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Estará saindo do papel o Emb. C-390?

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  • Estará saindo do papel o Emb. C-390?

    01/10/2007 08:03:52
    Fila de espera para jato da Embraer chega a junho de 2012

    Com a capacidade tomada em jatos executivos, empresa lança modelo gigante para a área militar

    Roberto Godoy

    Um comprador que apareça hoje na Embraer, levando na mão US$ 3 milhões em dinheiro vivo para pagar por um jato executivo Phenom 100, de seis lugares e 2,1 mil quilômetros de alcance, só vai ter a satisfação de garantir seu lugar na fila. Receberá a aeronave em junho de 2012.

    A empresa está com a capacidade de produção tomada pelos próximos quatro anos no lucrativo segmento da aviação executiva. A situação não é mais folgada na linha dos produtos maiores, dos jatos regionais de 50 a 122 passageiros. As vendas contabilizadas em carteira chegam a US$ 15 bilhões, o suficiente para manter todos os hangares da empresa ativos, dia e noite, pelo menos até 2010 ou 2011. No total serão entre 165 e 170 aeronaves até o fim do ano.

    'A produção de 2008 também está vendida', garante o engenheiro Frederico Curado, presidente da Embraer desde abril. Para atender à demanda, foram contratados 4.500 funcionários.

    Não é o limite. A empresa está apresentando um gigante militar ao mercado de defesa. Destinado a transportar 84 combatentes de infantaria ou 64 pára-quedistas equipados, receberá, na configuração de carga, 20 toneladas. A fase de projeto e desenvolvimento vai exigir investimento de US$ 600 milhões. É caro, mas o engenheiro Curado acredita que 'seja viável partilhar um terço disso junto a parceiros internacionais. Ainda assim, o Brasil será o País líder do programa'.

    Os estudos da Embraer indicam que é um bom negócio. Há cerca de 2.500 cargueiros dessa classe em operação no mundo. Entre 10% e 15% da frota está na etapa final de utilização e terá de ser substituída.

    'O C-390 é útil, exportável e gerador de royalties. Interessa à Força Aérea Brasileira, que está bastante envolvida no projeto. Na verdade esse avião estará servindo à FAB no futuro próximo' sustenta Frederico.

    O cargueiro birreator, tem um desenho avançado, de asa alta com grande porta traseira, e incorpora eletrônica digital de última geração. Voa a 850 km/hora. Cobre 6.300 km levando 12,5 mil quilos ou 2.400 km com 19 toneladas. Pode ser convertido em avião tanque e, por sua vez, também sairá da fábrica preparado para ser reabastecido em vôo. O vice-presidente para o Mercado de Defesa, Luiz Aguiar, quer lançar comercialmente o C-390 no primeiro semestre de 2008 'fixando as primeiras entregas para setembro de 2012'.
    O FUTURO É REGIONAL

    O futuro da Embraer não passa pelas asas dos grandes jatos de longo curso. 'No futuro, vejo a Embraer atuando nessa nossa faixa de aviões até 120 lugares, incorporando novas tecnologias que promovam ganhos de eficiência, aumentem a margem de lucro e a capacidade competição do operador', afirma Curado. Atuar fora desse conceito, 'levaria a um enfrentamento direto com a Boeing e a Airbus - o que é, por definição, o mais poderoso fator de desencorajamento dessa atitude'.

    O setor do transporte regional é, todavia, promissor. A área técnica da empresa acompanha as pesquisas de novos motores. O objetivo é oferecer propulsores que permitam, sem perda de desempenho, de 15% a 20% de economia no consumo de combustível. Os novos materiais para a construção de fuselagens podem facilitar a concepção de cabines espaçosas sem prejuízo para a economia do transporte aéreo. 'Estamos observando tendências e mantendo a política de assimilar os avanços com rapidez.'

    A concorrência, todavia, está crescendo. Curado reconhece a 'principal presença' da canadense Bombardier, que apresentou no começo do ano o modelo C, considerado 'muito desconfortável' pelos analistas da Embraer, para os quais 'trata-se de um jato de 50 lugares expandido para 70 assentos e finalmente esticado para 100'.

    A preocupação ganhou novo componente há uma semana, com o lançamento do russo Sukhoi Superjet-100, jato regional de 100 passageiros. No show aéreo de Moscou, em agosto, o presidente Vladimir Putin visitou o estande do fabricante e disse que gostaria de ver o SSJ voando no mundo inteiro 'como a concorrência (faz) hoje'.

    A aeronave vai custar 15% menos para atingir a meta de atender a 10% do mercado de US$ 60 bilhões previsto para os próximos 10 anos. 'Os russos só estarão de fato na praça na próxima década', acredita Frederico, para quem 'nada indica que até lá, ou mesmo mais além, a Embraer vá parar de vender'.

    As vendas militares da Embraer podem chegar a 20% do faturamento. Em 2006 ficaram em 5,9%. A base da ofensiva iniciada esse ano é o turboélice de ataque leve e treinamento, o Super Tucano (vendido para a aviação militar do Brasil e da Colômbia) e que pode ser habilitado para uma concorrência internacional do Pentágono. O primeiro lote é pequeno, não passa de seis aviões.

