Anuncio 2

Colapsar

Anuncio

Colapsar
No hay anuncio todavía.

Chile se sube al KC-390?

Colapsar
X
 
  • Filtrar
  • Tiempo
  • Mostrar
Limpiar Todo
nuevos mensajes

  • Chile se sube al KC-390?

    Este artigo que agora apresentamos aos nossos leitores é para nós importante, não só pelo assunto em si, o qual já tem sido referido em Portugal como uma forte possibilidade para substituir o C-130, como pelo seu autor: Mário Roberto Vaz Carneiro. Trata-se de um amigo de longa data do António Carmo, director de uma das mais importantes revistas de assuntos militares do Brasil, a “Segurança & Defesa”, e acima de tudo, um profundo conhecedor dos assuntos militares deste grande país de língua portuguesa. Bem vindo ao “Operacional”, Mário.


    Desde sua criação, a Embraer sempre se caracterizou pela capacidade de identificar nichos de mercado, e a seguir desenvolver produtos especificamente dedicados a atender os anseios existentes e latentes entre possíveis usuários. Foi assim com o EMB-110 Bandeirante, o EMB-120 Brasilia, o EMB-312 Tucano, o ERJ-145, o EMB-170 e -190, e suas respectivas “famílias”.
    Em 2005, por conta própria, a empresa brasileira percebeu a oportunidade que existia para um possível sucessor do cargueiro militar C-130 e de outras aeronaves equivalentes. A própria Lockheed havia lançado o C-130J, com novos motores, mas devido à sua relação custo/benefício não tão favorável o avião não havia repetido o sucesso de seu antecessor. Com isso, observou-se que os maiores competidores na corrida por um substituto do C-130 clássico eram os C-130 modernizados. Entretanto, o custo unitário de uma modernização profunda girava na época em torno dos US$32 milhões, o que levou a Embraer a concluir que muitos clientes haveriam de preferir parar US$50 milhões e ter um avião “zero km” e de custo operacional mais baixo.


    2-kc-390
    Num primeiro momento, a Embraer objetivou oferecer ao mercado um avião com a mesma carga útil do C-130 (19t), a um custo superior em 43% ao de um Alenia C-27J (cuja carga útil era de apenas 10t). Da frota mundial de 2.802 cargueiros na categoria do C-130, a empresa verificou que 1.613 tinham idade acima de 25 anos. Destes, 605 estariam na mão de Estados Unidos, Ucrânia e Rússia, que produzem seus próprios aviões cargueiros. Descontando-se os países que já tinham aderido ao C-130J ou ao A-400M, a Embraer identificou finalmente um mercado potencial de 695 aeronaves da categoria do C-390, espalhado por 77 países.
    Como forma de reduzir ao máximo o custo de desenvolvimento do aparelho, foi decidido utilizar componentes do Embraer 190 - asas, fuselagem, cabine de pilotagem. Foi neste formato que, por ocasião da feira LAAD2007 (Latin America Aero & Defence), no Rio de Janeiro, a Embraer anunciou os estudos em andamento.


    4-kc-390
    A idéia de aproveitar partes do -190, porém, não foi além dos estágios iniciais. Como o principal cliente em potencial era a FAB (Força Aérea Brasileira), o passo lógico foi a participação dos militares nas definições mais precisas dos requisitos, aspecto que passou a ter maior importância ainda com o lançamento da END (Estratégia Nacional de Defesa). As novas especificações ditaram o abandono do conceito de comonalidade com o -190, e resultaram na introdução de várias modificações. As principais são: novas asas, cauda em “T” e reprojeto da fuselagem, do nariz e da rampa traseira.
    Se por um lado a comonalidade traria um menor custo de desenvolvimento, a nova filosofia do projeto resultará em uma aeronave substancialmente mais capaz, e com potencial de exportação muito superior. Algumas características foram mantidas, como a capacidade de pousar e decolar a partir de pistas não preparadas, e a capacidade de transportar um exemplar de blindados como o Patria AMV, o LAV-25 ou o EE-11 Urutu, ou ainda três HMMWV ou equivalentes.


