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LAAD 2007

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  • Marino
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    ORBISAT APRESENTA RADAR COM TECNOLOGIA ÚNICA PARA APOIAR A DEFESA NA VIGILÂNCIA DE FRONTEIRAS E NO COMBATE AO NARCOTRÁFICO


    Por trabalhar em duas freqüencias, o radar penetra em regiões de densas florestas , praticamente intransponíveis, e permite a operação de dia ou noite e também sob chuva. Uma tecnologia pioneira no mundo, desenvolvida por brasileiros, a serviço da Defesa

    A OrbiSat da Amazônia S/A, empresa de capital 100% nacional especializada em mapeamento por radar, apresenta na Laad 2007, maior feira voltada às Forças Armadas e às indústrias de defesa da América Latina, a tecnologia InSAR (Radar Interferométrico de Abertura Sintética). O evento, que ocorre do dia 17 a 20 de abril no RioCentro, Rio de Janeiro, reúne em uma única exposição as novidades do setor tecnológico de defesa para as três forças (Marinha, Exército e Aeronáutica).

    Por utilizar duas freqüências de mapeamento simultâneas (Bandas X e P), o radar tem aplicação específica para áreas de densa floresta, permitindo a visão precisa do terreno. Essa tecnologia pode ser utilizada em serviços de inteligência na esfera militar -- como por exemplo, na busca de bases clandestinas utilizadas para o refino da cocaína no meio das florestas, na concentração de tropas (não identificadas ) com equipamentos e carros em regiões de fronteiras, entre outros casos.

    O Sistema aerotransportado SAR/InSAR desenvolvido pela OrbiSat, denominado OrbiSAR-1, é pioneiro no mundo e o mais avançado radar para uso civil e militar. A tecnologia InSAR permite que diversos produtos de informação geográfica sejam gerados de forma ágil e precisa, de modo a atender demandas financeiras e tecnológicas sob medida segundo a necessidade de cada cliente.

    Entre os diferenciais estão: o mapeamento de regiões normalmente cobertas por nuvens e a oportunidade de imagear áreas tanto durante o dia como à noite e ainda com ocorrência de chuva. Isso é possível uma vez que a aquisição dos dados é independente das condições atmosféricas e da luz do dia, permitindo um curto prazo de entrega dos resultados, o que é fundamental no caso de serviços urgentes e de emergência. Oferece ainda a geração de imagens ****-retificadas, modelos de terreno e outros produtos derivados.

    OUTRAS APLICAÇÕES - O radar também fornece tanto a medida da altura da copa de árvores como a do solo sob a vegetação (topografia real do terreno). A solução permite ainda a realização do trabalho em grandes áreas em um intervalo reduzido de tempo e por meio de um número reduzido de pontos de controle em campo o que facilita a operação em regiões de difícil acesso.

    Dessa forma, a tecnologia InSAR oferece uma única solução "one-stop-shop" na aquisição dos dados, satisfazendo as necessidades e exigências de muitas aplicações críticas da comunidade de sensoriamento remoto. Como exemplo prático, o sistema pode mapear 250 mil quilômetros quadrados em apenas dois meses e a entrega de 500 cartas na escala 1:50.000 em menos de um ano.

    Vários produtos de valor agregado são gerados a partir dos dados coletados pelos radares da OrbiSat, entre eles: informação da distribuição da biomassa e do tipo de cobertura de solo; mapeamento sob vegetação florestal, escoamento hidrológico; produção de mapas da rede hidrológica, de rede de transporte e uso de terra e cadastramento urbano e rural, para fins de arrecadação de impostos.

    PERFIL - A Orbisat da Amazônia SA é uma empresa de base tecnológica de capital 100% brasileiro, especializada em sensoriamento remoto, radares de vigilância aérea e terrestre e produtos eletrônicos. Fundada em 1984, tem como missão fornecer soluções de mapeamento para o setor privado e agências governamentais de todo o mundo.

    A empresa é responsável pelo desenvolvimento da tecnologia InSAR (Radar Interferométrico de Abertura Sintética), pioneira no mundo e que proporciona o mapeamento topográfico de maneira rápida e precisa. Na área de vigilância aérea e terrestre, lançou recentemente o Radar de Vigilância Saber X-M60, que integra o sistema de defesa antiaérea de baixa altitude. A Orbisat da Amazônia possui unidades em São José dos Campos, Campinas e Manaus.

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  • Marino
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    A RÚSSIA NA EXPOSIÇÃO LAAD-2007 NO BRASIL

    Entrevista exclusiva do chefe da delegação russa,
    Serguei Svetchnikov, chefe do departamento de análise e planejamento da"Rosoboronexport"

    De 17 a 20 de abril de 2007, realizar-se-á no Brasil a sexta Exposição Conferência Latino-americana de tecnologia aerocósmica e da defesa - LAAD-2007 (Latin America Aero & Defence 2007), que se transformou em acontecimento importantíssimo de envergadura regional.