    Jornais americanos revelaram que as aeronaves seriam repassadas para a empresa de segurança militar privada Blackwater, que as usaria na vigilância aérea das fronteiras do Iraque. A Embraer desconhece - e não comenta - a informação.

    'Nossa produção está tomada até 2010'

    Entrevista
    Frederico Curado:
    presidente da Embraer

    Executivo calcula que o mercado do novo cargueiro militar pode chegar a 700 unidades nos próximos 10 anos


    Aos 45 anos, o engenheiro Frederico Curado é um profissional típico do pólo aeroespacial de São José dos Campos. Formado no ITA, ele é funcionário da Embraer desde 1984. Estava na casa 11 anos antes da privatização, em 1995. E pretende ficar por lá 'enquanto as coisas estiverem dando certo'.

    A carteira de pedidos toma a capacidade da Embraer até quando?

    Até 2010 nosso produção está completa. Entregaremos 170 aviões em 2007 e 205 em 2008.

    Qual é a proa da Embraer?

    O crescimento consistente e a garantia da perpetuidade.

    O desempenho da Embraer no Salão Aeroespacial de Le Bourget foi programado?

    Não. Buscamos fortalecer a posição no cenário internacional e pudemos anunciar vendas para clientes importantes, como a Lufthansa, a Japan Airlines e a BRA, brasileira, totalizando a cifra de US$ 1,3 bilhões.

    Os negócios militares da Embraer diminuíram de 2005 para 2006. O mercado de defesa é uma preocupação?

    É um grande desafio que depende de suporte governamental. Os projetos de modernização do supersônico F-5E e do caça bombardeiro AMX são essenciais na aquisição de conhecimento e qualificação. Procuramos ter tecnologia e pessoal adequados. No caso do programa C-390, todas as indicações levam a crer que o conceito do cargueiro está perfeitamente alinhado com as necessidades dos clientes potenciais. Esse pedaço do mercado, caso a Embraer decida efetivamente lançar o produto, está avaliado, de forma conservativa, em cerca de 700 unidades que atingirão o limite da vida útil em um período de 10 anos de produção continuada.

    O mercado regional doméstico é promissor para a Embraer?

    Sim, muito. Os modelos 190 e 195 são ideais para atender cidades que não são servidas pelo transporte aéreo. E agora tem facilidades de financiamento.



    Veículo: O Estado de S. Paulo
    Publicado em: 01/10/2007 - 08:03

    Saludos,
    Carlos Oyar

  • #2
    Câmara aprova verba de R$ 800 milhões para cargueiro militar

    São José dos Campos, 7 de Novembro de 2007 - A comissão parlamentar de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados aprovou na semana passada a destinação de recursos para o desenvolvimento do projeto do avião cargueiro da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer). Foi confirmado no plano plurianual da União o montante de R$ 800 milhões para o novo avião, que será destinado a Força Aérea Brasileira (FAB).
    Essa é a primeira vez que o Brasil terá um avião militar cargueiro de fabricação própria.

    Detalhes da proposta

    A direção da Embraer já esteve em Brasília para esclarecer detalhes da proposta aos parlamentares e aos membros das armadas. A emenda para o plano plurianual, aprovada pelos deputados, estabelecerá uma previsão orçamentária para o aparelho.
    Esse tipo de aeronave é uma antiga reivindicação dos militares, pois uma legislação internacional impede que aeronaves utilizadas em sistema de leasing possam transportar tropas militares.
    O cargueiro para 20 toneladas será usado pelas três forças brasileiras. Segundo fontes parlamentares, o valor estimado para o projeto, desenvolvimento, produção e aquisição deste novo avião é estimado em torno de US$ 5 bilhões.
    O aparelho utilizará a plataforma do jato comercial Embraer 190, terá a denominação de Embraer C-390 e será o avião mais pesado produzido pela companhia brasileira.

    Preço final

    O projeto terá ainda várias soluções tecnológicas desenvolvidas para seus jatos comerciais de grande porte. Seu preço final ficará em torno de US$ 50 milhões e essa será a primeira vez que a Embraer se lança no mercado de aviões de transporte militar, porém com a versatilidade de se transformar num veículo para evacuação médica.

    Reabastecimento em vôo

    O C-390 será classificado como cargueiro de médio porte e contará com equipamentos como rampa traseira para receber diversos tipos de carga, inclusive veículos blindados sobre rodas, e modernos sistemas de embarque e desembarque. Ainda terá como opção ser reabastecido em vôo e ser usado para fornecer combustível à aeronaves tanto em deslocamento aéreo e em solo.

