivo, surpreendeu bastante, pois foi baseada em um custo que se considerava superior às outras alternativas (Dassault, Boeinge Saab). “Este ano, no entanto, vimos publicado na imprensa brasileira que o Rafale custava mais que o Eurofighter e o F-18 também não era tão barato quanto se previa”.
Como exemplo dos benefícios que o programa europeu poderia oferecer, Casolini cita o fato de o caça Eurofighter ter 80% de material composto, que é o futuro da aviação e está sendo usado pelas aeronaves Boeing 787 e Airbus A350. “Esta tecnologia está disponível para transferência. Algo que ninguém mais pode oferecer. Sem contar o fato de que temos o melhor avião disponível no mercado mundial e que o Eurofighter custa menos que o Rafale e é superior ao F-18 e ao Gripen”, afirmou.
Segundo ele, se a nova presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e seu governo quiserem reconsiderar os benefícios que o programa F-X2 poderá trazer ao Brasil, não deveria subestimar o valor do Eurofighter, que é o maior projeto de defesa na Europa. Segundo ele, seria capaz de transferir ao Brasil tecnologias que nenhum outro poderia em termos de qualidade, quantidade e nível de conhecimentos para a indústria brasileira.
Juntas, as empresas que formam o consórcio Eurofighter faturaram US$ 120 bilhões em 2010, uma soma que, segundo Casolini, é mais alta se comparada com Boeing, Dassault e Saab. “Essas empresas tem conhecimento de todas as tecnologias mais avançadas e processos industriais, envolvendo aeronaves, radares, sensores, motores, aviônica, equipamentos de guerra eletrônica e armas, com soberania sobre uma eventual transferência para seus aliados estratégicos”.
Casolini comentou ainda que as indústrias e os engenheiros brasileiros poderiam participar, desde o início, da nova versão do Eurofighter, o EF2020, que terá uma aerodinâmica mais avançada, além de um novo radar (E-Scan), um sistema de armas e um novo software. “Também estamos desenvolvendo uma versão naval para operações em porta-aviões, que poderia ser de interesse da marinha do Brasil”.
A Embraer, segundo o executivo, foi capaz de se consolidar como o terceiro maior fabricante de aeronaves civis no mundo e a indústria italiana Alenia, uma das parceiras do consórcio Eurofighter, participou desse processo. “A indústria italiana teve um nível excelente de cooperação com a Embraer no programa Xavante e depois com o AMX”, ressaltou. Atualmente, a FAB está modernizando a frota de AMX e, na Itália, segundo Casolini, a aeronave é utilizada pela sua Força Aérea em regiões de conflito como o Afeganistão.
O grupo europeu EADS, um dos parceiros do consórcio Eurofigther, segundo Casolini, também é um exemplo de parceria sólida que o Brasil desenvolve há vários anos e que envolve a indústria aeroespacial e de defesa nacional.
Entre os acordos em desenvolvimento com o Brasil estão a compra de 50 helicópteros para as Forças Armadas brasileiras, de 12 aeronaves de transporte militar que operam na Amazônia, a modernização de nove aeronaves de patrulha marítima e também alguns contratos na área espacial. “Intercâmbio de tecnologias e de conhecimento é a única maneira que as empresas parceiras do Eurofighter sabem fazer negócios”, finalizou.
FONTE: Valor Online
Leia mais (Read More): Eurofighter volta a ter esperanças de disputar projeto F-X2 | Poder Aéreo - Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil
http://www.aereo.jor.br/2011/01/03/eurofighter-volta-a-ter-esperancas-de-disputar-projeto-f-x2/
y en Defensanet.com.br
http://www.defesanet.com.br/imagens/1101/20110103_01_eurofighter.jpg
http://www.defesanet.com.br/01_lz/fx2/110103_vlr_eurofighter.html
++
DILMA POSTERGA DECISIÓN HASTA JUNIO DE 2011:
http://www.defesabr.com/blog/index.php/21/12/2010/dilma-mantem-comandos-e-promete-decidir-fx-2-ate-junho-de-2011/
Saludos
TERABYTE
06-Jan-2011, 01:48
Para cuando los Brazucas se decidan por que es lo que realmente quieren para su Fuerza Aerea, los aviones ya habran pasado a la historia y la humanidad estara expandiendo colonias fuera del sistema solar...:D
http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRYwNinwRGwI36lQsyc3HUmYGt1Iv7gs fuxuuIUZypaiqGvsL2B
Saludos
Wolfman
08-Jan-2011, 00:21
El último adelanto de la revista TV Novelas, sin confirmar: La crisis monetaria mundial presiona a Brasil elevando sus expectativas inflacionarias, Dilma Rouseff pospone indefinidamente el FX2 si es que no lo cancela y Nelson Jobim hace el anuncio de que Brasil adquiere los 60 Mirage 2000-9 (ex EAU) a Dassault, para no desairar a su socio estratégico, Francia. Además, claro, porque son el "mejor avión para la FAB", que ya conoce y opera esta plataforma.
Todo esto más o menos para Junio 2011 ... Brujo.
;-)
Perturbador
08-Jan-2011, 00:57
El último adelanto de la revista TV Novelas, sin confirmar: La crisis monetaria mundial presiona a Brasil elevando sus expectativas inflacionarias, Dilma Rouseff pospone indefinidamente el FX2 si es que no lo cancela y Nelson Jobim hace el anuncio de que Brasil adquiere los 60 Mirage 2000-9 (ex EAU) a Dassault, para no desairar a su socio estratégico, Francia. Además, claro, porque son el "mejor avión para la FAB", que ya conoce y opera esta plataforma.
Todo esto más o menos para Junio 2011 ... Brujo.
;-)
Wolfman:
Brasil, Argentina y por ahi se anima Ecuador con el M2000.
Saludos
Arquitecto
18-Jan-2011, 12:50
El FX-2 esta muerto
Larga vida al FX-3.....
Dilma decide suspender escolha de caças da FAB
Presidente resolve ampliar número de concorrentes; processo já estava em fase final e predileção era por franceses
Jailton de Carvalho e Geralda Doca
BRASÍLIA. A presidente Dilma Rousseff decidiu suspender o processo de escolha dos aviões de combate da Força Aérea Brasileira (FAB), que já estava em fase final, e abrir uma nova disputa. A presidente resolveu também ampliar o leque de concorrentes. Até agora, só três empresas disputavam a preferência da FAB: a francesa Dassault, com os caças Rafale; a americana Boeing, com os F18 Super Hornet; e a sueca Saab, com os Gripen NG. Essas propostas continuam na mesa, mas, agora, outros fabricantes também poderão participar da concorrência, como os russos que haviam sido desclassificados na disputa anterior.
Pressão internacional influenciou revisão
A presidente Dilma decidiu rever o processo de compra dos caças diante da forte pressão internacional. Fabricantes de vários países manifestaram interesse em vender aviões para a FAB, um negócio de bilhões de dólares, que pode ter forte impacto no desenvolvimento tecnológico do setor no Brasil. Há uma semana, o senador norte-americano John McCain, do Partido Republicano, teve uma reunião com a presidente para pedir que o governo brasileiro acolha a oferta apresentada pela Boeing na primeira etapa do processo de compra.
Até deixar o governo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dava sinais de que preferia os caças franceses. Isto porque a Rafale incluiu no pacote de venda a promessa de transferir toda a tecnologia de produção dos aviões. Ao longo das análises técnicas dos caças, as empresas que participavam da disputa desde o início decidiram melhorar as ofertas. Em sua passagem pelo Brasil, McCain reafirmou o compromisso da Boeing de transferir tecnologia para o Brasil, da mesma forma que fez a Dassault.
- Isso (novo processo de escolha) já era esperado. Ela (a presidente) quer um estudo minucioso do que cada empresa está oferecendo. São relatórios complexos, uma decisão difícil, e é natural que ela queira mais informações para decidir com mais segurança - disse um oficial da Aeronáutica.
Teria pesado na decisão da presidente também as restrições orçamentárias. Com os cortes no Orçamento sugerido pela equipe econômica, o governo terá que eliminar despesas em quase todas as áreas. Com o adiamento da escolha, o governo ganha fôlego para reorganizar as finanças e, no futuro, bancar as elevadas despesas previstas numa compra dessa natureza. O processo de escolha dos caças vem se arrastando desde o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Em 2009, o ex-presidente Lula recebeu o presidente francês Nicolas Sarkozy e até manifestou simpatia pela proposta francesa. Mas, em dezembro passado, quando o negócio parecia próximo de um desfecho, Lula disse que deixaria a decisão final para sua sucessora. No início deste mês, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, chegou a dizer que os estudos técnicos seriam mantidos e que o governo bateria o martelo em torno da questão ainda neste semestre.
rush4you
18-Jan-2011, 13:59
La FAB y la industria brasileña deben darle las gracias a Lula por complicar las cosas hasta que ocurrió lo único que podía ocurrir. Tuvieron la oportunidad de escoger un avión que iba a catapultar su industria a niveles nunca antes vistos en Latinoamérica y SI era económicamente vendible a la región. Pero Lula se plantó con su discurso anti-USA y todos perdieron soga y cabra. Porque con un avión de 5ta generación no van a tener ni el 10% de las oportunidades industriales y tecnológicas que les ofrecía Saab en el FX-2.
HernanSCL
18-Jan-2011, 15:23
La FAB y la industria brasileña deben darle las gracias a Lula por complicar las cosas hasta que ocurrió lo único que podía ocurrir. Tuvieron la oportunidad de escoger un avión que iba a catapultar su industria a niveles nunca antes vistos en Latinoamérica y SI era económicamente vendible a la región. Pero Lula se plantó con su discurso anti-USA y todos perdieron soga y cabra. Porque con un avión de 5ta generación no van a tener ni el 10% de las oportunidades industriales y tecnológicas que les ofrecía Saab en el FX-2.
Concuerdo totalmente.
realmente que poca seriedad par la compra de aviones para la FAB... segunda cancelación... que dirá Dassault y Boing de esta cancelación... aunque creo que Dassaul era el casi ganador... (desde mi punto de vista) ya que Boing era puro loby...
PD: los brasileros se están contagiando de algunos políticos peruanos....
saludos.
Arquitecto
18-Jan-2011, 16:00
realmente que poca seriedad par la compra de aviones para la FAB... segunda cancelación... que dirá Dassault y Boing de esta cancelación... aunque creo que Dassaul era el casi ganador... (desde mi punto de vista) ya que Boing era puro loby...
PD: los brasileros se están contagiando de algunos políticos peruanos....
saludos.
Esteee....yo diria que al reves, el Lobby era de Sarkosy.
Segun Wikileaks, los mandos preferian al Super Hornet y no al Rafale.
06/12/2010 - 01:12 (GMT) La preferencia del presidente de Brasil, Luiz Inacio Lula da Silva, por los aviones franceses ha obstaculizado a la empresa Boeing conseguir un contrato multimillonario, según mensajes filtrados por WikiLeaks.
El F-18 Super Hornet de Boeing compite con el Rafale de Dassault y el Gripen de la sueca Saab AB.
La preferencia del presidente de Brasil, Luiz Inacio Lula da Silva, por los aviones franceses ha sido un obstáculo para las aspiraciones de la empresa estadounidense Boeing de conseguir un contrato multimillonario, según mensajes filtrados por el sitio en internet WikiLeaks.
Un cable de la embajada estadounidense en Brasilia al Departamento de Estado indicó que Lula "no oculta que prefiere el Dassault", en referencia a los aviones Rafale de combate ofrecidos por esa compañía francesa.
Igualmente la información filtrada se refiere a un comandante de la Fuerza Aérea de Brasil quien le dijo al representante diplomático de Washington que él prefería una oferta de largo alcance de la firma estadounidense Boeing por 36 F/A-18 Super Hornets debido a que "es confiable y el mantenimiento es simple y efectivo en cuanto al costo".