    3-kc-390
    O avião terá casulos subalares para reabastecimento em vôo, pelo sistema “probe and drogue”, além de “probe” para ser reabastecida em vôo, e recebeu a nova designação KC-390, refletindo o fato de que - a não ser que o cliente especifique o contrário - todos os exemplares de produção serão capazes de realizar missões de REVO sem grandes modificações.
    Durante a LAAD2009, a Embraer assinou com a Força Aérea Brasileira o contrato para o desenvolvimento da aeronave. A passagem do controle do programa para o Comando da Aeronáutica, sob a égide do programa KC-X, significa, entre outras coisas, que a propriedade intelectual do projeto passa a ser do governo.
    A Embraer está conversando com várias empresas estrangeiras com vistas ao fechamento de parcerias na forma de contratos de risco, a exemplo do que já foi feito em programas anteriores da empresa, como o ERJ-145. Entretanto, desta feita o enfoque será diferente. As possíveis parcerias industriais serão construídas a partir do interesse de governos estrangeiros em eventualmente adquirir a aeronave para equipar suas forças aéreas. Embora haja sigilo sobre o assunto, sabe-se que Chile e África do Sul são dois dos principais “candidatos”.

    Os principais usuários em potencial - forças aéreas de vários países - têm sido consultados a respeito de seus requisitos, de forma a que a aeronave final possa ser o mais adequada possível. Da mesma forma, várias empresas de transporte de carga estão sendo contactadas a respeito das características e desempenho desejáveis. Essa vertente do mercado é muito interessante e a Embraer já anunciou que vai objetivar também a certificação civil do avião (FAR Part 25), como forma de atrair possíveis encomendas desse segmento. A ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos), do Brasil, já manifestou seu interesse, visando o transporte noturno de carga e encomendas.
    A Força Aérea Brasileira pensa, num primeiro momento, em adquirir de 22 a 30 exemplares, com entrada em serviço a partir de 2015. Já houve manifestações extra-oficiais por parte de outras forças aéreas (Colômbia e Portugal são exemplos recentes) de que poderiam ter interesse no KC-390. Não é à toa, portanto, que a Embraer esteja entusiasmada com as possibilidades, embora oficialmente seja mantida uma cuidadosa discrição, inclusive- ou até principalmente - por parte do Vice-Presidente de Defesa, Orlando José Ferreira Neto. Durante os próximos dois anos, os estudos serão aprofundados e será iniciado o projeto detalhado propriamente dito, o que permitirá que as conversas com parceiros estrangeiros possam ser mais concretas. Esse procedimento levará a providências importantes, como por exemplo a escolha dos motores. Baseada nessa interação e em sua “expertise” em projeto e construção de células, integração de sistemas e funcionamento de acordos internacionais, a empresa espera obter mais um modelo vencedor.


    Nota

  • #2
    Hola fourier:

    El involucramiento de ENAER en la fabricación de partes del C-390 es algo que el Cj Ortega mencionó que se tendría previsto para los próximos años, con el objeto de obtener un reemplazo de largo plazo para la actual flota de C-130 FACH.

    Sobre la versión KC-390 tengo mis dudas, porque se supone que los KC-135E, después de la re motorización anunciada (igual que el Condor) podrían durar entre 10 y 15 años más.

    También estamos esperando noticias sobre el complemento del Condor (AEW&C). Al respecto se han especulado varias cosas, pero la verdad nada serio se ha sabido con respecto a este tema, como también sucede en el caso del reemplazo de los Petrels (EW):

    -----------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Brasil confirma a Sudáfrica, Chile, Colombia y Portugal como posibles socios del KC-390 de Embraer

    (Infodefensa.com) Brasilia - El comandante de la Fuerza Aérea de Brasil (FAB), general Juniti Saito, confirmó a Sudáfrica, Chile, Colombia y Portugal como posibles socios principales para el desarrollo del avión de transporte militar táctico KC-390 de la empresa Embraer para reemplazar la flota de KC-230 Hércules en servicio.