    (Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 3)(Júlio Ottoboni)

    vejam as imgens do bicho:

    [img=http://img193.imagevenue.com/loc397/th_86645_embraer04_01_122_397lo.jpg]

    [img=http://img182.imagevenue.com/loc9/th_86650_embraer04_02_122_9lo.jpg]

    Fonte:http://www.alide.com.br/noticias/embraer04/index.htm
    Deve, pois, um príncipe não ter outro objetivo nem outro pensamento, nem tomar qualquer outra coisa por fazer, senão a guerra e a sua organização e disciplina, pois que é essa a única arte que compete a quem comanda. (Machiavelli)

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    • #3
      Para gregos e troianos

      Caro Lobo Guará
      Ótima notícia, referente ao investimento do governo no C-390. Se levarmos em conta que a Embraer até hoje, não desenvolveu um único tipo de avião que não fosse um sucesso, torna-se difícil entender a vacilação de investimento estrangeiro no projeto. Mas... tanto melhor. O lucro das exportações serão 100% nacionais.
      Saudações

      Caro Lobo Guará
      Óptima noticia, referente a la inversión del gobierno en la C-390. Si lleváramos en cuenta que la Embraer hasta hoy, no desarrolló un único tipo de avión que no fuera un éxito, se hace difícil entender la vacilación de inversión extranjera en el proyecto. Pero... tanto mejor. El logro de las exportaciones serán un 100% nacionales.
      Saludos
      Carlos Oyar

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      • #4
        Producción conjunta KC-390, programa avanzando fuerte..

        Monday, May 31, 2010
        Avanzadas negociaciones de la FAB con Chile, Colombia y Argentina para producir el KC-390



        Chile, Colombia, Argentina, Sudáfrica y Portugal, están entre los países que están más cerca de un acuerdo de asociación estratégica acerca del programa de desarrollo para aeronaves KC-390 , afirmo el director ejecutivo del proyecto en la Fuerza Aérea de Brasil , el coronel Adalberto Zavaroni.

        La conclusión de acuerdos de asociación por el carguero, según el gerente, está prevista para dentro de un año, en mayo de 2011. "La asociación con estos países no significa que el KC-390 es un proyecto multinacional. Este es un programa nacional, con los requisitos técnicos y operativos definidos por la FAB. Podemos aceptar algunos cambios sugeridos por los socios, siempre que no sean radicales ", dijo el gerente ejecutivo. Zavaroni se refirió a los comentarios de que hay ya varias intenciones de comprar la aeronave, en particular por los interlocutores, que por supuesto ya están situados como potenciales compradores.

        En el proceso de adquisición de aviones de combate F-X2, la FAB también espera que traiga grandes pedidos para el KC-390, tal como anunció esta semana, el ministro de Defensa Nelson Jobim. Dijo que uno de los requisitos para el contrato de compra de los cazas incluye una orden simultánea de 12 aviones de carga. A medida que el proyecto se desarrollará por el sistema de alianzas estratégicas, para compartir los costos y riesgos, creación de vínculos a largo plazo entre las industrias militares y los gobiernos de los países involucrados, además del establecimiento de cuotas para la participación en las ventas de aviones. El precio de la aeronave, según el coronel de la Fuerza Aérea, debe ser más barato que el C-130, que esta en el rango de los US$ 80 millones a US$ 90 millones. "Además de tener un menor costo de adquisición, nuestro objetivo es hacer que el costo operativo del KC-390 también sea menor que el C-130", dijo Zavaroni.

        El programa de desarrollo e industrialización de la aeronave recibirá este año, según la FAB, cerca de US$ 100 millones. Para el 2011 el gasto previsto para el proyecto se estima en US$ 200 millones. La mayor parte de los recursos, R$ 600 millones, será aportado en 2013. El año pasado el proyecto recibió un ingreso de US$40 millones para iniciar las actividades relacionadas con los requisitos técnicos y de configuración de la aeronave.



        Embraer pretende ventas de 180 unidades del KC-390 en diez años

        Embraer planea producir 180 unidades de su nuevo avión de transporte militar, el KC-390 en los primeros diez años de comercialización. Según el director del programa KC-390 de Embraer, Pablo Gastón Silva. La empresa identificó una demanda potencial de 700 aviones en la clase carguero, un negocio estimado en unos 50 mil millones dólares, con 100 de ellos en América del Sur. "Este es el mercado que la compañía abordara y nuestra opinión es que hay una demanda bien distribuida en todo el mundo, con un total de 77 países ", dijo.


        Según un estudio realizado por el fabricante brasileño, la flota mundial de aviones de transporte de carga es de 2802, y 1613 aviones de estos, tienen más de 25 años, lo que significa que están a punto de ser sustituido por nuevos aviones. El potencial de mercado para las ventas del KC-390, dijo, no incluye a países como Estados Unidos, Rusia y Ucrania, donde una flota de 1.008 aviones de carga se encuentran al final de su vida util. "Estos países, en principio, no son los compradores de los KC-390, ya que tienen sus propios proyectos de aviones de carga nuevos", dijo.

        El mercado estimado para una aeronave nueva de transporte militar de Embraer, fue presentado el martes 25 de mayo en Sao José dos Campos, durante un evento sobre "Compensación" (contraste comercial, industrial y tecnológico) del KC-390. Organizada por el Instituto de Desarrollo Industrial, órgano vinculado al Departamento de Ciencia Aeroespacial y Tecnología (DCTA) de Brasil. El encuentro reunió a 16 empresas y 180 visitantes extranjeros interesados en el programa de desarrollo del carguero, ya sea como socios estratégicos o como proveedores de Embraer.

        http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?page=notimp

        Saludos

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