Según los cables, el Super Hornet recibió la evaluación técnica más favorable de la Fuerza Aérea Brasileña y es la elección de los operadores".
No obstante, "existe el enorme obstáculo de convencer a Lula".
Brasil ha estado negociando con varias naciones -entre ellas Francia, Estados Unidos y Suecia- un acuerdo para adquirir aviones de combate con el fin de renovar su flota.
De acuerdo con los cables, citados por el periódico francés Le Monde, Brasil ha buscado comprar los aviones Rafale y adquirir la tecnología para construirlos y exportarlos a otros países latinoamericanos para 2030.
Se espera que Brasilia adjudique el contrato por US$4.400 millones el año próximo.
Una pregunta para los que mas saben de este tema:
Se le habia comunicado oficialmente a la empresa francesa que habia ganado la licitacion? habra algun tipo de penalidades para el gobierno brasileno por dar de ganador a una empresa y despues desdecirse?, saludos.
bueno!
Como comprenderás el tema de escoger el avión no solo pasaba por la evaluación técnica sino de transferencia tecnológica para una posible exportación a Latinoamerica.... que ya sabemos como lo maneja EEUU... si ese país no esta en mi grupo no le vendes... en latinoamerica... chau ventas Bolivia, Venezuela, posiblemente Ecuador y argentina (por pedido de su aliado Inglaterra) eso es en el escenario actual, quien sabe en algunos años...
por otro que crees que demuestra esa información de Wikileaks...
pueden ser 2 cosas
1 Que había gestiones para convencer a Lula ("existe el enorme obstáculo de convencer a Lula") lo que indica un lobby
2 que el comandante sin autorización estaba dando información sobre el proceso y poder usar esa información para el cambio de decisión por el F18....
ahora bien podría haber lobby de cada una de las partes EEUU, Francia e inclusive Brasileña) al final sabemos el resultado....
Arquitecto
18-Jan-2011, 16:41
Este analisis lo lei hace tiempo en un foro Argentino y me parece muy completo, excepto por el precio del Rafale que en realidad es muy superior al abajo indicado.
Comparar el Super Hornet con el rafale M no es para nada sencillo, primero porque muchos datos son proporcionados por los propios fabricantes, con lo cual hay bastante subjetividad, y segundo porque es difícil encontrar algún análisis serio e imparcial. Toda la data que hay en éste post corresponde en su mayoría a docenas de artículos que he ido guardando de Jane’s, Flight Internacional, Aviation Week y Air Forces Monthly.
Velocidad Máxima en altitud
SH: Mach 1,85 sin restricción
RM: Mach 2.1 restrigida a M 1,8 por sistema mando de vuelos (FCS)
Velocidad Máxima a nivel del mar
SH: ligeramente inferior a M 1,0 y a 3.300 mts. de altitud
RM: 1.380 km/h (en configuración limpia sin sensor FSO)
Velocidad mínima de vuelo
SH: 230 a 250 km/h (según configuración)
RF: 185 a 212 km/h (según configuración)
Régimen Máximo de Ascenso
SH: 254 mts x segundo
RM: 305 mts x segundo
Límites en maniobras G
SH: -3.0 G y + 8.5 (restringida a +7.5 G)
RM: -3.2 G y + 11.0 G (restringida a +9 G)
Angulo de ataque normal (AoA limit)
SH: 45º a 60º (nariz arriba)
RM: +100º (nariz arriba, restringida a 32º por FCS)
Carga Alar (50% fuel + 8 AAM)
SH: 398.3 kg/m2
RM: 290.0 Kg/m2
Relación Empuje/Potencia c/50% de fuel interno y 8 AAM
SH: 1.08 con postcombustión
RM: 1.15 sin postcombustión
Relación Empuje/Potencia c/50% de fuel interno y 8 AAM
SH: 0,69 sin postcombustión
RM: 0.77sin postcombustión
Radio de Combate
Super Hornet
720 Km HLH con 2 depósitos externos, 4 x Mk82 y 2 x AIM-9
855 Km HLH con 3 depósitos, 4 x Mk83, 2 x AIM-9 y 2 pods
800 Km como escola con 2 x AIM-9 y 2 x AIM-120 sin depósitos
1.230 Km HHH con 3 depósitos, 4 x Mk83, 2 x AIM-9 y 2 pods
3.074 Km en ferry con 3 depósitos y 2 AIM-9
Autonomia: 135 minutos a 280 Km del portaaviones con 6 AAM y depósitos.
rafale M *
1.100 Km con 3 depósitos, 4 MICA y 12 Mk82
1480 Km con 3 depósitos, 4 MICA y 4 LGB de 250 Kg c/u
3.704 Km en ferry con 4 depósitos
Autonomía: 120 minutos a 185 Km del portaaviones con 6 AAM y 3 depósitos
*Cifras proporcionadas por Dassault. El rafale M tiene una capacidad interna máxima de 4.700 kg de combustible, el Super Hornet dispone de un 43,3 % más (6,5 tn).
Radar Cross Section RCS frontal
SH: 0.1 m2
RM: de 0.3 a 0.1 m2 según Dassault
Mantenimiento
SH: 15 horas-hombre x hora de vuelo
RM: 7 horas-hombre x hora de vuelo (según Dassault)
Precios:
SH: precio oficial del año 2003: 57 millones de dólares
RM: precio oficial del año 2003: 69.5 millones de dólares
Aviónica
Según Aviation Week el radar RE-2 del rafale tiene un alcance de detección de 100 a 110 km para un caza de tamaño normal. Es un radar con una muy alta velocidad de escaneo y puede realizar el seguimiento simultáneo de 8 blancos y presentar 4 de ellos para el combate. Puede operar de modo simultáneo en los modos aire-aire y aire-suelo. Todo indica que entre el 2012 y 2015, el rafale incorporará un radar AESA que –según anuncia Thales- tendrá un incremento del orden del 50% en alcance y adquisición sobre las cifras actuales del RBE-2.
El radar del Super Hornet, es el AN/APG-79 AESA, cuya antena es una matriz integrada por centenares de módulos programables de transmisión y recepción, los que pueden trabajar de modo conjunto o individualmente, hecho que reduce considerablemente la cantidad de emisiones. Puede operar simultáneamente en los modos aire/aire y aire/suelo, así por ejemplo puede adquirir un blanco aéreo mientras realiza un mapeo del suelo; disponiendo además de el modo SAR ó synthetic aperture radar de alta resolución y gran alcance. Los datos conocidos revelan un alcance de detección para un caza de tamaño normal de 130 a 150 km, con un alcance máximo de detección de 350 a 400 Km para blancos de gran tamaño.
Comparar los equipos ECM de ambos modelos es imposible, ya que nadie conoce con certeza las capacidades reales del Spectra o de las últimas versiones del AN/ALQ-165. Luego en términos generales ambos disponen de sistemas de navegación por giroláser asistidos por GPS, avanzadas computadoras de misión, múltiples pantallas LCD multifunción, mandos HOTAS y capacidad de portar barquillas de designación láser, adquisición de blancos y reconocimiento.
Armamento
En la actualidad, ambos modelos pueden portar misiles WVR y BVR, sin que ningún modelo represente una ventaja sustancial sobre otro, excepto que del MICA tanto EM como IR no han demostrado su capacidad en combate real. Pero es en el armamento aire-suelo, donde el arsenal norteamericano duplica y hasta triplica la variedad de armamento lanzable, lo cual en principio de otorga una ventaja al Super Hornet ya que dispone de un arma para cada objetivo en particular. Hoy no menos de 37 modelos distintos de bombas y misiles pueden ser transportados por el SH a diferencia de unos 16 modelos del rafale. Es discutible, pero la polivalencia en el empleo de determinado tipo de armas favorece al SH.
El Futuro
La falta de pedidos de exportación ha sido un factor muy limitante para Dassault a la hora de desarrollar nuevas versiones del rafale. Hoy ya todos dudan del rafale D y dan por hecho que todos los ejemplares irán recibiendo sucesivas mejoras una vez concluída la Fase 3. El motor M88-3 presenta algunos problemas , y el M88-4 cada vez está más lejos, motor en el cual Dassault pretendía lanzar una versión avanzada del rafale con una reducción sustancial de la RCS, capacidad supersónica sin postcombustion (suprecruise), la opción de tanques conformables, radar AESA y misiles Meteor. Se duda si ésa versión será construída, pero no se duda que todas esas mejoras serán incorporadas en los aviones en servicio como retrofit.
EL futuro para el SH es diferente. El Block 2 ya es una realidad y se espera su entrada en servicio para principios del 2007. Este block presenta muchos avances, todo el sector delantero del fuselaje es nuevo. Aunque exteriormente es igual, interiormente se han rediseñado muchos componentes a fin de reducir un 40% el mantenimiento y dar cabida al APG-79, aunque ésta nueva proa ya fue introducida en el 2003 y se estima una reconversión para las primeras series. También se incorporan los siguientes equipos y mejoras:
-el nuevo Radar Warning Raytheon AN/ALR-67(V)
-el sistema Integrated Defensive Electronic Counter-Measures (IDECM) ALQ-214(V)
-AN/ALE-55 fiber-optic towed decoy (FOTD)
-Dos nuevas pantallas LCD de 20 x 25 centímetros en el puesto trasero
-el sistema de transferencia de datos e imágenes en tiempo real (pod Sharp)
-un Nuevo sistema conjunto de radio táctica (Joint Tactical Radio System )
-el Hornet Autonomous Realtime Targeting (HART) que utiliza la información del radar APG-79 en el modo SAR y que convierte la imagen radar en una imágen térmica para misiles santd-off de guía terminal pasiva (IR).
El Block 2 también trae consigo nuevas versions avanzadas de armas aire-aire y aire-suelo; como el AIM-120C7, ya en producción y servicio; y el AIM-120C8 también conocido como P3I Phase 4 cuyo alcance se estima en el orden de los 100 a 120 km.
Para los misiles AIM-9X, se incorpora el casco JHMCS y se capacita a la barquilla AQS-238 ATFLIR para permitir el uso de éste misil mediante el modo conocido como LOAL (lock on alter launch) por el cual el misil puede adquirir el blanco, luego de ser lanzado, lo que le confiere una mayor capacidad para engancharse a objetivos a mayores distancias.
Conclusión
En mi opinión, son dos aeronaves concebidas para diferentes misiones. El Super Hornet no sólo ha reemplazado al Tomcat en misiones de caza e intercepción, sino también que asumió el rol de tener que relevar al A-6 Intruder y A-7 Corsair. Su capacidad de ataque a tierra es impresionante, desde bombas tontas, bombas láser, de guía satelital y misiles stand-off de corto, mediano y largo alcance. Todo ello acompañado de una excelente capacidad antiaérea como son los misiles AIM-120 y AIM-9X.
El rafale M deriva del rafale C, un avión multirol concebido inicialmente como un interceptor y un caza súper maniobrable, con capacidad secundaria de ataque a tierra; a la cual ahora se le da mayor importancia en virtud de los acontecimientos sucedidos desde 1990, donde el mayor trabajo es el ataque y no la caza. Pero Francia al separarse del programa Eurofigther decidió seguir sola con el rafale y ello le ha impuesto importantes restricciones presupuestarias al programa y trabas en el desarrollo de versiones más avanzadas. Aunque ya está claro que la producción del rafale no será numerosa, ello no indica que Francia ponga en cada ejemplar lo mejor que pueda producir, tanto en electrónica como armamento.