    Mais de 300 companhias de diferentes países já anunciaram sua participação. A exposição russa, sob a égide da empresa estatal Rosoboronexport, bem conhecida na América Latina, ocupará vários stands. A delegação é encabeçada pelo chefe do departamento de análise e planejamento prospectivo, Serguei Svetchnikov, que foi entrevistado pelo correspondente especial da Emissora de rádio "Voz da Rússia" Victor Voronov, antes de partir de Moscou.

    Victor Voronov - Então, qual o significado que a Rosoboronexport atribui à cooperação com os países da América Latina e a nova participação na LAAD-2007 no Brasil?
    Serguei Svetchnikov: A Rosoboronexport dedica grande atenção à ampliação do mercado de venda de artigos com finalidade militar. Nós fornecemos hoje armamentos e equipamentos bélicos a mais de 60 países do mundo. E, naturalmente, a América Latina não está em último lugar nos nossos planos - diz Serguei Svetchnikov. Há alguns anos nossa empresa intensificou o trabalho na direção latino-americana. Abrimos lá 7 representações. São clientes assíduos no continente países como: Venezuela, Colómbia, Cuba, Uruguai, México e Peru. Desenvolvem-se as relações com a Argentina, Chile, Brasil e Equador.

    No que se refere à LAAD no Brasil, é a sexta vez que participamos dela, desde 1997. Neste ano 18 empresas russas exibem sua produção dirigida para as necessidades tanto do Brasil, como de outros países da América Latina. Em forma de modelos, maquetes, prospectos, posteres e vídeos será exibido cerca de 200 amostras de armamentos e equipamentos bélicos para todos os tipos de forças armadas e outras estruturas de força.

    Victor Voronov - Como se formou a exposição desta vez, que interesses foram levados em consideração? Houve pedidos de parte dos parceiros latino-americanos?
    Serguei Svetchnikov: Nós trabalhamos nesse mercado na base de planos, estudando profundamente as doutrinas militares, os programas de estruturação das forças armadas e os problemas que nossos parceiros enfrentam nessa região. Naturalmente que nós consultamos a direção das forças armadas dos países latino-americanos ao formar a exposição, compreendendo qual a produção pode ser necessária, que peças de armamentos e equipamentos bélicos irão ter mais êxito e procura na América Latina - salienta Serguei Svetchnikov.

    Hoje são os helicópteros, centenas de unidades do qual estão nos arsenais de alguns países. Em futuro próximo planejam comprar novos lotes de helicópteros russos, que são insuperáveis em custo-rendimento. São equipamento de tropas terrestres. Em primeiro lugar blindados para transporte de tropopas, munições e diferentes cargas. A questão da aquisição desses veículos é debatida pelo Brasil, Argentina e outros países. O estado do parque de aviões de combates em vários países, pelo visto, levará ao aumento da procura dos caças "Sukhoi" e "MiG", de produção russa, em breve. Despertam interesse os veículos aéreos não tripulados (VANTs /UAVs).

    Victor Voronov - Que novidades serão apresentadas em seus stands?
    Serguei Svetchnikov: Por exemplo, o helicóptero de ataque Mi-28NE, que entrou em serviço no exército russo, atrai cada vez mais interesse de especialistas estrangeiros. Fazem muitas perguntas a respeito dele. É um modelo realmente novo. Esse helicóptero ainda não foi fornecido ao exterior. Além disso em nossa exposição no Brasil será dada informação sobre submarinos, alguns dos quais também ainda não foram comprados por nenhum país.

    Victor Voronov - A América Latina hoje é um dos mercados promissores para a venda de armamentos e equipamentos bélicos. Consequentemente a concorrência aumenta. Não é mesmo?
    Serguei Svetchnikov: A compra de armamentos não é apenas um negócio onde ocorre uma luta pelas melhores características tácticas e tecnicas, pelo menor custo, mas, é também política - salienta Serguei Svetchnikov. Porque, ao adquirir armamentos e equipamentos bélicos, os países como que demonstram sua orientação política, relações de parceria com estes ou outros países. Posso dizer que muitas companhias européias nos últimos tempos não gostam de usar a base elementar da produção dos Estados Unidos da América, por temer a aplicação de parte deles de quaisquer proibições ou sanções, que possam influir negativamente sobre as relações do importador e exportador. Neste plano a direção da Federação Russa, a direção de nossa empresa demonstram caráter de cooperação a longo prazo. E a ampliação das relações com o complexo da defesa russo, Rosoboronexport é confiável e promissora.

