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Reequipo De Las Ff.aa De Brasil

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  • Reequipo De Las Ff.aa De Brasil

    POSTEAMOS AQUI LAS NOTICIAS DE REEQUIPO DE LA FF.AA DE BRASIL


    Ministro Waldir Pires anuncia diretrizes
    para fortalecer Forças Armadas
    Submarinos: Nuclear e Convencional, F-X, Mísseis, Blindados e
    Fontes de Financiamento


    Assessoria de Imprensa MD


    O Ministro da Defesa, Waldir Pires, anunciou na terça-feira (5/6), ao Conselho Militar de Defesa, as principais diretrizes que deverão ser seguidas pelas Forças Armadas e pelo Ministério para fortalecer os meios de defesa do País e consolidar a estratégia de dissuasão adotada pelo Brasil. O Conselho, criado pela Lei Complementar Nº 97/1999 é o órgão de assessoramento do Presidente da Republica que trata sobre as políticas na área de Defesa.

    “A soberania não se delega, se exerce por meio de nossas instituições civis e militares”, disse o ministro aos demais participantes do Conselho- os Comandantes da Marinha, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, do Exército, General-de-Exército Enzo Martins Peri, da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e o Chefe do Estado-Maior de Defesa, Cleonilson Nicácio Silva. “É evidente que o Brasil precisa estar aparelhado, precisa estar capacitado, precisa estar em condições de dizer ao povo brasileiro que nós temos condições de termos uma nação que cumpra seus deveres com seu destino e com o futuro do seu povo”.

    O ministro determinou que as Forças revisem o Programa de Reaparelhamento das Forças Armadas, com uma visão prospectiva, levando em conta a importância crescente que o País assume na América do Sul e no mundo. E realçou a instabilidade do cenário internacional, onde nem sempre os meios institucionais têm sido suficientes para resolver os conflitos políticos.

    O Ministro ordenou que seja estudada a possibilidade de implantação de um sistema de compras de materiais unificado entre as três Forças Armadas (Marinha, Exército, Aeronáutica). Reafirmou ainda como prioridades, a implantação do projeto do submarino de propulsão nuclear, ao lado dos submarinos convencionais, a construção de novos navios-patrulha oceânicos e fluviais, principalmente para atuar na Amazônia, e a compra de aeronaves de superioridade aérea (projeto FX).

    Também foi traçado como prioridade o desenvolvimento nacional de famílias de mísseis - antiaéreos, terra-ar, mar-ar, etc.- e aquisição de mais radares de defesa aérea tridimensionais. Foi ainda definida a necessidade de ampliação da frota de helicópteros de transporte e de ataque, e definida a opção de rodas para os blindados, em vez de lagartas.

    Grande parte destas escolhas deve-se à definição da Amazônia como prioridade estratégica do país, o que exige grande mobilidade de forças com poder de fogo. Na região também haverá esforço especial para melhorar as condições de vida das tropas. A mesma preocupação estratégica aplica-se à proteção do Atlântico Sul, onde concentra-se grande atividade econômica brasileira, como a produção de 80% do petróleo produzido no País.

    Para dar suporte a este fortalecimento, o Conselho de Defesa estudará a possibilidade de criação de um Fundo de Reaparelhamento das Forças Armadas. A idéia é garantir a sustentação financeira para cobrir as necessidades das Forças, evitando interrupção no fluxo financeiro. Ele também disse estar empenhado em suspender o contingenciamento do orçamento de verbas das Forças.

    Para o ministro da Defesa, o Brasil também deve fortalecer sua indústria de Defesa, tornando-a capacitada não apenas para suprir as necessidades das forças nacionais, mas também fornecer para a America Latina e outras regiões do mundo. “O Brasil deve fortalecer suas Forças Armadas; já adotamos uma política de paz e do multilateralismo, sustentada por um poder de disuassão razoável. O Brasil não pode ser um mero comprador de materiais de defesa, precisamos fortalecer nossa industria”, concluiu.
    AD ASTRA PER ASPERA

  • #2
    Estimado Brasil,

    Isso é apenas discurso político - nada há de concreto ainda (e você sabe bem disso). Logo, não há motivo para se criar mais um tópico para ficarmos especulando sobre um possível reequipamento das Forças Armadas Brasileiras.

    Talvez você devesse conter um pouco a sua euforia e esperar que as coisas avancem e se tornem mais críveis, para não dar azo a chacota.

    Saudações cordiais,
    Y el dijo: Levantate!

    y el otro respondio: Jodeeer, ya es de mañana?

    Comentario


    • #3
      Originalmente publicado por Ega Ver Mensaje
      Estimado Brasil,

      Isso é apenas discurso político - nada há de concreto ainda (e você sabe bem disso). Logo, não há motivo para se criar mais um tópico para ficarmos especulando sobre um possível reequipamento das Forças Armadas Brasileiras.

      Talvez você devesse conter um pouco a sua euforia e esperar que as coisas avancem e se tornem mais críveis, para não dar azo a chacota.