    -----------------------------------------------------------------------------------------------------------

    AVIAÇÃO:
    Embraer começa a definir parceiros para novo cargueiro

    Virgínia Silveira, para o Valor, de Itajubá (MG)

    A Embraer, em conjunto com a Força Aérea Brasileira (FAB), já definiu alguns dos parceiros estratégicos que vão participar do desenvolvimento da nova aeronave de transporte militar KC-390. Segundo o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, Chile, Colômbia, África do Sul e Portugal estão confirmados no programa do cargueiro. A França também já demonstrou à FAB seu interesse em participar do projeto.

    Avaliado em cerca de US$ 1,3 bilhão, o programa de desenvolvimento e industrialização da aeronave deve receber, este ano, por volta de R$ 100 milhões, informou Saito, durante evento de lançamento da pedra fundamental da nova fábrica de helicópteros da Helibrás, sexta-feira, em Itajubá (MG). De acordo com o chefe da Secretaria de Economia e Finanças da Aeronáutica (Sefa), brigadeiro Aprígio Eduardo de Moura Azevedo, para 2011 o desembolso previsto para o projeto é de R$ 200 milhões.

    "Temos um cronograma de desembolsos para o KC-390 até 2014. A maior parte dos recursos, R$ 600 milhões, será liberada em 2013", disse Azevedo. No ano passado, o projeto recebeu um aporte de R$ 40 milhões para iniciar as atividades relacionadas aos requisitos técnicos e à configuração da aeronave.

    O primeiro voo do protótipo do KC-390, segundo a FAB, está previsto para ocorrer em 2014. No dia 15, a alta cúpula da Aeronáutica e da Embraer se reuniu no DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), em São José dos Campos (SP), para apresentar a maquete, em tamanho real, do compartimento de carga da aeronave.

    "Trata-se de um corpo de prova, a partir do qual poderemos testar e conferir os vários tipos de cargas que a aeronave estará capacitada a receber", explicou o chefe da Sefa. Segundo o brigadeiro Azevedo, este ano está prevista a definição do projeto do ponto de vista operacional, além dos parceiros estratégicos e o nível de participação de cada um no desenvolvimento da aeronave.

    De acordo com a Aeronáutica, o novo cargueiro é um avião de transporte que, no futuro, apoiará as Forças Armadas do país e as de outras nações em missões de transporte de tropa, de carga, de veículos militares, busca e resgate, lançamento de paraquedistas e carga e reabastecimento em voo, além de operações de ajuda humanitária pelo mundo, como no caso do Haiti e do Chile.

    A Embraer é a responsável pelo desenvolvimento da nova aeronave, gestão dos parceiros estratégicos, fornecedores, projeto e integração da aeronave. Segundo estimativa feita anteriormente pela empresa, o KC-390 vai disputar um mercado de 700 aeronaves, num prazo de 10 anos, o que representa um volume de negócios da ordem de US$ 13 bilhões.

    Como o projeto será desenvolvido pelo sistema de parcerias estratégicas, haverá o compartilhamento de custos e riscos, a criação de laços de longo prazo entre as indústrias, as forças armadas e os governos dos países envolvidos, além do estabelecimento de cotas de participação nas vendas dos aviões.

    Com 20 toneladas de peso e 35 metros de profundidade do nariz até a cauda, o KC-390 será o maior avião já produzido pela Embraer. A aeronave é quase 50% mais pesada do que o jato 190, atualmente a aeronave de maior porte desenvolvida pela empresa. O KC-390 vai substituir o Hércules C-130, em operação na FAB desde a década de 60.