Si hablamos de “números” solamente, el rafale supera en prestaciones y maniobrabilidad al Super Hornet, vuela, trepa y gira más rápido. El único punto criticable en éste aspecto, es que la percha fija de reaprovisionamiento aéreo le impone límites en las velocidades máximas y en un grado inferior, una leve restricción en la visibilidad del piloto. La percha puede desmontarse, pero se pierde así la capacidad de reabastecimiento en vuelo, algo de vital importancia para un avión embarcado: cualquier problema en la cubierta del portaaviones que impida la operación, obligaría al avión a dirigirse a una alternativa y si no la hay, se perdería el avión. Me extraña que los ingenieros de Dassault no hayan previsto espacio para una sonda retráctil, tal como la tienen el SH, el Typhoon e incluso los Super Etendard.
Al comparar la carga útil total –combustible interno, externo y armas- allí los números favorecen de modo claro al SH, 16.200 Kilogramos contra 11.800 Kg del rafale, aunque inéditamente el avión francés puede transportar 1.500 kg más de armas que el SH, aunque en la práctica ello no es posible, excepto que opere desde tierra y no desde un portaaviones, restricción que no existe para el SH.
Para finalizar, el SH con el Block 2 se distancia considerablemente del rafale, tanto en sus capacidades electrónicas como de armamento. La ventaja en casi 4 o 5 años de operar con un radar AESA marca un punto a favor. Hoy todos sabemos que la velocidad o el régimen de trepada han pasado a un segundo plano, la electrónica y el armamento son la prioridad, y en términos muy generales, considero que el SH le lleva casi una década de adelanto al rafale, y al ritmo que hoy avanza la electrónica, es mucho tiempo.
copyright(R) Spirit666
COMANCHE
18-Jan-2011, 17:39
La presidente Dilma Rousseff, que antes de asumir había evitado que el gobierno saliente dejase decidida la adjudicación de las 36 aeronaves de combate del programa FX 2-después de más de un lustro, transformado en un culebrón,o, al decir de ejecutivos de Boeing ,en un film de far west-acaba de decidir la suspensión de dicha licitación y una nueva convocatoria con mayor número de opciones, lo que hace incluir en una posible futura lista al Eurofighter y al SU-35, sino a versiones "descafeinadas" del costoso F-35,además de los actuales precalificados, el Dassault Rafale, el Saab Gripen NG y el Boeing Super Hornet II.
Sin embargo, las anunciadas restricciones presupuestales y las derivadas de los actuales desastres naturales, junto a la prioridad fijada en montar un sistema de prevención y alerta de desastres, requiriendo 700 sofisticados radares meteorológicos como base del mismo, ahogan las perspectivas más optimistas de los fabricantes de aviones de combate.
La presión y el debate internacional sobre la posición de favoritismo pública en torno a los Rafale, por sobre las ofertas de ensamblado o integración tecnológica de Saab o Boeing, habría incidido fuertemente sobre la actual mandataria, ya que fue notoria la puja dentro del oficialismo ,entre Saab-con alianzas sindicales e industriales-y Dassault, del lado del gabinete.
La reciente visita del senador estadounidense John Mc Cain pugnando por facilitar la transferencia tecnológica de Boeing que requiere la FAB y afirimando la superioridad del Súper Hornet ante cámaras,así como la disputa abierta por el favoritismo de un influyente alcalde oficialista de un suburbio industrial paulista,entre los lobbys de Saab y Dassault, habrían influído en la decisión de Rousseff, quien también podría suspender los movimientos en pro de volver a cambiar el avión VIP A-319 por algún modelo mayor. Trascendidos periodísticos sugieren que el ministro de Defensa Nelson Jobim, vehemente partidario del Rafale- habría solicitado dejar la cartera en unos meses, para ocupar la embajada brasileña en Francia. (Javier Bonilla)
http://www.defensa.com/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=55&Itemid=163
THE_ROOKIE
18-Jan-2011, 18:24
realmente que poca seriedad par la compra de aviones para la FAB... segunda cancelación... que dirá Dassault y Boing de esta cancelación... aunque creo que Dassaul era el casi ganador... (desde mi punto de vista) ya que Boing era puro loby...
PD: los brasileros se están contagiando de algunos políticos peruanos....
saludos.
Para nada. Ustedes deben entender las cosas dentro de la optica brasileña y su plan nacional. Una simple ganancia tactica en tecnologia, les complicaria las cosas a nivel estrategico para su deseo de ser potencia mundial. Ahi hay mas de lo que se cuenta. Por experiencia personal, puedo decir que los Brasileños estan entre los mejores negociantes del mundo. Tienen buenas relaciones con todos.
ps. Como cosa aparte, tambien se consideran "aparte" del resto de sudamerica.
HernanSCL
18-Jan-2011, 21:56
¿Paleativo?
La Fuerza Aérea de Brasil modernizará los F-5 oriundos de Jordania
MARTES 18 DE ENERO DE 2011 09:04
http://www.defensa.com/images/stories/noticias/2011/01/f15.jpg
Los 11 F-5 que la FAB adquirió tiempo atrás a la Real Fuerza Aérea de Jordania, por 5 millones de dólares la unidad,y que en principio no se iban a reformar, serán sometidos al mismo proceso de modernización que Embraer, con su subcontratada Aeroletrónica, realizó, desde 2003, en 46 aeronaves de ese modelo (lote, cuyos dos últimos ejemplares en las próximas semanas se terminan de entregar), a un costo total de 285 millones de dólares la primera vez y 158 en esta oportunidad.
Este contrato involucra, además de la aviónica, nuevos eyectores, un simulador, estaciones terrestres, equipos de apoyo y actualización de todas las publicaciones técnicas. Se comenta que, mayor desafío que la modernización, es actualmente encontrar ciertas piezas estructurales confiables de F-5 en el mercado, pese a lo cual ,las empresas brasileñas ofrecen este mismo programa a la Fuerza aérea de Kenia.
http://www.defensa.com/index.php?option=com_content&view=article&id=3017:la-fuerza-aerea-de-brasil-modernizara-los-f-5-oriundos-de-jordania&catid=55:latinoamerica&Itemid=163
Saludos
blackenedaemos
18-Jan-2011, 23:04
Para nada. Ustedes deben entender las cosas dentro de la optica brasileña y su plan nacional. Una simple ganancia tactica en tecnologia, les complicaria las cosas a nivel estrategico para su deseo de ser potencia mundial. Ahi hay mas de lo que se cuenta. Por experiencia personal, puedo decir que los Brasileños estan entre los mejores negociantes del mundo. Tienen buenas relaciones con todos.
ps. Como cosa aparte, tambien se consideran "aparte" del resto de sudamerica.
obviamente la tecnología importa, pero lamentablemente en brasil se metieron en la licitación mas gente de la que debería, ahora lo de negociante no te lo discuto, pero los negocios, la política y los asuntos militares no necesariamente tienen que ver, Brasil podría ser muy bueno en los negocios (mejor somos los chilenos pero bueno :roll:)pero en el ámbito militar dejan mucho que desear, teniendo tal presupuesto y unos políticos que les dicen si a prácticamente todo, no han hecho mucho y jalan de donde no deberían, y con planes que sinceramente tiran a mediocres, como intentar tener un submarino nuclear(el cual no necesitan) cuando tienen falencias mucho mas grandes y su flota de submarinos (o futuros submarinos) esta entre lo mejor que tienen, o el absurdo intento y mantencion de equipos que tienen su vida útil casi agotada, como el sao paulo, etc, etc
yo la encuentro bastante deficiente, si no tuvieran tal presupuesto se les caería todo a pedazos, en mi opinión hay marinas mucho mejores como la MGP y la ACH donde el dinero rinde, imagina que tienen un presupuesto 6.9 veces mas grande que Chile
THE_ROOKIE
19-Jan-2011, 09:06
obviamente la tecnología importa, pero lamentablemente en brasil se metieron en la licitación mas gente de la que debería, ahora lo de negociante no te lo discuto, pero los negocios, la política y los asuntos militares no necesariamente tienen que ver, Brasil podría ser muy bueno en los negocios (mejor somos los chilenos pero bueno :roll:)pero en el ámbito militar dejan mucho que desear, teniendo tal presupuesto y unos políticos que les dicen si a prácticamente todo, no han hecho mucho y jalan de donde no deberían, y con planes que sinceramente tiran a mediocres, como intentar tener un submarino nuclear(el cual no necesitan) cuando tienen falencias mucho mas grandes y su flota de submarinos (o futuros submarinos) esta entre lo mejor que tienen, o el absurdo intento y mantencion de equipos que tienen su vida útil casi agotada, como el sao paulo, etc, etc
yo la encuentro bastante deficiente, si no tuvieran tal presupuesto se les caería todo a pedazos, en mi opinión hay marinas mucho mejores como la MGP y la ACH donde el dinero rinde, imagina que tienen un presupuesto 6.9 veces mas grande que Chile
Obviamente tu vision no 've' lo que pasa en el fondo.
Primero... Brasil con quien tiene posibilidades reales de conflicto ahora ó en los proximos 25 años?
Si es ahora... la respuesta es ninguna. Asi como estan, pueden invadir a su antojo a Bolivia y Uruguay. Argentina no es problema ya que comparten objetivos comunes. Venezuela (si de serlo) se las vera con USA. Contra Colombia no hay nada y si pensamos en Peru... menos.
Si es en 25 años..., la respuesta seria USA y Chile. A eso apunta el plan Brasileño.
Cuando tengan su submarino nuclear... tendran una plataforma que el resto de sudamericanos solo podran envidiar. Uno de esos nomas se almuerza a toda la ACH y MGP juntas y encima podrian atacar Santiago y Lima con el armamento adecuado. No lo necesitan AHORA, pero ya lo tienen en cuenta para el futuro (y no solo el sub en si, sino toda la tecnologia propia que eso genera y que podria tener como socio a la Argentina).
El Sao Paulo, asi le digas lo que le digas... es una plataforma que ya desearia tener la ACH para si misma. La doctrina de defensa brasilena tiene como una de sus doctrinas, la proyeccion de fuerzas a travez de cuerpos expedicionarios. Esa misma doctrina es parte de otra mas amplia que gobierna su plan de desarollo como pais. No es concidencia entonces que la marina persista en mantener sus capacidades manteniendo al Sao Paulo (y antes tuvo al Minas Gerais). Si ves las cosas como Brasileño, el FX y su flota aero-naval harian sinergia juntas. Ellos han aprendido muy bien su leccion luego de su experiencia durante la segunda guerra mundial.
Cuando utilize la palabra "negociadores" ... no la asocie con $$$. Quizas en Chile hagan mas $$$ pero los Brasilenos nos han sacado (A Chile, Peru y al resto) 3 cuerpos de ventaja en todo plano y eso no viene de ahora ni de los 70 y no tiene nada que ver con hacer mas plata.
Si es en 25 años..., la respuesta seria USA y Chile. A eso apunta el plan Brasileño.
bueno, si Brasil a querido ser LA potencia en Sudamerica y en 25 años el unico que le HARA CONTRAPESO ES CHILE...no hay problemas Brasil por el atlantico y Chile por el pacifico...no veo conflicto alguno.
y por cierto...que en 25 años le disputemos la supremacia a Brasil...me parece una EXCELENTE proyeccion para Chile...
THE_ROOKIE
19-Jan-2011, 18:16
bueno, si Brasil a querido ser LA potencia en Sudamerica y en 25 años el unico que le HARA CONTRAPESO ES CHILE...no hay problemas Brasil por el atlantico y Chile por el pacifico...no veo conflicto alguno.
y por cierto...que en 25 años le disputemos la supremacia a Brasil...me parece una EXCELENTE proyeccion para Chile...
Chile no le hara contrapeso a Brasil ni en sus mas humedos sueños. No tiene con que ni como, ni ahora ni en el futuro. Chile esta 'atado' a la Argentina asi les duela entenderlo ó reconocerlo.