      Saudações cordiais,

      Senhor Ega..
      creio que se estas palavvras não se concretizarem, é melhor desativermos todas aos nossos meios.. porque sem essas alteraçõe um cenário de guerra atual... seremos massacrados



      Quanto ao FX .. tenho certeza.. quanto as outras alterações nem tento.. mais sei que sem elas não somos nada diante de uma força inimiga bem armada, seja com 10 F-16 ou 20 SU-30.. é uma questão de prestigio.. e nisso o Brasil esta sendo pisado..
      AD ASTRA PER ASPERA

      Comentario


      • #4
        Prezado Brasil,
        concordo contigo, penso que a partir de agora a questão da defesa será tratada com maior atenção por parte do governo, isso graças a uma conjunção de fatores: 1º os últimos movimentos do Presidente Chaves, principalmente após sua petulante reprimenda ao congresso brasileiro dão mostras do grau de deterioração das relações Brasil-Venezuela, que nem com a boa vontade do presidente Lula parecem ser possíveis de recuperação (agora parece que ele não quer mais entrar no Mercosul também). 2º o elevado grau de obsolência atingido pelos principais sistemas de armas brasileiros (fragatas, caças, carros de combate, helicópeteros, etc...) sendo que essas carências das nossas FFAA comecem causar danos políticos a imagem do governo e do Brasila devido a impedimentos de ações governamentais na área de segurança interna e missões de caráter internacional (há relatos de informes enviados ao governo sobre a situação das FFAA e comparações em relação a países vizinhos inclusíve com a simulação de possíveis cenários de conflitos - portanto há interesse)
        3º O bom momento da economia brasileira e o elevado níveis das reservas internacionais associado com o balanço favorável da balança comercial brasileira em relação a diversos países apontam para um cenário favorável para a realização de compras militares de maior vulto.
        Portanto vamoa torcer para que os interesses políticos da turma do quanto pior melhor não interfiram nas ações previstas pelo Ministério da Defesa e pelos comandos das FFAA.
        Deve, pois, um príncipe não ter outro objetivo nem outro pensamento, nem tomar qualquer outra coisa por fazer, senão a guerra e a sua organização e disciplina, pois que é essa a única arte que compete a quem comanda. (Machiavelli)

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        • #5
          Alguém confirma essa notícia?

          País negocia compra de seis helicópteros
          Objetivo é adquirir Black Hawks, dos EUA, por US$ 300 milhões
          Roberto Godoy

          Os governos do Brasil e dos Estados Unidos estão negociando a venda de seis grandes helicópteros militares americanos Black Hawk, tipo UH-60L.
          A operação- no valor de US$ 300 milhões - foi notificada às comissões do Congresso na sexta-feira, em Washington.
          O contrato cobre 12 motores, garantias, acessórios, peças de reposição, componentes, ferramentas, equipamento de apoio,documentação técnica, treinamento de pessoal e suporte especializado. Não há menção sobre os sistemas de armas.
          Segundo o informe da Agência de Cooperação em Defesa e Segurança, o Brasil precisa dessas aeronaves “para manter os compromissos civis e a sua auto-defesa sem depender da assistência de outras nações”. Na análise feita para os congressistas, a frota é definida como necessária também “ao provimento de apoio às forças terrestres e a defesa de pontos vitais”.
          O Brasil é definido como “uma Nação amiga, importante força política estável e uma economia em franco progresso”.
          A Aviação do Exército e a Força Aérea já empregam os helicópteros Black Hawk. Cada um deles pode levar até 14 soldados equipados para combate e quatro tripulantes. O preço por unidade, dependendo das especificações eletrônicas e dos equipamentos, varia entre US$ 5,9 milhões e US$ 10,2 milhões.
          A versão UH-60L é o arranjo padrão das forças dos EUA. Segundo o fabricante, a Sikorsky Aircraft Corporation, os Black Hawks que atuam no Iraque, dotados de blindagem nas laterais e na seção inferior, têm sido usados no transporte ligeiro de peças de artilharia - canhões 105 mm e morteiros 120 mm.
          O helicóptero mede 19,76 metros. Voa a 357 km/hora. Alcance máximo em ação: 600 km.
          O armamento básico é composto por duas metralhadoras laterais M60, 7.62 mm, ou um canhão M134 rotativo 0.30 com capacidade para disparar munição feita com urânio exaurido.
          A carga externa, cerca de 4,5 toneladas, comporta lançadores de foguetes e sensores digitais de visão noturna e alerta.
          FONTE: Jornal Estado de São Paulo

          Não seriam os Seahawks da Marinha?
          Editado por última vez por Lobo_Guara; https://www.defensa.pe/member/1020-lobo_guara en 03/07/2007, 01:01:50.
          Deve, pois, um príncipe não ter outro objetivo nem outro pensamento, nem tomar qualquer outra coisa por fazer, senão a guerra e a sua organização e disciplina, pois que é essa a única arte que compete a quem comanda. (Machiavelli)

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