    A FAB também usa outros modelos de aeronave de transporte militar, especialmente na Amazônia. A mais nova delas, o C-105 Amazonas, que iniciou sua operação em 2007, foi comprada do grupo europeu EADS-Casa, para substituir o C-115 Búfalo na Amazônia. Com mais de 30 anos de serviços, o Búfalo foi desativado pela FAB em 2008.

    A Aeronáutica possui uma frota de 12 Amazonas, que custaram US$ 300 milhões, e negocia a compra de mais oito aviões da EADS-Casa. "Estamos finalizando as negociações com a empresa e a previsão é de que o contrato seja assinado até o fim do ano", comentou o brigadeiro Azevedo, da Sefa. As novas aeronaves, segundo ele, vão operar na região Amazônica, atendendo às necessidades do Esquadrão de Busca e Salvamento da FAB, além de ser usadas em atividades de transporte e logística.

    Com capacidade para nove toneladas de carga, o C-105 Amazonas é um avião turboélice, projetado para desempenhar missões de transporte de tropas, transporte aerologístico, evacuação aeromédica, lançamento de paraquedistas, infiltração e exfiltração de forças especiais, Correio Aéreo Nacional (CAN) e apoio aos diversos programas militares e governamentais na Amazônia.

    "A principal diferença entre o C-105 Amazonas e o KC-390, além da capacidade de carga, é o fato de que o primeiro foi desenvolvido para operar em regiões mais fronteiriças e com menos apoio e o segundo é mais robusto e preparado para levar grande quantidade de carga para determinada área", disse o chefe da Sefa.


    2.bp.blogspot.com

    Comentario: hoy podemos decir que es casi un 99% seguro de que el C-390 es la nueva adquisición de Chile. Felicitaciones a la FACH, y como no, a ENAER que será socio del programa.

    Saludos
    Editado por última vez por HernanSCL; https://www.defensa.pe/member/1892-hernanscl en 03/04/10, 21:28:45.

    Comentario


    • #3
      es una muy pero muy buena noticia, pues nos permitiría a nosotros participar en la construcción de los KC-390 lo que marcaría un salto importante.Bien por ENAER y la FACH.

      Comentario


      • #4
        Hola, C-390 no más. Del KC no se ha dicho nada por parte del Cj.

        Comentario


        • #5
          Una curiosidad, alguien sabe si ENAER sigue fabricando piezas para EMBRAER? estuve preguntando en FIDAE si la compra de los A-29 habia "obligado" a los brasileños a continuar contratando a ENAER para esos trabajos (siendo que ENAER cobraba mas caro x hacer las mismas piezas que tambien hacia una empresa china) y me dijeron que ya no, que habian concluido con ese asunto y que de momento no estaban en nada, talvez x eso es que la FACh esta interesada en meterse en el programa KC-390 (invirtiendo plata en el desarrollo y asegurando la compra de ejemplares de ese modelo) a fin de permitir que su industria local tenga una tajadita de ese asunto y tenga en el futuro trabajos asegurados para seguir subsistiendo.

          Respeco a ENAER lei una entrevista al CG Ortega y habla de "capitalizar" la empresa para sacarla a flote despues de varios años en perdida, para eso necesitan una decision "politica" (osea que el gobienro suelte plata o que acepte ingreso de capitales privados), la verdad no veo ahora a ENAER como un complejo de produccion aeronautica, se esta refugiando en sus actividades de mantenimiento y obviamente eso implica reducir capacidades si esa situacion no cambia en el tiempo, el asunto es si la situacion aeronautica mundial permitira resurgir a esta pequeña empresa de produccion o si mas bien debe ser reenfocada en un servicio de mantenimiento, esa deberia ser la interrogante, porque mientras tanto es un flanco que destila dinero de la FACh y no siempre van a ser epocas de bonanza como para estar perdiendo dinero en algo que no es redituable.

          Saludos

          Cesar

          Comentario

          Trabajando...
          X