La "importancia" de Chile de aqui a 25 años dependera de su relacion cercana con USA. Brasil no se va a quedar sentado mirando el atlantico, ellos requieren salida al pacifico para ser una potencia local sostenible. La salida al pacifico sera por Peru (obvio, por que no tiene sentido para ellos salir por Chile). Eso va a crear sinergia con Peru, pero lamentablemente seremos 'asimilados' al Brasil (en la misma forma que Canada esta relacionada con USA).
En ese contexto, las movidas en temas de defensa como el FX, insistir en su doctrina de defensa, etc tienen todo el sentido del mundo. Bien por ellos.
blackenedaemos
19-Jan-2011, 19:02
¿porque estamos atados a argentina según tu?
p.d. letraru se esta burlando de tu post... parece que cuando decían que no pasaste ironía I y sarcasmo I y II lo decían en serio
Chile no le hara contrapeso a Brasil ni en sus mas humedos sueños. No tiene con que ni como, ni ahora ni en el futuro. Chile esta 'atado' a la Argentina asi les duela entenderlo ó reconocerlo.
La "importancia" de Chile de aqui a 25 años dependera de su relacion cercana con USA. Brasil no se va a quedar sentado mirando el atlantico, ellos requieren salida al pacifico para ser una potencia local sostenible. La salida al pacifico sera por Peru (obvio, por que no tiene sentido para ellos salir por Chile). Eso va a crear sinergia con Peru, pero lamentablemente seremos 'asimilados' al Brasil (en la misma forma que Canada esta relacionada con USA).
En ese contexto, las movidas en temas de defensa como el FX, insistir en su doctrina de defensa, etc tienen todo el sentido del mundo. Bien por ellos.
Chile esta "atada" a Argentina tanto como Perú esta "atado" a Chile...
Es obvio que con Argentina podríamos lograr grandes sinergias, lo mismo con Perú, pero en ambos casos ocurrirá cuando lleguen a ser un país estable y maduro...
Brasil NO NECESITA AL PERU para llegar al pacifico, sería bueno que hiciera GEOGRAFIA I y GEOPOLITICA I, para entender que a espaldas de PERU Brasil TIENE NADA...todo el comercio lo realiza y realizara a través de Antofagasta; y si se diera el trabajo de leer un poco, Hay proyectos para intensificar y ampliar el corredor BIOCEANICO, el cual comunica a BRASIL, URUGUAY, ARGENTINA y BOLIVIA CON EL PACIFICO a través de CHILE!!!!!....
y por ultimo,,,,sus predicciones de NOSTRADAMUS no me preocupan...
COMANCHE
19-Jan-2011, 19:46
http://pbrasil.files.wordpress.com/2010/09/19.png
La noticia de que la Rousseff presidente decidió suspender el proceso de elección de los aviones de combate de la Fuerza Aérea (FAB) y así abrir la puerta a otros competidores - además de los tres que ya estaban participando en el proceso - el gobierno tomó la sorpresa de Rusia, la inyección de nuevas esperanzas en el partido con un avión de quinta generación, el Su-35, considerado el más moderno del mundo. Él tiene una vida útil de 30 años.
Cauteloso, las autoridades rusas el martes evitó pronunciarse sobre el tema. Su preocupación principal era confirmar directamente esa información. Sin embargo, fuentes de Sukhoi, que fabrica el Su-35, saludó al menos tres hechos que puedan endulzar el trato: darle a Brasil la oportunidad de participar en la producción del avión, también parte de sus proyectos de modernización y después de la venta.
http://www.youtube.com/watch?v=saF0P0eEyWE&feature=player_embedded
Para el gobierno de Rusia, es un asunto de importancia estratégica. América del Sur es visto como un mercado prometedor, con el Brasil es el más lucrativo de ellos. Rusia ha participado en el concurso hace siete años, pero fue finalmente retirados. En ese momento, fue el desarrollo de la Sukhoi de quinta generación. Pero el gobierno brasileño impuso en la idea de que Rusia estaba pasando por un mal momento económico y por lo tanto no creen en su capacidad para desarrollar el Su-35. Menos de dos años más tarde, sin embargo, el modelo ya que despegue
http://www.precise3dmodeling.com/models/images/su-35/su35_front.jpg
Rusia puede ser una alternativa para la venta de armas
Uno de los aspectos alienta a los rusos a buscar negocios en América del Sur: el hecho de que los Estados Unidos para imponer restricciones a los países interesados en la adquisición de armas "made in EE.UU.". Antes de eso, Rusia es ahora una alternativa. Al igual que el Super Tucano, Embraer que estaba a punto de vender a Venezuela. El acuerdo fue bloqueado por el gobierno de los EE.UU., el 50% de los componentes que son proporcionados por el avión de EE.UU.. El resultado fue que el presidente Hugo Chávez compró 30 rusos Su-30 (aviones de caza de cuarta generación).
http://planobrasil.com/2011/01/19/russia-acena-com-parceria-na-producao-e-na-venda-dos-cacas-para-a-fab/
No creo que ha cambiado mucho y que incluso menos que el FX2 ha sido cancelada por la apertura de un FX3 (por lo que los rusos puedan participar de nuevo, simplemente desactivando la FX2 y la apertura de una "FX3").
Por lo que sabemos, Dilma pidió al Ministerio de Fomento, Industria y Comercio (MDIC) evaluar el informe de la FAB. Y hasta que se demuestre lo contrario, esto es lo que está sucediendo. Y no creo que el Ministerio de Comercio ya ha completado la evaluación, de modo que podemos decir que hubo un cambio de tendencia que ha cambiado o favoritismo ni nada de eso. ¿Qué Dilma estamos haciendo es, al parecer, algo técnico. Y los entrenadores evaluarán el informe de la FAB MDIC y esta evaluación se añadirá a la evaluación realizada por el Ministerio de Defensa.
Si la prensa publica el retorno de A, B o C en el FX2, de acuerdo, la prensa es libre (ni siquiera a sabiendas de que Rusia fue y no recibió la confirmación oficial, sin embargo, si algún día, como lo es en la propia materia o ... es decir, pura especulación, pero los periódicos no se molestan en publicar chismes) ... la prensa es libre, pero debe ser también responsable. En fin ...
General_Gandhi
19-Jan-2011, 21:35
Chile esta "atada" a Argentina tanto como Perú esta "atado" a Chile...
Es obvio que con Argentina podríamos lograr grandes sinergias, lo mismo con Perú, pero en ambos casos ocurrirá cuando lleguen a ser un país estable y maduro...
Brasil NO NECESITA AL PERU para llegar al pacifico, sería bueno que hiciera GEOGRAFIA I y GEOPOLITICA I, para entender que a espaldas de PERU Brasil TIENE NADA...todo el comercio lo realiza y realizara a través de Antofagasta; y si se diera el trabajo de leer un poco, Hay proyectos para intensificar y ampliar el corredor BIOCEANICO, el cual comunica a BRASIL, URUGUAY, ARGENTINA y BOLIVIA CON EL PACIFICO a través de CHILE!!!!!....
y por ultimo,,,,sus predicciones de NOSTRADAMUS no me preocupan...
Hoy no es mañana, repase historia elemental!!!
Brasil es Brasil.
THE_ROOKIE
21-Jan-2011, 06:08
Chile esta "atada" a Argentina tanto como Perú esta "atado" a Chile...
Es obvio que con Argentina podríamos lograr grandes sinergias, lo mismo con Perú, pero en ambos casos ocurrirá cuando lleguen a ser un país estable y maduro...
Brasil NO NECESITA AL PERU para llegar al pacifico, sería bueno que hiciera GEOGRAFIA I y GEOPOLITICA I, para entender que a espaldas de PERU Brasil TIENE NADA...todo el comercio lo realiza y realizara a través de Antofagasta; y si se diera el trabajo de leer un poco, Hay proyectos para intensificar y ampliar el corredor BIOCEANICO, el cual comunica a BRASIL, URUGUAY, ARGENTINA y BOLIVIA CON EL PACIFICO a través de CHILE!!!!!....
y por ultimo,,,,sus predicciones de NOSTRADAMUS no me preocupan...
Ubiquese. Aqui estamos hablando del Brasil.
Ubiquese. Aqui estamos hablando del Brasil.
entonces EDITE sus comentarios donde menciona a Chile y Argentina...ubicadito!!!!
blackenedaemos
21-Jan-2011, 12:19
Ubiquese. Aqui estamos hablando del Brasil.
en todo caso esta hablando de brasil, la carretera que pasa por Bolivia y llega a antofagasta fue creada para que los productos brasileños salieran... y espera a que construyan los túneles a través de la cordillera, hay va ha ser mas fácil sacar los productos por Chile
en todo caso esta hablando de brasil, la carretera que pasa por Bolivia y llega a antofagasta fue creada para que los productos brasileños salieran... y espera a que construyan los túneles a través de la cordillera, hay va ha ser mas fácil sacar los productos por Chile
Podrá ser... pero no es solo tema de la vía... sino que pasas por dos países.... 2 fiscalizaciones la de Bolivia y la de Chile... en cambio por la de Perú podrá salir directo con una sola fiscalización... aparte se tendría que evaluar el tema combustible que tan fiscalizado esta en Bolivia...
Y los túneles... para cuando están proyectados?
Podrá ser... pero no es solo tema de la vía... sino que pasas por dos países.... 2 fiscalizaciones la de Bolivia y la de Chile... en cambio por la de Perú podrá salir directo con una sola fiscalización... aparte se tendría que evaluar el tema combustible que tan fiscalizado esta en Bolivia...
Y los túneles... para cuando están proyectados?
pero Evalue temas de costos...Brasil Debera construir carreteras desde sus principales centros industriales,cruzar TODA el amazonas Brasileña, para luego cruzar el amazonas peruana y toda la sierra Peruana...mi pregunta es DICHA infraestrucutra esta construida, esta el estado Peruano y Brasileño dispuesto a absorver dichos costos, por cuantos NO pueden ser traspasables al usuario ya que ello afectaria la competitividad de sus productos. que para efectos practicos serian SOLO Brasileños. Callao tiene capacidad de bodegaje y embarque, soporte logistico, administrativo para soportar mayor carga ???
solo son unas simples preguntas
pero Evalue temas de costos...Brasil Debera construir carreteras desde sus principales centros industriales,cruzar TODA el amazonas Brasileña, para luego cruzar el amazonas peruana y toda la sierra Peruana...mi pregunta es DICHA infraestrucutra esta construida, esta el estado Peruano y Brasileño dispuesto a absorver dichos costos, por cuantos NO pueden ser traspasables al usuario ya que ello afectaria la competitividad de sus productos. que para efectos practicos serian SOLO Brasileños. Callao tiene capacidad de bodegaje y embarque, soporte logistico, administrativo para soportar mayor carga ???
solo son unas simples preguntas
creo que nos desviamos del tema.. pero mi respuesta... la Inter-Oceanica sur fue dada en concepción la construcción y la administración... va a haber peajes como en todas las carreteras y el estado pagara una sub-vencion por ellas hasta que sea rentable para el concesionario y según los comentarios se ha generado transito local importante superando en mucho las expectativas iniciales... en cuanto al puerto del Callao tiene entre 50% mayor capacidad con muelle sur... sin la segunda etapa, también faltaría el muelle norte que aunque aun no se entrega en concesión que es este año (no pongo fecha por que hay un tema legal que solucionar)... tendríamos un incremento mucho mayor al que nos da muelle sur (calculo 5 millones de teus al año)... también tenemos Tisur, y el puerto de Pisco que también entra en concesión... con eso podremos recibir la carga por esa ruta....
