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Qual melhor opção de aeronave AEW para a Marinha do Brasil?

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  • #6
    Mas pera ai, a sua visao ja demandaria um NAe maior, ja que a funçao primaria dos Meios AEW é dar cobertura OTH a frota
    Yo tenía un camarada,
    nunca lo hallaré mejor,
    que en la gloriosa jornada,
    iba firme en la pisada,
    al redoble del tambor.

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    • #7
      Originalmente publicado por Feldmarschall von Einsamk
      Mas pera ai, a sua visao ja demandaria um NAe maior, ja que a funçao primaria dos Meios AEW é dar cobertura OTH a frota
      eu acho que é a visão que a MB tem.
      AD ASTRA PER ASPERA

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      • #8
        Originalmente publicado por Brasil
        Originalmente publicado por Feldmarschall von Einsamk
        Melhor Opçao seria S-3Viking ou Helicopteros AEW

        Obvio que um V-22 + radar esta carissimo, o E-3 operaria com dificuldade...
        creio que helicopteros não consseguem acompanhar aviões nas missões...
        Penso que a questão da velocidade nesse caso não seja um dos fatores mais relevantes entretanto fatores como o alcance e seu consequente tempo de permanência em missão e teto de serviço, nesses aspectos se fizermos uma comparação entre o helicóptero EH101 Merlin da AugustaWestland e o avião Saab 340B/A100B Argos [utilizado como plataforma AEW pela Força Aérea da Suécia equipado com o radar Erieye igual ao dos R99A da FAB] esses fatores que embora sempre favoráveis a aeronáve de asa fixa, demonstra que a diferença existente não chegaria a comprometer a missão caso a opção fosse por uma aeronave de asas rotativas, vejamos:

        EH101 Merlin
        Alcance: 927 km (versão naval)
        Velocidade: 280 km/h (velocidade de cruzeiro)
        Teto de Serviço: 7300 pés
        Tempo de Permanência em Missão: 4h 50min.
        Capacidade de Peso: 15,600 kg

        A100B Argos
        Alcance: 1,300 km
        Velocidade: 530 km/h (máx.) ou 300 km/h quando em missão de patrulha
        Teto de Serviço: 7,620 pés
        Tempo de Permanência em Missão: 5 - 7 horas
        Capacidade de Peso: 13,155 kg

        Dessa forma considerando as limitações existente em um NAe da classe do São Paulo, a opção por um helicoptero moderno torna-se sim bastante atraente sobretudo se levarmos em conta outros fatores referentes a logística e manutenção os quais deverão ser considerados nessa aquisição.[/u]
        Deve, pois, um príncipe não ter outro objetivo nem outro pensamento, nem tomar qualquer outra coisa por fazer, senão a guerra e a sua organização e disciplina, pois que é essa a única arte que compete a quem comanda. (Machiavelli)

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        • #9
          Os S-2 parece que foram descartados pela MB, se é asa fixa, só pode ser S-3 Viking, Ou Hawkeye
          Yo tenía un camarada,
          nunca lo hallaré mejor,
          que en la gloriosa jornada,
          iba firme en la pisada,
          al redoble del tambor.

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          • #10
            Os S-2 parece que foram descartados pela MB, se é asa fixa, só pode ser S-3 Viking, Ou Hawkeye
            Las actuales catapultas británicas Mitchell Brown BS-5 del Sao Paulo/Foch tienen una capacidad máxima(para poner en el aire aviones acelerandolos de 0 a 150 kt en 2 segundos) de 15 toneladas.Eso significa que no pueden con un E-2C,que pesa 17 toneladas en vacio y 23 a plena carga.Los ascensores tampoco podrían con un E-2C porque su capacidad máxima es tambien de unas 15 toneladas.

            Con un S-3 Viking sucede lo mismo.Tiene un peso en vacio de 12 toneladas,con carga estandar de combustible y municion unas 17 y el MTOW(plena carga) es de 23 toneladas.Además no es un avión AEW.Habría que montarle un radar con ése proposito y eso supone variar los pesos en el avion,centro de gravedad y comportamiento por tanto de todo el aparato en vuelo, y tiene que conllevar una serie de modificaciones,que EMBRAER podria hacer sin muchos problemas,pero el Erieye es una joroba que debe de pesar lo suyo,más los otros equipos asociados.O se va muy,muy justito de combustible(sólo 3 toneladas de carga respecto al vacio! y teniendo en cuenta que no es una version AEW y el Erieye pesa 1200 kg aproximadamente,y el sistema incluye dos consolas de mision en su variable más básica,pero la ASAC(la de los R99 y Saab 340),la destinada a misiones más tradicionales de AWACS que incluye mayores capacidades C2,incluye un cuarteto de consolas y sin ser ningun experto no veo donde meter eso en el S-3.

            La variante AEW del S-2 Tracker/Turbotracker(O más bien del C-1 Trader) era si no me equivoco la E-1 que fue reemplazada hace ya mas de 30 años por los E-2,es decir,es un sistema muy obsoleto.Vi un esquema hace tiempo de estos aparatos con Searchwater 2000 bajo el fuselaje o una antena de Erieye sobre el.Contando con que el MTOW del tracker es de 11 toneladas ése si que podria operar sin ningun problema desde el Sao Paulo....Hechas las modificaciones pertinentes.

            En cuanto al Saab 340 AEW&C lo mismo....Siempre que se navalice no hay ningun problema porque su MTOW no excede de 13 toneladas


            creio que helicopteros não consseguem acompanhar aviões nas missões...
            Como ya te han respondido importa más el tiempo de mision y de prmanencia.El radar sigue detectando al malo ¿para qué quiere acompañar a los cazas?

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