    Se falarmos das características técnicas dos equipamentos bélicos russos, estes não perdem em nada para os modelos das melhores companhias ocidentais. Deve-se também assinalar que nessa região nós concorremos não apenas com a França ou Alemanha, por exemplo, lá está presente também dura rivalidade entre companhias européias. E muitos países da América Latina, nas questões da compra de armamentos, procuram atualmente conduzir uma política equilibrada e independente, adquirindo justamente os modelos que realmente agradam e lhes convêm.

    Victor Voronov - Que palavras gostaria de dirigir aos visitantes da LAAD, que irá se realizar no RioCentro, Av.Salvador Allende, 6555, Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
    Serguei Svetchnikov: Na exposição LAAD-2007 a Rosoboronexport irá expor grande quantidade de diferentes equipamentos bélicos e armamentos. E nós convidamos: especialistas, chefes de forças armadas de diferentes países e simplesmente visitantes a conhecer a exposição russa distribuida em vários stands - diz Serguei Svetchnikov.

    Concluindo lembramos que respondeu a perguntas do correspondente da "Voz da Rússia", Victor Voronov, o chefe da delegação russa, chefe do Departamento de Análise e planejamento prospectivo da Rosoboronexport, Serguei Svetchnikov.

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  • Marino
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    Sukhoi espera que caça Su-35 se destaque na Laad 2007, no Rio de Janeiro
    Moscou, 12 abr (EFE)

    A fabricante russa de aviões de combate Sukhoi espera que seu novíssimo caça com várias funções Su-35 se destaque na 6ª Feira Aeroespacial e de Defesa da América Latina (Laad 2007), que será realizada de 17 a 20 de abril no Riocentro, no Rio de Janeiro. "O Su-35, o principal dos últimos projetos da casa Sukhoi, será o coração de nossa exposição na feira" de tecnologias aeroespaciais e de defesa, disse um porta-voz do grupo à agência "Interfax". A Sukhoi também exporá na feira seu avião Su-80, em suas versões de carga e comercial, e a aeronave anfíbia Be-103, entre outros projetos. Segundo o porta-voz, os projetos civis da Sukhoi despertaram interesse de compradores potenciais na Laad 2005 e na 14ª Feira Internacional do Ar e do Espaço (Fidae-2006), realizada entre março e abril do ano passado em Santiago do Chile.

    O Su-80 é um aparelho bimotor destinado a transportar até 30 passageiros ou 3,3 toneladas de cargas a distâncias médias e, na opinião de seus projetistas, é um avião que tem mercado nas rotas regionais dos países latino-americanos. O avião anfíbio Be-103 é um bimotor que pode decolar e aterrissar em superfícies terrestres e aquáticas. O aparelho alcança uma velocidade de 250 km/h, pode atingir uma altitude de até 3 mil metros e tem uma autonomia de vôo de 1,1 mil quilômetro.

    Já o caça Su-35, versão modernizada do Su-27, é um avião de combate de última geração. Pilotado por uma pessoa, o aparelho pode atingir uma velocidade máxima de 2.440 km/h e voa a até 18 mil metros de altitude.

    O avião pode carregar oito toneladas de armamento que incluem até 18 mísseis "ar-ar" de diferentes tipos, seis mísseis "ar-superfície" e bombas. Além disso, possui um canhão automático de 30 milímetros com uma velocidade de tiro de 1.500 disparos por minuto

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  • Marino
    respondió
    Embraer planeja entrar no mercado de aviões de transporte militar

    José Sergio Osse
    Valor Online

    A empresa anunciará estudo de viabilidade de um projeto na área na próxima quinta-feira, no Rio de Janeiro, durante a feira Latin America Aero & Defence (LAAD).

    Segundo o vice-presidente de defesa da Embraer, a companhia identificou demanda reprimida nesse mercado.

    "Percebemos um forte envelhecimento na frota" mundial, diz ele.

    "Os clientes têm investido muito na modernização de aviões antigos e, quando há essa demanda por modernização, há uma indicação de não existem produtos novos no mercado que atendam a necessidade dos clientes", explica.

    Segundo Aguiar, hoje é mais vantajoso para os governos modernizarem seus aviões antigos do que comprarem novos por conta dos altos preços ou porque os modelos disponíveis não atendem as exigências operacionais.

    O estudo da Embraer mostra que os segmentos mais promissores para um programa são os de transportes pesados e médios, no qual se encaixa, por exemplo, o Lockheed C-130 Hercules, um dos aviões de maior sucesso e mais antigos em serviço em mais de 50 países, inclusive o Brasil.

    Seu projeto inicial é do começo da década de 1950.