Por otro lado se esta ampliando la bocana de ingreso a puerto y el dragado para dar posibilidad de ingreso a naves aun mayores (post panamax.)
saludos.
THE_ROOKIE
22-Jan-2011, 22:19
pero Evalue temas de costos...Brasil Debera construir carreteras desde sus principales centros industriales,cruzar TODA el amazonas Brasileña, para luego cruzar el amazonas peruana y toda la sierra Peruana...mi pregunta es DICHA infraestrucutra esta construida, esta el estado Peruano y Brasileño dispuesto a absorver dichos costos, por cuantos NO pueden ser traspasables al usuario ya que ello afectaria la competitividad de sus productos. que para efectos practicos serian SOLO Brasileños. Callao tiene capacidad de bodegaje y embarque, soporte logistico, administrativo para soportar mayor carga ???
solo son unas simples preguntas
Como siempre demuestras falta total de conocimiento sobre lo que pretendes opinar. Primero busca en Google y luego comparamos.
Ya Ghandi te dijo que "ahora"!="mañana".
El unico detalle es que eso se esta planeando desde ya. Si tu capacidad de analisis es la que demuestras en este foro, no me sorprende que aun estes programando en RPG.
blackenedaemos
22-Jan-2011, 23:34
Como siempre demuestras falta total de conocimiento sobre lo que pretendes opinar. Primero busca en Google y luego comparamos.
Ya Ghandi te dijo que "ahora"!="mañana".
El unico detalle es que eso se esta planeando desde ya. Si tu capacidad de analisis es la que demuestras en este foro, no me sorprende que aun estes programando en RPG.
el burro hablando de orejas :| en todo caso por ahora Perú no tiene la capacidad de soportar la carga que vendría de Brasil y el megapuerto quedo en nada, si tienen un proyecto hecho para modernizar su infraestructura hay mas posibilidad, pero por ahora la salida mas obvia es la carretera que atraviesa Bolivia(la cual ya esta completa), y los futuros túneles que atravesaran la cordillera chilena que unirán a argentina y Chile (los cuales ya están en la fase de planeamiento)
Pero que tiene que ver todo esto con la novela.. digo, con el programa FX2??
Volvamos al tema por favor.. y esperemos que la nueva presidenta pise pronto el acelerador.
salu2
Pero que tiene que ver todo esto con la novela.. digo, con el programa FX2??
Volvamos al tema por favor.. y esperemos que la nueva presidenta pise pronto el acelerador.
salu2
NO SE...PREGUNTALE A ROOKIE...ya que segun sus profecias..el FX_2 Brazil lo necesita para derrotar Chile...ya que segun él, a Peru lo va a absorver, para asi tener salida al pacifico por la super carretera Brazil -Peru....y usar el HIPERMEGAPUERTO de Callao...
saludos
Como siempre demuestras falta total de conocimiento sobre lo que pretendes opinar. Primero busca en Google y luego comparamos.
Ya Ghandi te dijo que "ahora"!="mañana".
El unico detalle es que eso se esta planeando desde ya. Si tu capacidad de analisis es la que demuestras en este foro, no me sorprende que aun estes programando en RPG.
ya, si tu unica DEFENSA es mezclar Peras con Manzanas...alla tu...
y por lo demas no veo relacion entre capacidad de analisis y un lenguaje de programacion...serias capaz de aclarar dicha PACHOTADA ???....
Alexm29
23-Jan-2011, 03:53
Hola muchachos... solo dos apreciaciones, primero un pequeño comentario al off topic.. brasil ya esta construyendo carreteras conjuntamente con Peru.
El otro punto es que por mas que el su-35 sea el mejor de los aviones concursantes no va a poder ganar la licitacion por la sencilla razon de que la transferencia tecnologica va a ser muy pequeña.
Debieron quedarse con el Rafale y explotar mejor la relacion con Francia
THE_ROOKIE
23-Jan-2011, 08:55
NO SE...PREGUNTALE A ROOKIE...ya que segun sus profecias..el FX_2 Brazil lo necesita para derrotar Chile...ya que segun él, a Peru lo va a absorver, para asi tener salida al pacifico por la super carretera Brazil -Peru....y usar el HIPERMEGAPUERTO de Callao...
saludos
Primero aprende a utilizar el idioma de Cervantes correctamente y luego a entenderlo pasablemente. Brasil no tiene por que derrotar a Chile, ni ahora ni en el futuro.
Lee bien mi post y si puedes entiendelo y luego ponte a comentar de algo que a todas luces no entiendes.
Primero aprende a utilizar el idioma de Cervantes correctamente y luego a entenderlo pasablemente. Brasil no tiene por que derrotar a Chile, ni ahora ni en el futuro.
Lee bien mi post y si puedes entiendelo y luego ponte a comentar de algo que a todas luces no entiendes.
y de las respuestas que te pide...hasta cuando te sigues corriendo ???:mrgreen:
THE_ROOKIE
23-Jan-2011, 18:00
y de las respuestas que te pide...hasta cuando te sigues corriendo ???:mrgreen:
No se puede responder lo que no tiene sentido.
Regresa, lee de nuevo, asimila, entiende... y luego preguntate si tu "pregunta" es valida.
Arquitecto
24-Jan-2011, 17:25
F-35 Fab?
A escolha do novo caça de tecnologia avançada da Força Aérea, o processo F-X2, deve ser decidido até julho, tem dito o ministro da Defesa, Nelson Jobim. A decisão está na agenda de 2011 da presidente Dilma.
O Planalto considera três hipóteses para o contrato, que prevê a compra inicial de 36 caças, podendo chegar a 120 até 2027: manter a F-X2 como está, adiar a decisão por um ano ou, em ação radical, encerrar essa operação e abrir outra imediatamente, uma espécie de F-X3 de prazo curto, única forma de admitir novos participantes.
A medida, todavia, traria desgaste diplomático. A seleção já dura 15 anos. Os três concorrentes são patrocinados por seus governos e têm investido pesado em estruturas locais de acompanhamento e de informação. O cientista social Gunther Rudzit, especialista em relações internacionais, alerta: "A imagem do Brasil será arranhada - e a postura da nossa diplomacia será questionada, afetando a aura de eficiência e profissionalismo que o Itamaraty sempre teve".
Novos aviões. A entrada de outros competidores foi bem recebida no mercado especializado. A americana Lockheed-Martin não esconde a disposição de levar à mesa de negociações o F-35 Lightning, o mais avançado caça de múltiplo emprego em produção regular no mundo.
Será o próximo avião principal dos EUA, com versões para a força aérea e a aviação naval. Construído com materiais e recursos eletrônicos stealth, para escapar da detecção por radar ou sensores laser, é tão moderno que só começa a ser entregue em 2016. É caro, mas o preço está em queda: começou em US$ 89 milhões cada e chegará a US$ 73 milhões, resultado da fabricação em larga escala - 2.376 unidades vendidas para EUA, Austrália, Canadá, Itália, Dinamarca, Holanda, Noruega, Israel, Turquia e Grã-Bretanha. Outra vez, a dificuldade será a transferência de tecnologia.
Há outros pretendentes na F-X2. A Rússia, com o Su-35 e futuro Su-50. E a União Europeia, por meio do Typhoon Eurofighter. A proposta de menor valor é a da sueca Saab, que oferece o Gripen NG, em desenvolvimento, por US$ 4 bilhões. O mais caro e o preferido da Defesa - e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - é o francês Rafale, avaliado em cerca de R$ 6 bilhões. Entre um e outro está o americano F-18 Super Hornet.
O governo condiciona a compra à transferência de tecnologia em todas as áreas. É aí que as negociações ficam diferentes. Os franceses oferecem acesso irrestrito ao conhecimento pretendido. Os suecos convidam os especialistas militares e a indústria Aeronáutica a uma parceria ampla. Os americanos esbarram na complexa legislação do setor e no poder do Congresso para vetar o atendimento às exigências.
Os acertos entre o então presidente Lula e seu colega francês, Nicolas Sarkozy, eram fáceis em abril de 2010. No dia 22, Lula recebeu um telefonema de Sarkozy, empenhado em garantir a preferência pelo Rafale. Diante de cinco pessoas, Lula convidou-o para passar férias em Fernando de Noronha - e foi convidado a descansar no Vale do Loire. Riram e contaram piadas.
O clima desandou em maio. Lula liderou a proposta ao Irã para troca de urânio. De ambos os lados os convites foram esquecidos. O encontro de trabalho entre os dois, previsto para dezembro, não houve. E a decisão do F-X2 ficou para Dilma Rousseff.
Wolfman
24-Jan-2011, 23:45
Dilma Rouseff puede hacer dos cosas: (a) Comprar un lote menor de aviones entre mediados y finales de año; (b) Cancelar de una buena vez el FX2 y abrir las puertas del FX3 para convertirlo en FX4 al final de su mandato. Ella es conocida por ser una economista dura y el Real brasileño afronta serias amenazas.
Por lo pronto, se rumorea que su merced Nelson Jobim deja el ministerio de Defensa y se va a bordo de un Rafale de embajador a Francia. Entre tanto, la Fuerza Aérea Brasileña está que moderniza todo lo que tiene en inventario: F5 Tigre (su caza más capaz hoy aunque paticorto), AMX, Super Tucanos y hasta el aeroplano de Santos Dumont.
Sin embargo, donde no hay ninguna tela que cortar es con los Mirage 2000 BR, así que en cualquier momento la FAB tendrá que salir a comprar el "stop gap" del "stop gap". Opciones no le faltarán: Mirage 2000-9 EAU, CF18 canadienses, los Gripen en leasing que devolvió la República Checa, incluso los Typhoon tranche 1 o tranche 3 que promocionan Inglaterra, Italia y España. Cada aparato con su alineamiento estratégico respectivo.
Por allí sus actuales M2000 terminan en Argentina a precio de ocasión ...
Arquitecto
25-Jan-2011, 18:04
Dilma Rouseff puede hacer dos cosas: (a) Comprar un lote menor de aviones entre mediados y finales de año; (b) Cancelar de una buena vez el FX2 y abrir las puertas del FX3 para convertirlo en FX4 al final de su mandato. Ella es conocida por ser una economista dura y el Real brasileño afronta serias amenazas.
Por lo pronto, se rumorea que su merced Nelson Jobim deja el ministerio de Defensa y se va a bordo de un Rafale de embajador a Francia. Entre tanto, la Fuerza Aérea Brasileña está que moderniza todo lo que tiene en inventario: F5 Tigre (su caza más capaz hoy aunque paticorto), AMX, Super Tucanos y hasta el aeroplano de Santos Dumont.
Sin embargo, donde no hay ninguna tela que cortar es con los Mirage 2000 BR, así que en cualquier momento la FAB tendrá que salir a comprar el "stop gap" del "stop gap". Opciones no le faltarán: Mirage 2000-9 EAU, CF18 canadienses, los Gripen en leasing que devolvió la República Checa, incluso los Typhoon tranche 1 o tranche 3 que promocionan Inglaterra, Italia y España. Cada aparato con su alineamiento estratégico respectivo.
Por allí sus actuales M2000 terminan en Argentina a precio de ocasión ...
Dudo mucho que los CF-18 esten a la venta, pues los han refurbisheado hasta el 2018, fecha en que deberian entrar los F-35.
Arquitecto
25-Jan-2011, 18:36
Recordando una novela Brasilera que a todos nos cautivo por mucho tiempo.
http://www.youtube.com/watch?v=KKh2oWRWtso&feature=player_embedded#!
Wolfman
25-Jan-2011, 20:25
Dudo mucho que los CF-18 esten a la venta, pues los han refurbisheado hasta el 2018, fecha en que deberian entrar los F-35.
