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Thread: Arriendo de los F-5TIII a Argentina

  1. #177
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    ¿Vas a postear 30 mil veces esas 2 fotos en cada respuesta?

  2. #178
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    Cuanta sensibilidad por una simple foto del misil.....

    Envidiosos saludos

  3. #179
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    Quote Originally Posted by Fulcrum View Post

    Centinela, yo creo que no nos debería sorprender que la FACh no muestre abiertamente todo su arsenal, no se caracterizan precisamente por la transparencia o apertura de información, ¿o si? Recuerda el caso de los Python 4... Lo cual me parece raro, dónde está el factor disuasivo de no mostrar lo que uno tiene.

    En todo caso, yo creo que sí se trata de un Viper chileno.
    Pues es lo mismo que vengo apuntando, que raro ¿darle misterio al asunto lo hace más poderoso al maverick? no creo, lo que si sirve para aprender más de éstos bichos.

    Saludos.
    "La más grande emoción del pueblo incaico y la visión más genuina del Cuzco Imperial es el estruendo guerrero de los días de preparación militar y la estrepitosa algazara de la entrada de los Incas victoriosos al Cuzco."

  4. #180
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    Bueno aclarado el tema del misil ( excepto para algunos que se quieren matar ) seria bueno saber cuales son sus aspectos tecnicos.


  5. #181
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    Lo que sería bestial es contar con más fotos del evento para ver de qué tipo de Mavericks se trata; con la información a la mano podría hipotetizar que se trata de AGM-65E guiados por láser (por el color gris claro) o bien AGM-65B de guía TV. Me parece que los seekers o bien están cubiertos o los sensores están rotados hacia dentro, no sabría precisarlo.

    Ojalá posteen más fotos.

  6. #182
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    Degan, resolvi postear este artículo abajo, que se trata de una respuesta de un Brigadero de la FAB a un periódico que publicó una matéria hecha por sindicalistas.
    Es entonces una matéria oficial de la FAB:

    Prezado Sr. Editor,

    É surpreendente que um jornal como o Valor Econômico publique uma matéria sob o título “Ainda falta segurança nos vôos, alertam sindicalistas” (08/01) sem buscar as considerações junto ao Comando da Aeronáutica, reproduzindo, após mais de um ano de intensa cobertura da imprensa sobre o assunto, argumentos unilaterais que não correspondem à realidade e que, por serem inverídicos, alardeiam insegurança aos passageiros da aviação brasileira.

    O Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) tem a responsabilidade de coordenar o movimento aéreo numa área de 22 milhões de Km2, quase três vezes a dimensão territorial do país, e para tal possui mais de 5.000 equipamentos em funcionamento ininterrupto, 365 dias no ano e com um índice de disponibilidade diária acima de 98% desse total.

    Nos últimos oito anos, a Aeronáutica investiu cerca de R$ 1,8 bilhão na estrutura de controle de tráfego aéreo, dentro de um processo rotineiro de modernização. Dos quatro Centros de Controle existentes no país (CINDACTA), o de Manaus é novo (decorrente da criação do SIVAM), o de Brasília passou por um processo de modernização recente, o de Curitiba concluiu sua etapa de atualização no ano passado e o próximo será o de Recife.

    Sobre a carência de pessoal, já assumida pelo Comando da Aeronáutica, cabe esclarecer que foram realizados concursos públicos para controladores de tráfego aéreo, civis e militares, entre outras carreiras indispensáveis ao controle de tráfego aéreo, o que resultará na formação e acréscimo, até o final deste ano, de 600 novos controladores. Entretanto, cabe ressaltar que o sistema como um todo opera com mais de 13 mil civis e militares.

    E mais: a Aeronáutica inaugurou, em 5 de novembro passado, as instalações do novo Laboratório de Simulação de Controle de Tráfego Aéreo, no Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos, com a finalidade de ampliar a capacitação do nível operacional dos nossos controladores. Com sistemas de última geração e tecnologia 100% nacional, o laboratório ampliará sua capacidade de treinamento avançado de 100 para 400 controladores de tráfego aéreo por ano.

    Sobre a questão da desmilitarização do controle do espaço aéreo, ponto central das críticas, o Comando da Aeronáutica reafirma que a cabe ao Estado Brasileiro determinar o modelo ideal ao País, ressaltando que atualmente o Sistema em vigor é moderno, eficiente e seguro. Além disso, a Constituição brasileira confere ao Comando da Aeronáutica a responsabilidade de "prover a segurança da navegação aérea" e, enquanto o Estado brasileiro assim o desejar, a missão será cumprida com o trabalho dedicado e responsável de seus integrantes.

    É oportuno registrar que na 36ª Sessão da Assembléia Geral da OACI (Organização de Aviação Civil Internacional), ocorrida de 18 a 28/9/07, em Montreal, especialistas em aviação de vários países discutiram a necessidade de ter um sistema de controle compartilhado, como o que já existe no Brasil, com a integração de equipamentos de controle de tráfego aéreo civil e de defesa área militar. "A cooperação civil/militar é princípio chave para a modificação de qualquer questão relacionada ao gerenciamento do tráfego aéreo", destaca um dos textos do Item de Agenda 32 da Sessão, denotando que uma coordenação e cooperação eficaz entre autoridades civis e militares é essencial para a segurança do espaço aéreo.

    Diz, ainda, no Sumário Executivo da Agenda 32, apresentado pelos Estados Unidos: “A compatibilidade civil/militar e o estabelecimento de estruturas conjuntas para o gerenciamento do espaço aéreo e do controle do tráfego aéreo são essenciais para alcançar os requisitos futuros de aumento da segurança de vôo e soberania das operações de tráfego aéreo e endossam os princípios de utilização flexível do espaço aéreo e compartilhamento, pelos usuários civis e militares, das conveniências e inconveniências desse uso.”

    Decerto, discutir o controle de tráfego aéreo brasileiro de forma racional e equilibrada é o melhor que se pode desejar da sociedade brasileira. Porém, rejeitar a prática acumulada pela gestão militar nessa área, já existente, é descartar décadas de experiência e conhecimento que conferem ao Brasil, hoje, lugar cativo na elite da aviação civil mundial.

    Tratar esse assunto sem emoção e desvinculado de interesses particulares é de vital importância para o futuro da aviação. Nada é tão perfeito que não possa ser melhorado, mas a temática corrente tem sido acusar a gestão adotada pelo Comando da Aeronáutica, como se a simples migração desse sistema para um órgão civil fosse capaz de reduzir a complexidade do assunto, bem como aparar as demandas urgentes e estratégicas desse complexo sistema.

    Não é prudente, portanto, que esse debate seja balizado apenas com a simplificação de fatos, manipulação de comparações e sob influência de reivindicações pessoais ou setorizadas. Nesse contexto negativo, decisões precipitadas podem prejudicar o futuro da aviação brasileira.


    Brig Ar ANTONIO CARLOS MORETTI BERMUDEZ.
    Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

  7. #183

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    va que era broma xD! y yo que queria opinar no es malo , malo aria para los britanicos xD! ya que ellos tiene rozen muy feos com argentinos xD!

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