    O modelo em estudo pela Embraer utilizaria como plataforma base a família de jatos comerciais EMB 170/190.

    "Isso permitiria reduzir o nível de investimento inicial, assim como o risco do programa como um todo", diz Aguiar.

    "Utilizando uma plataforma já existente, não seria necessário criar tudo novo, apenas adaptar o que já existe às necessidades militares", afirma.

    Ao contrário do Hercules, o avião da Embraer seria propelido por turbinas.

    "Isso não impediria seu uso nas missões atuais, que envolvem pousos em terrenos difíceis", afirma o executivo da Embraer, há pouco mais de um ano no cargo.

    Para identificar as necessidades dos clientes, Aguiar afirma que já iniciou conversas com potenciais clientes para entender melhor suas demandas e para que o desenvolvimento de uma nova aeronave desse segmento incorpore todas as características necessárias para ser competitiva.

    Na próxima quinta-feira, a companhia vai detalhar o estudo de análise, que aponta o que a Embraer já tem de concreto e pode servir de embrião para o programa, assim como demonstra quais são as necessidades que a empresa identifica em seus clientes.

    Para o executivo, tão importante quanto um possível novo programa na área de transporte militar é chamar a atenção do mercado para a companhia, diz Aguiar.

    "O mercado de defesa é diferente do de aviação civil, em que há um plano de negócio que é aprovado e o avião é produzido em série", diz o vice-presidente.

    "No mercado de defesa os contratos são para atender, muitas vezes, necessidades específicas, com grande envolvimento de terceiros - principalmente a Força Aérea do país.

    Mas também não se pode ficar sem falar o que há em estudo", diz ele.

    Para Aguiar, é importante que a empresa chame a atenção de seus parceiros, de seus clientes e mesmo de investidores interessados em desenvolver produtos para a área de defesa.


    Defesa @ Net


    Após meses de notícias de bastidores a Embraer admite finalmente que está estudando um novo avião para rivalizar com o Lockheed Martin C-130 Hercules. Com um olho na vácuo entre o Alenia Aeronautica C-27J e o EADS CASA C-295 com os caros Boeing C-17 e o futuro A-400M.

    Para Botelho a Embraer está somente “testing the concept”, pois a empresa necesita de um interesse real para lançar o programa em escala de desenvolvimento e engenharia.

    Alguns conceitos podem ser extraidos, tais como: um turbo-hélice, asa alta, rampa traseira, capacidade de carga de 19.000 kg e o desenvolvimento baseado no EMB190.

    “Nós procuramos um preco meta de U$50 milhões de dólares,” afrmou Botelho na entrevista de despedida para a imprensa européia como CEO da EMBRAER.

    Os comentários acontecem após a separação da EADS, fabricante do C-295, como parceiro estratégico e as vendas de ações da EMBRAER por parte do consórcio europeu.

    A militarização da célula do EMB190 abre outras perspectivas, como uma versão patrulha naval, aviões ISR, etc.

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  • Marino
    respondió
    Rafael

    Terra Sonic HPG - First Time at LAAD
    field-proven oil, gas and water pipeline protection system


    April 12, 2007 – Haifa. RAFAEL announces that it will be displaying the TERRA SONIC HPG system for the first time at LAAD, Latin American Aerospace and Defense Exhibition in Rio de Janeiro next week.

    The Terra Sonic HPG, developed and produced by RAFAEL & HADAS is a field-proven oil, gas and water pipeline protection system. It is a passive system which employs an array of sensors to detect, identify and locate seismic sound waves created by different activities through soil and other media on and under the ground, on the pipeline and in its vicinity. The system provides valuable early warning while maintaining maximum sensitivity and preventing nuisance alarms via data link communication to a remote command and control center.

    The Terra Sonic HPG comprises patented algorithms and unique signal processing for the analysis of seismic and acoustic signals which also enable the system to distinguish between different events. These algorithms make it possible to overcome ambiguity, multi-path interference and outlier's elimination with a very high Probability of Intercept (POI).

    The system provides automatic detection, collection, measurement, identification and localization of activities on the pipeline and in its vicinity while maintaining a modular and flexible configuration that enables compatibility with a variety of security definitions and requirements.

    RAFAEL sources are confident that the Terra Sonic HPG system will attract much attention from the Latin American defense and security community. Details of the system may be attained from the Rafael stand: H29A or on its website: www.rafael.co.il.

    About RAFAEL

    RAFAEL designs, develops, manufactures and supplies a wide range of advanced defense systems. These leading edge products include naval, air and ground precision weapons, electro-optic systems, electronic warfare (EW) systems, C4I and unmanned systems, acoustic defense systems, armored protection and training systems.

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