Concuerdo con tu apreciación aunque hace poco tiempo apareció la noticia de que un lote de CF18 habia sido puesto en venta por Canadá para un comprador no determinado (que no era Brasil). Por alli pueden darse las cosas con algo de "viento favorable".
Rousseff tiene en sus manos la justificación que necesita para postergar el programa FX2 en las inundaciones que han azotado el Este de Brasil ultimamente. Aunque los franceses se mantienen optimistas, si ella quisiera "desmarcarse" del fantasma de Lula podría prestar oídos a la voz de los sindicatos, muy influyentes en su Partido de los Trabajadores, que presionan por favorecer a Saab, habida cuenta del inmenso peso industrial que tienen las empresas suecas por allá (Saab, Volvo, Scania, Electrolux ...). Claro que la patente de los motores F414 del Gripen es norteamericana.
En todo caso, los aviones que irían con ventaja, si se busca un segundo "stop gap", serían los Mirage 2000.9. No hace mucho que Jobim estuvo de visita por Qatar y EAU, siendo además una plataforma que la FAB ya posee. No ha trascendido nada pero ... quien sabe. Esta compra facilitaría la venta del Rafale a EAU. Se lograría una jugada de billar a tres bandas donde todos ganan.
Los F18 de la US.Navy y ARMAC están demasiado carreteados para valer la pena. Sin embargo, hay una cosa interesante, incluso para nosotros: Mc Cain habló sobre la posibilidad de que en un futuro cercano la US. Navy y la ARMAC utilicen combustibles bio-ecológicos para propulsar a sus nuevos Super Hornet. Cosa que abre posibilidades de cooperación inmensas para Brasil que es líder en este campo (y de paso para nosotros que tenemos un gran potencial azucarero para producir bio-combustibles y bajar nuestros costos por hora de vuelo si acompañamos esa innovación).
¿Algún alcance sobre el particular Arquitecto? Me imagino unos cuantos F18 E/F de la FAP volando patrocinados por el Grupo Oviedo, jajaja. :lol:
Arquitecto
25-Jan-2011, 22:48
Concuerdo con tu apreciación aunque hace poco tiempo apareció la noticia de que un lote de CF18 habia sido puesto en venta por Canadá para un comprador no determinado (que no era Brasil). Por alli pueden darse las cosas con algo de "viento favorable".
Rousseff tiene en sus manos la justificación que necesita para postergar el programa FX2 en las inundaciones que han azotado el Este de Brasil ultimamente. Aunque los franceses se mantienen optimistas, si ella quisiera "desmarcarse" del fantasma de Lula podría prestar oídos a la voz de los sindicatos, muy influyentes en su Partido de los Trabajadores, que presionan por favorecer a Saab, habida cuenta del inmenso peso industrial que tienen las empresas suecas por allá (Saab, Volvo, Scania, Electrolux ...). Claro que la patente de los motores F414 del Gripen es norteamericana.
En todo caso, los aviones que irían con ventaja, si se busca un segundo "stop gap", serían los Mirage 2000.9. No hace mucho que Jobim estuvo de visita por Qatar y EAU, siendo además una plataforma que la FAB ya posee. No ha trascendido nada pero ... quien sabe. Esta compra facilitaría la venta del Rafale a EAU. Se lograría una jugada de billar a tres bandas donde todos ganan.
Los F18 de la US.Navy y ARMAC están demasiado carreteados para valer la pena. Sin embargo, hay una cosa interesante, incluso para nosotros: Mc Cain habló sobre la posibilidad de que en un futuro cercano la US. Navy y la ARMAC utilicen combustibles bio-ecológicos para propulsar a sus nuevos Super Hornet. Cosa que abre posibilidades de cooperación inmensas para Brasil que es líder en este campo (y de paso para nosotros que tenemos un gran potencial azucarero para producir bio-combustibles y bajar nuestros costos por hora de vuelo si acompañamos esa innovación).
¿Algún alcance sobre el particular Arquitecto? Me imagino unos cuantos F18 E/F de la FAP volando patrocinados por el Grupo Oviedo, jajaja. :lol:
Al green Hornet le veo un inconveniente aunque pueda ser que me equivoque.
Los portaaviones de la USNavy que circulan alrededor del globo son abastecidos casi a diario de combustible para sus aviones, pues estos estan todo el tiempo volando.
Es mas facil obtener ese combustible de refinerias cercanas en las areas de influencia que estar llevando el biocombustible de laboratorios especializados desde USA. En todo caso, las pruebas eran de 50/50 biocombustible y combustible tradicional.
A propositok, el etanol de caña no tiene nada que ver sino esta planta llamada Camelina.
http://www.treehugger.com/camelina-photo-000000001.jpg
Aparentemente con esa mezcla volo perfectamente
http://www.youtube.com/watch?v=-GYfBCUBFvY
Al parecer el Ethanol fue un fiasco.
Sobre la propuesta de venta de CF18, "desconozco mayormente" como decia el Ingeniero. Podrias poner el link?
Gracias
Wolfman
26-Jan-2011, 00:45
Boeing CF-18 Hornet (military designation: CF-188) is a multi-role combat aircraft designed and manufactured by McDonnell Douglas which is currently part of Boeing Integrated and Defence System (BIDS), US. The aircraft was built for the Canadian Force and is based on its predecessor F/A 18 Hornet.
The aircraft can be utilised for air defence, air superiority, tactical support, training, aerobatic examination and aerospace testing and evaluation.
The Canadian Forces initially acquired 128 CF-18 Hornets of which 25 were lost in accidents and 43 were sold to an undisclosed customer. The fleet is expected to be retired from service between 2017 and 2020.
The US Navy awarded an $8m contract to Precision Air Systems of Ultra Electronics in February 2010 to supply High Pressure Pure Air Generators (HiPPAG) under Foreign Military Sale (FMS), for deploying in the Canadian CF-18 aircraft. HiPPAG is a rough and small compressor system.
The Canadian Forces awarded a $273m contract to Harris Corporation in October 2010 to repair, overhaul and modernise CF-18 Hornet's avionics system as part of the Avionics Optimised Weapon System Support (OWSS) programme. The contract will last for six years with an option to extend for another three years.
Nota completa: http://www.airforce-technology.com/projects/boeingcf18hornetmult/
Mencionan una venta pasada (were sold). Por allí el dato es inexacto o la venta se frustró, vaya a saber, no he seguido la noticia y no abundan las referencias. Quedarían unos 60 CF18 Hornet a ser modernizados en espera de ser sustituídos por el F35 para los años 2017/2020. No creo que hayan sido almacenados para "spare" pues los repuestos para el Hornet aún abundan. Finalmente, me llama la atención el gran número de aviones perdidos en accidentes. :roll:
Por otro lado, Arquitecto ¿podrías explicarnos algo más respecto a la diferencia entre el etanol producido a partir de esa planta y el etanol de caña? Tengo entendido que los americanos producen etanol de trigo y maíz, pero con un rendimiento pobre frente a la producción de etanol de caña. Brasil lidera esta tecnología. El tema logístico es algo que los americanos solucionan fácilmente si lo necesitan. :?:
Gracias de antemano.
Wolfman
26-Jan-2011, 00:47
Boeing CF-18 Hornet (military designation: CF-18 ) is a multi-role combat aircraft designed and manufactured by McDonnell Douglas which is currently part of Boeing Integrated and Defence System (BIDS), US. The aircraft was built for the Canadian Force and is based on its predecessor F/A 18 Hornet.
The aircraft can be utilised for air defence, air superiority, tactical support, training, aerobatic examination and aerospace testing and evaluation.
The Canadian Forces initially acquired 128 CF-18 Hornets of which 25 were lost in accidents and 43 were sold to an undisclosed customer. The fleet is expected to be retired from service between 2017 and 2020.
The US Navy awarded an $8m contract to Precision Air Systems of Ultra Electronics in February 2010 to supply High Pressure Pure Air Generators (HiPPAG) under Foreign Military Sale (FMS), for deploying in the Canadian CF-18 aircraft. HiPPAG is a rough and small compressor system.
The Canadian Forces awarded a $273m contract to Harris Corporation in October 2010 to repair, overhaul and modernise CF-18 Hornet's avionics system as part of the Avionics Optimised Weapon System Support (OWSS) programme. The contract will last for six years with an option to extend for another three years.
Nota completa: http://www.airforce-technology.com/projects/boeingcf18hornetmult/
Mencionan una venta efectuada (were sold). Por allí el dato es inexacto o la venta se frustró, vaya a saber, no he seguido la noticia y no abundan las referencias. Quedarían unos 60 CF18 Hornet a ser modernizados en espera de ser sustituídos por el F35 para los años 2017/2020. No creo que hayan sido almacenados para "spare" pues los repuestos para el Hornet aún abundan. Finalmente, me llama la atención el gran número de aviones perdidos en accidentes. :roll:
Por otro lado, Arquitecto ¿podrías explicarnos algo más respecto a la diferencia entre el etanol producido a partir de esa planta y el etanol de caña? Tengo entendido que los americanos producen etanol de trigo y maíz, pero con un rendimiento pobre frente a la producción de etanol de caña. Brasil lidera esta tecnología. El tema logístico es algo que los americanos solucionan fácilmente si lo necesitan. :?:
Gracias de antemano.
Arquitecto
26-Jan-2011, 09:49
Mencionan una venta efectuada (were sold). Por allí el dato es inexacto o la venta se frustró, vaya a saber, no he seguido la noticia y no abundan las referencias. Quedarían unos 60 CF18 Hornet a ser modernizados en espera de ser sustituídos por el F35 para los años 2017/2020. No creo que hayan sido almacenados para "spare" pues los repuestos para el Hornet aún abundan. Finalmente, me llama la atención el gran número de aviones perdidos en accidentes. :roll:
Por otro lado, Arquitecto ¿podrías explicarnos algo más respecto a la diferencia entre el etanol producido a partir de esa planta y el etanol de caña? Tengo entendido que los americanos producen etanol de trigo y maíz, pero con un rendimiento pobre frente a la producción de etanol de caña. Brasil lidera esta tecnología. El tema logístico es algo que los americanos solucionan fácilmente si lo necesitan. :?:
Gracias de antemano.
Tengo la ligera sospecha que sin querer haz combinado una serie de noticias relacionadas. Se repotenciaron 65 CF/A-18 para mantenerlos hasta que lleguen los F-35. El resto tengo entendido que ya no dan para mas porque aqui les dan mas duro que a sarten de chifa.
Sobre los que se perdieron, si pues, eso pasa cuando les exiges tanto.
En relacion a los CF/A-18 ,aqui un general dijo... a un clip solo lo puedes doblar un numero limitado de veces hasta que se rompe, lo mismo pasa con los aviones de combate.
Arquitecto
26-Jan-2011, 12:24
Sobre el ethanol de caña o de maiz, no hay mucho que decir, el de cqña es superior. Lo que pasa es que en USA y Canada las praderas producen suficiente maiz para alimentar 3 veces al planeta, pero prefieren hacer combustible, pop corn, tostitos, doritos etc, etc que es mas rentable.
Por eso la crisis alimentaria a nivel mundial, porque disparan el precio del grano.
el problema del FX-????? es su evolución....ya que no me cuadra que en un proceso de selección de un AVIÓN DE COMBATE se evalué quien ofrece mas tecnologia para hacer SUBMARINOS, AVIONES,BARCOS,Centrales NUCLEARES, RADIOS Y TELEVISORES; ademas de descuentos para perfumes y bebidas ...:roll::roll:
arthurium
26-Jan-2011, 14:35
el problema del FX-????? es su evolución....ya que no me cuadra que en un proceso de selección de un AVIÓN DE COMBATE se evalué quien ofrece mas tecnologia para hacer SUBMARINOS, AVIONES,BARCOS,Centrales NUCLEARES, RADIOS Y TELEVISORES; ademas de descuentos para perfumes y bebidas ...:roll::roll:
Al principio parece no ser razonable... pero si te ubicas a nivel de largo plazo con una politica exterior y de defensa interconectadas empezaras a verle la logica. Como pais les resultaria mas beneficioso aunque en el rubro específico de aviones de combate parezca no serlo tanto.
Al principio parece no ser razonable... pero si te ubicas a nivel de largo plazo con una politica exterior y de defensa interconectadas empezaras a verle la logica. Como pais les resultaria mas beneficioso aunque en el rubro específico de aviones de combate parezca no serlo tanto.
a eso voy, o diseñas un plan ESTRATÉGICO DE DESARROLLO MILITAR..y dices claramente "miren queremos construir DE TODO con tecnología transferida y crear una alianza económico industrial"....pero si estas EVALUANDO la compra de un AVION... dedícate SOLO A negociar la mejor opción para ese AVIÓN...por eso no le veo futuro al proyecto FX-?????; mezclaron proyectos de distintos intereses, alcance y complejidad.
es como el chiste de Coco legrand del tipo que va a comprar una toalla higiénica y sale comprando una camioneta y un yate.
THE_ROOKIE
26-Jan-2011, 18:25
Brasil sabe lo que hace. No todo el mundo se rige alrededor de Chile.
Brasil sabe lo que hace.
Aparentemente en la eleccion de su nuevo caza NO saben lo que hacen. Saludos.
HernanSCL
27-Jan-2011, 13:13
BRASIL EVALUA A TRES EMPRESAS PARA LA COMPRA DE AVIONES DE COMBATE
Categoria: Aviacion - 27-01-2011 07:50
http://www.espejoaeronautico.com/img/news/8701.jpg
El ministro de Defensa, Nelson Jobim, aseguró hoy que el proceso de compra de aviones para la Fuerza Aérea Brasileña (FAB) está entre la estadounidense Boeing, la francesa Dassault y la sueca Saab. Los rusos habían sido descalificados tiempo atrás, al inicio de la licitación. Seguirán en el proceso la estadounidense Boeing, la francesa Dassault y la sueca Saab, dijo el ministro. Jobim consideró que los rumores sobre la participación de nuevas empresas en la elección del nuevo avión de combate para las FAB, así como sobre algún deterioro de las relaciones entre Brasil y Francia, se originan entre las filas de "lobbistas" de empresas del sector. No hay nada de eso. Existe todo un, digamos, exceso de ruido al respecto. Y es claro que ese ruido está siendo creado por los 'lobbies' de empresas no participantes, que querrían entrar al proceso de elección. Pero eso no va a ocurrir, aseguró. Los rumores en torno a un viraje en la adquisición de aviones militares se originaron en la decisión de la presidenta Dilma Rousseff de volver a estudiar los informes técnicos sobre los tres modelos en disputa. Al final de su mandato, el presidente Luiz Inácio Lula da Silva señaló que el mejor era el caza Rafale, fabricado por la francesa Dassault, pero que la decisión sería tomada por su sucesora. El ministro Jobim argumentó que la compra del equipo se retrasó debido a la catástrofe provocada por las lluvias en Río de Janeiro, Sao Paulo, Minas Gerais y Santa Catarina, con más de 800 muertos.
http://www.espejoaeronautico.com/index.php?scp=news&id=8701
Saludos
Y la novela continua..
Al final. me tinka que se iran por mas M2k.. con estandar -5 o -9 inclusive, con tal de asegurar transferencia de tecnologia francesa para su sueño brasileño (el sub nuke)..
decepciona2 salu2
Y la novela continua..
Al final. me tinka que se iran por mas M2k.. con estandar -5 o -9 inclusive, con tal de asegurar transferencia de tecnologia francesa para su sueño brasileño (el sub nuke)..
decepciona2 salu2
Y de que serviria la supremacia en el mar a traves de submarinos, si no va acompanada de la supremacia aerea?
THE_ROOKIE
27-Jan-2011, 19:38
Aparentemente en la eleccion de su nuevo caza NO saben lo que hacen. Saludos.
Segun quien? Tu? Por favor, la arrogancia a otro sitio.
THE_ROOKIE
27-Jan-2011, 19:41
Y de que serviria la supremacia en el mar a traves de submarinos, si no va acompanada de la supremacia aerea?
En primer lugar, a quien tendrian que enfrentar en el mar:
US Navy?
Royal Navy?
Armadas de cualquier pais africano frente a sus costas?
El componente naval es solo un elemento que ellos consideran. Por eso su persistencia en tener un ala embarcada. El FX(x) les dara sinergia en ese esfuerzo.
En primer lugar, a quien tendrian que enfrentar en el mar:
US Navy?
Royal Navy?
Armadas de cualquier pais africano frente a sus costas?
El componente naval es solo un elemento que ellos consideran. Por eso su persistencia en tener un ala embarcada. El FX(x) les dara sinergia en ese esfuerzo.
A ver. Brasil considera como una hipotesis de conflicto no sus vecinos, ni otras naciones africanas, sino la posibilidad que una potencia o potencias trate de tomar control de sus recursos naturales. Para ello debe, y lo esta haciendo, tener unas FFAA capaces de derrotar o mantener a raya a un posible adversario en el mar y el aire. La supremacia aerea es clave para lograr ese objetivo.
THE_ROOKIE
28-Jan-2011, 02:11
A ver. Brasil considera como una hipotesis de conflicto no sus vecinos, ni otras naciones africanas, sino la posibilidad que una potencia o potencias trate de tomar control de sus recursos naturales. Para ello debe, y lo esta haciendo, tener unas FFAA capaces de derrotar o mantener a raya a un posible adversario en el mar y el aire. La supremacia aerea es clave para lograr ese objetivo.
Equivocado. Para el escenario Brasileño eso no es asi.
Si una potencia trata de llegar e invadir Brasil, por donde llegan? La respuesta es que llegan ó por el mar ó por tierra. Nadie en su sano juicio plantearia una operacion aero-transportada para invadir al Brasil por diversos motivos tacticos y estrategicos.
Siendo que Brasil jugaria el role de defensor en este juego, que alternativas existen?
Si la invasion se da por el mar:
* La superioridad aerea OFENSIVA es requerida para destruir los puntos claves de la defensa Brasilena.
* La superioridad aerea OFENSIVA se daria con un cuerpo aereo embarcado ó apostado en bases dentro del radio de accion.
* La superioridad aerea DEFENSIVA ayuda pero no es clave para detener un flota de invasion. Lease Malvinas y todas las campañas aeronavales para referencia.
Por mas que Brasil sea lo que es, no puede competir de igual a igual contra la aviacion de una potencia moderna actual. Digamos que la potencia agresora es USA solo para comparar.
Puede la FAB competir de igual a igual en vocacion ofensiva contra un air task force de USA? La respuesta es obvia. No.
Sin embargo, puede la Marina Brasileña tener similar vocacion ofensiva? Potencialmente si, quizas no con unidades de superficie PERO SI con submarinos nucleares. La amenaza real para un carrier task force no son los aviones enemigos sino un par de subs sumergidos.
Que significaria eso? Que Brasil tiene mas chances de defenderse en el mar, obligando a la flota invasora a situarse mas lejos de sus costas, haciendoles dificil la logistica y planeacion de operaciones aereas y desmejorando sus posibilidades ofensivas.
Si la invasion se da por tierra:
La superioridad aerea FAB tendria mas razon en este escenario. Sin embargo, cual es la posibilidad de dicha accion? Cuantos paises intermedios deberian invadirse? Cuan facil/dificil seria qebrar la logistica de soporte del invasor?
Los Brasilenos saben lo que hacen.
Conqueror
28-Jan-2011, 10:36
Brasil sabe lo que hace. No todo el mundo se rige alrededor de Chile.
Porque si así lo hicieran, estarían bastante mejor de lo que están.
Arquitecto
28-Jan-2011, 11:45
Fue el senador Carl Vinson quien dijo que no habia nada mas caro que unas fuerzas armadas baratas?
Cuantos problemas se ahorraria Brasil si desarrollara unas cuantas Nukes. Se ahorrarian mucho dinero, pues bastan y sobran para desanimar a cualquier Bush o Tacher.
arthurium
28-Jan-2011, 14:39
a eso voy, o diseñas un plan ESTRATÉGICO DE DESARROLLO MILITAR..y dices claramente "miren queremos construir DE TODO con tecnología transferida y crear una alianza económico industrial"....pero si estas EVALUANDO la compra de un AVION... dedícate SOLO A negociar la mejor opción para ese AVIÓN...por eso no le veo futuro al proyecto FX-?????; mezclaron proyectos de distintos intereses, alcance y complejidad.
es como el chiste de Coco legrand del tipo que va a comprar una toalla higiénica y sale comprando una camioneta y un yate.
jajaja, no conocia el chiste.
Yo creo que lo que no se hace publico es el programa general (quiza para no sucitar suspicacias) pero me parece mas probable que la eleccion del rafaele (si ocurre) se deba a intereses mas generales (transferencias de tec.) que a la necesidad especifica del caza mismo. Ademas el rafaele no es un mal caza, asi que puden hacer esa jugada con multiples propositos
arthurium
28-Jan-2011, 14:43
Y de que serviria la supremacia en el mar a traves de submarinos, si no va acompanada de la supremacia aerea?
... bueeeenoo... imagina a Argentina con unos cuantos "subs nuke" durante la guerra de las malvinas... el escenario cambia muchisimo.
No es necesario ser el mas fuerte... solo lo suficiente para que desanimes a un potencial "agresor racional" (si es que eso existe en la realidad)
Ademas, seguro ya potenciaran a su fuerza aerea embarcada en sus portaaviones en algun momento .
arthurium
28-Jan-2011, 15:21
Equivocado. Para el escenario Brasileño eso no es asi.
Si una potencia trata de llegar e invadir Brasil, por donde llegan? La respuesta es que llegan ó por el mar ó por tierra. Nadie en su sano juicio plantearia una operacion aero-transportada para invadir al Brasil por diversos motivos tacticos y estrategicos.
Siendo que Brasil jugaria el role de defensor en este juego, que alternativas existen?
Si la invasion se da por el mar:
* La superioridad aerea OFENSIVA es requerida para destruir los puntos claves de la defensa Brasilena.
* La superioridad aerea OFENSIVA se daria con un cuerpo aereo embarcado ó apostado en bases dentro del radio de accion.
* La superioridad aerea DEFENSIVA ayuda pero no es clave para detener un flota de invasion. Lease Malvinas y todas las campañas aeronavales para referencia.
Por mas que Brasil sea lo que es, no puede competir de igual a igual contra la aviacion de una potencia moderna actual. Digamos que la potencia agresora es USA solo para comparar.
Puede la FAB competir de igual a igual en vocacion ofensiva contra un air task force de USA? La respuesta es obvia. No.
Sin embargo, puede la Marina Brasileña tener similar vocacion ofensiva? Potencialmente si, quizas no con unidades de superficie PERO SI con submarinos nucleares. La amenaza real para un carrier task force no son los aviones enemigos sino un par de subs sumergidos.
Que significaria eso? Que Brasil tiene mas chances de defenderse en el mar, obligando a la flota invasora a situarse mas lejos de sus costas, haciendoles dificil la logistica y planeacion de operaciones aereas y desmejorando sus posibilidades ofensivas.
Si la invasion se da por tierra:
La superioridad aerea FAB tendria mas razon en este escenario. Sin embargo, cual es la posibilidad de dicha accion? Cuantos paises intermedios deberian invadirse? Cuan facil/dificil seria qebrar la logistica de soporte del invasor?
Los Brasilenos saben lo que hacen.
Me quedo con el planteamiento de rookie. Es mas eficiente concentrar esfuerzos defensivos donde pueden ser mas efectivos. Un task force tendrá problemas doblegando los subs nuke. Pero creo que la principal disuación de Brasil debe ser la capacidad de defenderse en profundidad (en tierra) En este caso la movilización de reservas y la capacidad de controlar amplias areas de su territorio es fundamental.
THE_ROOKIE
29-Jan-2011, 21:04
Porque si así lo hicieran, estarían bastante mejor de lo que están.
La arrogancia a otro sitio por favor.
arthurium
31-Jan-2011, 12:47
Fue el senador Carl Vinson quien dijo que no habia nada mas caro que unas fuerzas armadas baratas?
Cuantos problemas se ahorraria Brasil si desarrollara unas cuantas Nukes. Se ahorrarian mucho dinero, pues bastan y sobran para desanimar a cualquier Bush o Tacher.
Arquitecto:
Es cierto lo que dijo Carl Vinson. Pero respecto a que Brasil materialice nukes en su arcenal, podria complicar sus actuales planes de transferencia tecnologica... me parece que seria prematuro.
blackenedaemos
31-Jan-2011, 14:17
y también de que les serviría tener nukes... aparte de arruinar su imagen internacional, tal vez boicotear su transferencia tecnológica, actualmente Brasil no necesita nukes, no tiene ningún país "antagonista"(entiéndase USA v/s Rusia etc) y cualquiera de los países que puede tener problemas... no tienen suficiente armamento siquiera para considerarse amenaza
arthurium
31-Jan-2011, 14:23
y también de que les serviría tener nukes... aparte de arruinar su imagen internacional, tal vez boicotear su transferencia tecnológica, actualmente Brasil no necesita nukes, no tiene ningún país "antagonista"(entiéndase USA v/s Rusia etc) y cualquiera de los países que puede tener problemas... no tienen suficiente armamento siquiera para considerarse amenaza
... si pues... a eso me referia. Al menos por ahora. En 15-20 años... quiza ese tipo de disuación ya sea necesaria. Tampoco es que un ataque de naciones del 1er mundo contra Brasil sea inminente.
77chile
01-Feb-2011, 09:15
... si pues... a eso me referia. Al menos por ahora. En 15-20 años... quiza ese tipo de disuación ya sea necesaria. Tampoco es que un ataque de naciones del 1er mundo contra Brasil sea inminente.
Hay que entender el tema brasileño desde otro punto de vista, no va por hipotesis de conflictos a mediano o corto plazo.
Todo pais que aspira (segun mi opinion solo quedaran en las aspiraciones) a ser desarrollado y mas, potencia mundial, necesita de su diplomacia y las ff.aa. dene entenderse como la extención de estas.
Ahora la pregunta (sobre las nukes) es hasta que punto brasil quiere extender su capacidad para influir mediante sus ff.aa. ¿?, no significa que las usaran, simplemente que el hecho de tnerlas los "sube de pelos".
Segun mi mas humilde opinion, a brasil le falta y mucho todavia para ser potencia, esto por la contradiccion de todo pais muy grande, en el interior todavia se pueden observar lugares en donde la esclavitud existe y en las costas existen hoteles e infraestructura suficiente y de primer orden, me explico?.
El desarrollo de un pais llega a una etapa primaria cuando todos los ciudadanos tienen derechos minimos y "Sabidos", mientras que el estado se encarga de resguardarlos, pero con tan extremas diferencias no veo posible el desarrollo sustentable desde el punto de vista social.
Y el desarrollo social actualmente es tan o mas importante que el economico.
En definitiva, brasil no se sustenta por si solo, en cambio si existen sectores industriales con enormes desarrollo v/s sectores sociales con total falta de garantia alguna.
arthurium
01-Feb-2011, 10:51
Hay que entender el tema brasileño desde otro punto de vista, no va por hipotesis de conflictos a mediano o corto plazo.
Todo pais que aspira (segun mi opinion solo quedaran en las aspiraciones) a ser desarrollado y mas, potencia mundial, necesita de su diplomacia y las ff.aa. dene entenderse como la extención de estas.
Ahora la pregunta (sobre las nukes) es hasta que punto brasil quiere extender su capacidad para influir mediante sus ff.aa. ¿?, no significa que las usaran, simplemente que el hecho de tnerlas los "sube de pelos".
Segun mi mas humilde opinion, a brasil le falta y mucho todavia para ser potencia, esto por la contradiccion de todo pais muy grande, en el interior todavia se pueden observar lugares en donde la esclavitud existe y en las costas existen hoteles e infraestructura suficiente y de primer orden, me explico?.
El desarrollo de un pais llega a una etapa primaria cuando todos los ciudadanos tienen derechos minimos y "Sabidos", mientras que el estado se encarga de resguardarlos, pero con tan extremas diferencias no veo posible el desarrollo sustentable desde el punto de vista social.
Y el desarrollo social actualmente es tan o mas importante que el economico.
En definitiva, brasil no se sustenta por si solo, en cambio si existen sectores industriales con enormes desarrollo v/s sectores sociales con total falta de garantia alguna.
En mi aun mas humilde... casi pauperrima opinion... creo que Brasil, sin renunciar a ser algun dia potencia, esta mas interesado en tener la capacidad disuasiva suficiente para "tachar" ese tema de su agenda de seguridad y dedicarse a corregir lo que dices (las diferencias sociales)
Por otra parte, Brasil parece proyectarse con mucha fuerza a través de su excelente diplomacia que con el empleo del garrote. Cambiara en el futuro? como saberlo, pero de momento le funciona...
77chile
01-Feb-2011, 11:48
En mi aun mas humilde... casi pauperrima opinion... creo que Brasil, sin renunciar a ser algun dia potencia, esta mas interesado en tener la capacidad disuasiva suficiente para "tachar" ese tema de su agenda de seguridad y dedicarse a corregir lo que dices (las diferencias sociales)
Por otra parte, Brasil parece proyectarse con mucha fuerza a través de su excelente diplomacia que con el empleo del garrote. Cambiara en el futuro? como saberlo, pero de momento le funciona...
Para mi Brasil es y seguira siendo el eterno gigante dormido, si nos fijamos bien en ningun momento ha hecho pesar oo a actuado utilizando su teorico poder en la region, solo demostraciones de buena intención politica, pero en definitiva, nunca han actuado como pais dentro de escenarios complejos que le demanden actuar como potencia desarrollada o en desarrollo.
Esto demuestra que solo son un pais muy grande con mucho potencial pero poca o nula capacidad como potencia emergente.
Una potencia ubiese apaciguado sin mayores problemas las diferencias por la papelera en en rio de la plata.
ubiese calmado hace mucho a chavez.
y podria estar actuando en algun conflicto armado a nivel mundial, como cascos azules de la ONU, y como demostración de su diplomacia tan aplaudida pero sin sentido alguno.
en terminos economicos, brasil si bien concentra enormes, enormes cantidades de inversion y un desarrollo del porte del propio pais, todavia mantiene niveles -africanos- de pobreza extrema.
Son muy fuertes en el area industrial como subsidiarias de transnacionales, pero desarrollos propios no tienen en gran numero ni calidad.
Arquitecto
01-Feb-2011, 14:40
Esta como el chiste de los politicos Brasileros, que dicen...
"Brasil es el pais del futuro, y lo sera por siempre...."
THE_ROOKIE
01-Feb-2011, 19:06
Hay que entender el tema brasileño desde otro punto de vista, no va por hipotesis de conflictos a mediano o corto plazo.
Todo pais que aspira (segun mi opinion solo quedaran en las aspiraciones) a ser desarrollado y mas, potencia mundial, necesita de su diplomacia y las ff.aa. dene entenderse como la extención de estas.
Ahora la pregunta (sobre las nukes) es hasta que punto brasil quiere extender su capacidad para influir mediante sus ff.aa. ¿?, no significa que las usaran, simplemente que el hecho de tnerlas los "sube de pelos".
Segun mi mas humilde opinion, a brasil le falta y mucho todavia para ser potencia, esto por la contradiccion de todo pais muy grande, en el interior todavia se pueden observar lugares en donde la esclavitud existe y en las costas existen hoteles e infraestructura suficiente y de primer orden, me explico?.
El desarrollo de un pais llega a una etapa primaria cuando todos los ciudadanos tienen derechos minimos y "Sabidos", mientras que el estado se encarga de resguardarlos, pero con tan extremas diferencias no veo posible el desarrollo sustentable desde el punto de vista social.
Y el desarrollo social actualmente es tan o mas importante que el economico.
En definitiva, brasil no se sustenta por si solo, en cambio si existen sectores industriales con enormes desarrollo v/s sectores sociales con total falta de garantia alguna.
En que parte del Brasil existe esclavitud?
COMANCHE
06-Feb-2011, 19:35
Embraer considerado como socio prioritario para el nuevo caza FX de Turquía
El nuevo avión debería estar listo en 2020
(Infodefensa.com) Brasilia – La empresa brasileña Embraer está siendo considerada como potencial socio prioritario para el programa de diseño y desarrollo del nuevo caza de combate de quinta generación de Turquía, junto a otras compañías de Corea del Sur e Italia, afirmaron fuentes conocedoras del Programa FX.
El Gobierno turco ha designado a la empresa Turkish Aerospace Industries (TAI) la responsabilidad de la concepción del programa industrial y le ha concedido un presupuesto de 20 millones de dólares para confeccionar “un diseño conceptual” del avión de combate que debería estar listo a partir de 2020.
“Esperamos que TAI inicie negociaciones con Embraer y la italiana Alenia Aeronautica a finales de este año y en 2012 sabremos quién será elegido”, afirmaron las fuentes bien informadas, según publicó la revista Defensa News. Anteriormente, la Fuerza Aérea turca también había mostrado interés en Corea del Sur.
Gonul rechaza el Eurofighter
En diciembre pasado, el ministro de Defensa de Turquía, Vecdi Gonul, reconoció que una de las prioridades del Gobierno es el desarrollo y fabricación de un caza de quinta generación bien en solitario o en cooperación con otro país. El objetivo, según los analistas, es ser independientes en este terreno de Estados Unidos.
En ese momento, Gonul rechazó la consideración para esta adquisición del caza Eurofighter del consorcio europeo EADS, a pesar de que la multinacional todavía considera que podría ser candidato en el caso de la sustitución del F-4.
Gonul reconoció que habían iniciado conversaciones con Corea del Sur en este sentido pero dejó abierta la posibilidad de considerar empresas de otras naciones.
Problemas con la oferta surcoreana
Fuentes oficiales señalaron, sin embargo, que la “opción coreana” ha perdido fuerza por la posición de Seúl de reclamar el control mayoritario del programa que algunos cifra en cerca del 60 % del coste de desarrollo del proyecto, cerca de 4.200 millones de dólares. El proyecto se incorporaría al desarrollo que Corea del Sur lleva a cabo y denominado KF-X, en el que participa ya Indonesia con un 20 por ciento.
La Fuerza Aérea turca opera actualmente cazas de diseño estadounidense F-16 y F-4 y es socio del Proyecto F-35 Joint Strike Fighter Lightning II, liderado por Lockheed Martin y se ha comprometido a adquirir alrededor de 100 F-35 JSF, valuados en aproximadamente 15.000 millones de dólares. Según lo pactado, Turquía recibirá 30 modernos F-16 Bloque 50 por parte de Lockheed Martin hasta que el F-35 entre en servicio, algo que no ocurrirá antes de 2015.
La flota actual de F-4 Phantoms turca, modernizada con la colaboración de Israel, se espera que queden fuera de servicio den 2020.
http://www.infodefensa.com/?noticia=embraer-considerado-como-socio-prioritario-para-el-nuevo-caza-fx-de-turquia
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